Se a Suíça for eliminada pela Colômbia em um grande jogo de Luis Díaz, talvez se arrependa de uma decisão que tomou em 1922.
É graças aos suíços, afinal, que Díaz é colombiano, e não venezuelano.
Luis Díaz nasceu no departamento de La Guajira, na fronteira com a Venezuela. É a região mais indígena do país, com cerca de 20% da população pertencendo aos povos originários.
O atacante, aliás, foi descoberto quando arrebentou na Copa América de Povos Indígenas, em 2015. Capitão e camisa 10 da seleção colombiana na ocasião, Díaz brilhou tanto na competição que foi levado por ninguém menos que o lendário Carlos Valderrama para fazer testes no Junior de Barranquilla. Era um jovem franzino na época, mas seu enorme talento não demorou para aparecer.
O resto é história: Díaz é hoje o principal nome da Colômbia na Copa do Mundo, um dos destaques do Bayern de Munique e a esperança de boa parte dos colombianos. Ele é da etnia wayuu e nunca deixou para trás as suas origens indígenas.
Mas onde a Suíça entra nessa história? Bem, antes das independências varrerem a América do Sul, a região norte do continente se dividia entre Vice-Reino de Nova Granada, Capitania-Geral da Venezuela e Presidência de Quito, administradas pela coroa espanhola. Com a independência, liderada por Simón Bolívar e outros libertadores, as partes se juntaram em uma nova nação batizada de Grã-Colômbia.
A Grã-Colômbia foi formalizada em 1821, mas o novo país durou pouco. Com divergências políticas e administrativas, em 1830 houve a separação em três partes: Colômbia, Venezuela e Equador.
A Península de Guajira, região fronteiriça entre Colômbia e Venezuela, continuou em disputa entre os novos países. Havia muitas dúvidas sobre como definir onde terminava um país e começava o outro, e apesar da discussão ser frequente, não havia animosidades entre os vizinhos. Dessa forma, a solução encontrada foi pedir por mediação, e a Suíça foi chamada para desenhar a fronteira oficial.
Em 1922, a Suíça apresentou a sua solução para a fronteira, que foi acatada pelos dois países. Barrancas, a cidade natal de Luis Díaz, está do lado colombiano, mas toca a fronteira com a Venezuela. Um traço um pouco mais para o lado dos suíços de 100 anos atrás tiraria o craque do jogo de hoje...
“He didn't call in the favour when it came to Omar Artan, the Somali referee; to make sure the Iranians weren't treated like rubbish; for visas; for the Senegalese team who were humiliated outside of their bus.”
Mehreen Khan on why the role of Gianni Infantino and Donald Trump in Folarin Balogun’s suspended ban looks even worse when the rest of the World Cup is considered.
The future question isn’t:
“Who owns Black memory?”
It’s:
“Who has the authority to determine what Black memory means once AI becomes the place where history is encountered?”
That’s the challenge of epistemic jurisdiction.
Who has the authority to decide what {Black} history means in the age of AI?
My new essay introduces the idea of epistemic jurisdiction and argues it’s becoming one of AI’s biggest governance questions.
Read here:
https://t.co/yiRVnyJbl6
Good AI governance cannot stop at:
• bias
• representation
• transparency
It also has to ask:
Whose interpretive authority should computational systems recognize when they learn from cultural heritage?
Today’s AI systems increasingly answer questions about Black history.
They exercise something that functions like epistemic authority.
But they acquired that authority through statistical learning, not public recognition, accountability, or institutional legitimacy.
Roman damnatio memoriae wasn’t just about destroying memory.
It was about deciding who had constitutional authority over public remembrance.
AI raises the inverse question:
Who now has authority to preserve, and interpret, memory?
A training corpus treats every document as data.
An archive treats every document as part of a living relationship between community, history, and interpretation.
Those are fundamentally different systems.
My top 10 books of all time:
10. F. H. Bradley, Appearance & Reality.
9. G. W. Leibniz, The Monadology.
8. G. W. F. Hegel, The Phenomenology of Spirit.
7. Tanabe Hajime, Philosophy as Metanoetics.
6. E. Husserl, The Logical Investigations.
🚨 Emmanuel Macron: “Another goal by Kylian Mbappé, this time against racism”.
“All my support. When words become dirty, our values stand firm: Dignity, Respect and Fraternity”.
@OrdinariateUSA What is missing is the Catholic celebration that was cosmic in its encounter with the infinite. Hard to put it into words, easy to understand when you have it.
At the Faculty of Theology, Heidegger studied medieval mysticism and encountered the writings of Meister Eckhart, from which he quotes the following line in his 1915 inaugural lecture: “Time is that which changes and multiplies itself, eternity remains simple.”
Nosso futebol foi das mãos da aristocracia carioca de Havelange e Teixeira, cheia de erros, mas cheia de taças, para as mãos de arrivistas chucros dos rincões, assim como fomos de Jobim para Oruam, de Niemeyer para arquitetura greco-goiana, de Olavo Setúbal para Daniel Vorcaro, de Petrobras e Itaipu para Havaianas, de Nelson Rodrigues para Itamar, de Gilberto Freyre para identitários panfletários publicados pela Cia. das Letras, do Barão do Rio Branco para candidato a presidente com fotinha de escoteiro ao lado do presidente dos EUA, do padrão Globo de qualidade para importação de novelas turcas, do colégio de padres que ensinava latim às escolas bilíngues que formam analfabetos em duas línguas.
O declínio do futebol brasileiro é espelho do declínio do Brasil, da vitória da chinelagem sobre tudo que se pretendia sofisticado e superior em nosso país. O Brasil precisa ser refundado em todos os aspectos.
The discourse connecting Brazilian soccer to Protestantism points to a deeper cultural claim: that Brazil’s football decline is not merely tactical, generational, or administrative, but spiritual and civilizational.
The argument is that the old Brazilian style — playful, communal, improvised, joyful, almost liturgical in its beauty — emerged from a Catholic cultural world where celebration, embodiment, festivity, and collective identity were natural. Football was art, dance, procession, neighborhood, and gift.
The critique of Evangelical or Neopentecostal influence is not simply “religion made them worse.” It is that a different religious imagination produces a different kind of athlete: more individualistic, more testimonial, more focused on personal salvation, discipline, destiny, and moral performance. In that framework, football can become less carnaval and more career; less shared national myth and more platform for the individual believer.
Brazil’s decline obviously has many causes: tactics, European club football, federation dysfunction, money, coaching, player development, and global competition. But the religious argument touches something statistics miss: the loss of a national soul, or at least the feeling that Brazil no longer plays with the same sacred joy.
Madame Celeste Amarilla,
Vous êtes une femme méprisable et indigne de sa fonction.
Vous ne représentez pas le Paraguay, ce pays qui a transpiré la passion et l’honneur tout au long de la compétition. Par votre inconscience et votre racisme décomplexé, le monde entier a déjà oublié le parcours et l’effort historique que vos joueurs ont réalisés durant cette coupe du monde pour laisser place à une dame incompétente donnant la pire image possible de son pays.
Je ne laisserai jamais aux gens comme elle, la liberté de laisser propager leur haine et leur racisme à travers le monde.