tirar aulas de informática foi um dos piores erros da humanidade
matéria devia ter evoluído pra acrescentar: aulas de celular, etiqueta de rede social e perigos tecnológico e como se previnir (IA)
coisa mais perigosa da atualidade é todo mundo usar tecnologia e não a entender
A bancada evangélica estava legislando para que mulheres abusadas fossem condenadas caso fizessem um aborto ilegal, com pena maior do que a de seu abusador.
Não adianta nada criticar a situação das mulheres do afeganistão se você acha normal as atitudes da bancada evangélica
Queria apenas avisar que está tramitando no Senado Federal um Projeto de Lei que retira o cônjuge da lista dos herdeiros necessários. Ou seja, estão lutando com todas as forças para que centenas de milhares de mulheres desse país deixem de receber a herança do marido caso este venha a óbito. É um retrocesso inimaginável. Não permitam que isso ocorra.
@LulaOficial é melhor sua equipe evitar essa aprovação urgentemente para que depois não venha com a conversinha fiada: "eu não poderia fazer nada, apenas sancionar, foi o parlamento que aprovou"
Um pai MATA o seu filho e a maioria dos comentários são de homens falando que a mãe é a culpada disso...
Homem bate, homem abusa, homem mata, mas não importa as atrocidades que um homem faça, o erro, a culpa, o julgamento sempre irá cair sobre uma mulher que é a vítima.
Hoje conheci uma história que, apesar de ter acontecido há mais de três décadas, eu nunca havia ouvido. E, depois de conhecê-la, senti que precisava compartilhá-la.
Em 1991, a psicóloga Kátia Camarotti decidiu encerrar seu casamento e entrou com uma ação de divórcio. Como tantas outras mulheres, ela apenas exerceu o direito de colocar fim a uma relação que não desejava mais manter.
No dia marcado para a audiência, ao chegar ao Recife, foi seguida pelo ex-marido desde o aeroporto até a casa de sua irmã, Tânia. Lá, ele assassinou Tânia, que não tinha qualquer envolvimento na separação e estava apenas acolhendo a irmã. Em seguida, atirou em Kátia, deixando-a tetraplégica e dependente de aparelhos para respirar pelo resto da vida.
Na época, seu filho, Gerson Camarotti, tinha apenas 17 anos. Ele mobilizou a sociedade para arrecadar recursos para o tratamento da mãe e também lutou para que o pai fosse responsabilizado pelo crime.
O agressor, considerado um profissional respeitado, chegou a responder ao processo em liberdade após obter habeas corpus. No ano seguinte, foi morto dentro de sua própria clínica por um autor que nunca foi identificado.
Essa não é apenas uma história do passado. É o retrato de uma violência que atravessa gerações e nos lembra que o maior risco para muitas mulheres é justamente quando decidem dizer “basta”.
Conhecer casos como esse é uma forma de manter viva a memória das vítimas e reforçar que nenhuma mulher deve perder a liberdade, a saúde ou a vida por decidir terminar um relacionamento.
Queridos de mamis… “com ou sem blazer” para responder o avô da Shakira? Digam p/ mim? Se bem que para responder um mentiroso convicto não é preciso muita produção. Ou é melhor não dar palco p/ maluco?
Nada tira da minha cabeça que Cinquenta Tons de Cinza só é considerado romântico porque o cara é bilionário. Se ele morasse num trailer, seria um episódio de Criminal Minds.
não aguento mulher burra culpando a mãe do bebê por ter deixado ele ir pra casa do pai que matou. a culpa é DO PAI QUE MATOU O PRÓPRIO FILHO suas desgraçadas
O Afeganistão não perdeu os direitos das mulheres de um dia para o outro.
Tudo aconteceu em etapas.
Cada medida parecia pequena.
Cada justificativa parecia razoável.
Cada mudança era apresentada como modernização, proteção ou necessidade.
Até que, quando perceberam, o sistema já havia mudado completamente.
Foi essa lógica que me fez olhar com tanta preocupação para algumas propostas que hoje tramitam no Brasil.
Este vídeo não compara a realidade brasileira com a do Afeganistão. Compara um método: quando problemas do sistema passam a ser resolvidos reduzindo a proteção justamente de quem tem menos força para resistir.
Por isso, acredito que nenhuma retirada de direitos pode ser tratada como um detalhe.
Assista até o fim e tire suas próprias conclusões.
E, se você entende que esse debate precisa chegar a mais pessoas, compartilhe este vídeo.
O abaixo-assinado está no link da minha bio.
Eu digo, insisto e repito: a última vez que a (frágil) democracia brasileira foi ameaçada dessa forma pelos EUA, terminamos sob uma Ditadura Militar. O que parte da imprensa trata como um mero "entrevero diplomático e comercial" já é, sim, uma tentativa de golpe.
Anne Hathaway viverá uma influenciadora conservadora que acorda em 1855.
Em “Yesteryear”, a personagem conhecida por defender um estilo de vida em que mulheres devem ser donas de casa e submissas ao marido, é transportada para 1855 e passa a viver na prática a realidade.