As cenas finais que narram o desfecho de Saul, os olhares, a atmosfera, os diálogos curtos, são belas. Até os últimos 15 minutos do final do episódio, eu não conseguia imaginar o que aconteceria. Característica inedispensável aos bons finais.
Potentes pelo fato de serem fortes, coesos, poéticos e não-lineares. Evidentemente que a narrativa precisa ter um caminho, mas não depender dele. BCS faz isso com transições e prelúdios muito bem posicionados.
Finais de séries são sempre controversos. Invariavelmente a tendência é que algo deixe a desejar. Acho que um dos grandes méritos de Breaking Bad e Better Call Saul é possuir finais potentes.
Nota máxima. James Macgill - Jimmy ou Saul -, interpretado por Bob Odenkirk, é um personagem formidável. Atuação impecável de Rhea Seehorn - Kim Wexler. Final lindo.
Passando para falar sobre Better Call Saul, que teve seu último episódio lançado ontem, 16/08. Para mim a série consegue manter o excelente nível de Breaking Bad, com toques de originalidade e autenticidade realmente cativantes.
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Vejo Crespo como um bom acerto do SPFC. O time não abre mão da intenção de jogar um bom futebol, mas a bola tem que entrar. E as taças precisam vir. O resto é secundário.