Imagina o seguinte cenário.
Precisas de ganhar dinheiro.
Arranjas um trabalho.
Não é o emprego de sonho, o salário não é incrível, o horário não é perfeito.
Mas precisas de dinheiro e, realisticamente, é a melhor oportunidade que tens naquele momento.
Pensas:
“Ok. Vou trabalhar. É melhor do que zero.”
O tempo passa.
Continuas a não gostar do trabalho.
Mas o dinheiro faz falta, por isso continuas.
Até que aparecem uns iluminados.
Uns tipos que te dizem:
“O gajo que te deu esse trabalho é um bandido. Está a explorar-te. Junta-te a nós. Vamos para a frente do Parlamento exigir que o Estado o obrigue a pagar mais, a dar mais descanso, mais direitos, mais garantias… e claro, emprego para a vida.”
E é aqui que tudo se revela.
Existem dois tipos de pessoas.
O primeiro tipo é o ressentido profissional.
Não gosta do trabalho.
Não gosta do salário.
Não gosta da vida.
Aceitou as condições livremente, mas agora quer fingir que foi enganado.
Para este indivíduo, quem lhe deu trabalho é criminoso.
Criar emprego é exploração.
Responsabilidade é opressão.
E usar o Estado como arma para extorquir o outro é “justiça social”.
Este tipo acha que o mundo lhe deve conforto, estabilidade, dinheiro e felicidade.
Que os outros têm obrigação moral de sustentar a sua vida.
Que se não recebe aquilo que acha que merece, alguém tem de pagar.
Depois existe o segundo tipo.
O adulto funcional.
Esse diz:
“Não estou satisfeito. Gostava de ganhar mais. Gostava de algo melhor.
Mas ninguém me enganou. Ninguém me obrigou.
Aceitei porque foi o melhor que consegui.”
E continua:
“Vou procurar melhor. Vou aprender. Vou mudar.
Ou talvez comece o meu negócio, já faço uns trabalhos por fora, logo vejo.
Por agora, é o possível.”
Qual é a diferença?
É brutalmente simples.
Um acha que o mundo gira à sua volta.
Que os outros existem para servir os seus desejos.
Que o patrão é vilão por não lhe financiar o estilo de vida ideal.
O outro assume responsabilidade.
Não chora.
Não faz birras.
Não pede ao Estado para apontar uma arma à cabeça de ninguém.
A maioria das pessoas já teve trabalhos de merda.
Salários baixos.
Condições difíceis.
Isso chama-se vida real.
A diferença é esta:
A pessoa decente tenta melhorar.
O parasita tenta obrigar os outros a melhorar por ele.
Um cresce.
O outro grita.
Um é adulto.
O outro é uma criança num corpo de adulto convencida de que se fizer barulho suficiente, os “pais” do Estado vão aparecer para obrigar os outros a ceder.
E depois ainda chamam a isto “direitos”.
Não é justiça.
É ressentimento.
É inveja.
É parasitismo moral embrulhado em discurso bonito.
Agora a pergunta final e responde com honestidade:
👉 Tu és o adulto responsável que assume as próprias escolhas?
👉 Ou és o adulto a fazer birra, que vai correr para os comentários dizer que é vítima de tudo e de todos?
A escolha é tua.
Mas não finjas que são a mesma coisa.
Na União Soviética, que o PCP admira, as greves eram proibidas, sendo vistas como atos ilegais contra o Estado e o povo. Mas também não eram necessárias, já que toda a gente era tão feliz, ao contrário do que acontece nos malvados países "capitalistas"! 🤡
@voluptama@LiberalPT@rsaraiva As comissões bancárias, podes sempre fazer a tua pesquisa e arranjar sitios onde pagues menos ou até 0, dependendo do tipo de conta... Estás a fazer como normalmente a esquerda faz, misturar alhos com bugalhos só porque sim e para gerar confusão
Não desejo a morte a ninguém, mas só pode ser brincadeira chamarem a Balsemão um símbolo da comunicação livre devido ao grupo Impresa, e em particular à SIC e ao Expresso - fontes de propaganda, conflitos de interesse, e da defesa incansável de interesses políticos e particulares
@nunopgpalma_pt@miguel_milhao Ouvi 3 mins e já não consigo ouvir mais 😅 quem produz a riqueza são os trabalhadores e não os patrões 😅 só tenho pena porque parecem todos jovens e com tão pouca vontade de aprender
@zugapodcast Não é fácil defender ideias patetas que já foram postas a prova e deram errado. Por isso é que recorrem aos insultos e censura - dando a maioria do parlamento à “direita”.
Não há donos do 25 de Abril, não há donos da rua, não há donos da Constituição. É um dever cívico combater os donos da democracia.
É por isso importante desfazer argumentos falsos sobre revisão constitucional dos autoproclamados donos da Constituição
👉 não constava das propostas: está prevista no programa eleitoral da IL
👉 não foi tema de campanha: eu próprio a anunciei numa intervenção durante a campanha e houve reações de outros partidos, alguns dos quais dizem agora que não foi tema de campanha
👉 o texto original não pode ser mudado: já houve várias revisões e só não houve mais uma com propostas de vários partidos porque o governo Costa caiu
O que não está previsto na Constituição e alguns querem impor é que a revisão dependa das pretensas maiorias da superioridade moral de uma esquerda radical que não tem representação parlamentar para isso. Essa visão é que é antidemocrática.
Pagas a tua casa durante 40 anos… para outros receberem uma de graça.
Muitos acham que a habitação social é uma forma nobre de ajudar os mais desfavorecidos.
Contudo na prática, ela representa outra coisa: um sistema em que o Estado tira, à força, dinheiro de quem trabalha todos os dias, paga impostos pesadíssimos e ainda tem de pagar a sua própria casa durante 30 ou 40 anos e se tiver sorte.
Outros nem isso: vão pagar renda para sempre, porque o custo da vida e o peso do Estado não os deixam respirar.
Enquanto isso, há quem receba uma casa subsidiada ou até gratuita, não porque poupou, trabalhou ou construiu, mas porque o Estado decidiu que “tem direito”. Mas esse direito não cai do céu.
Ele é financiado por outros. Por ti. Por mim. Por todos os que têm de se desenrascar sozinhos.
Roubar para dar casas a uns enquanto outros se afogam em prestações ou rendas não é solidariedade. É injustiça disfarçada de virtude.
Há quem diga que o libertarianismo e o comunismo são duas utopias opostas.
Que ambos sonham com um mundo perfeito, irrealizável. Mas essa comparação revela ignorância ou má-fé.
O comunismo não é uma utopia. É uma tragédia histórica. Já foi tentado dezenas de vezes por todo o mundo e o resultado é sempre o mesmo: controlo total do Estado, miséria generalizada, fome, extermínio.
Não são teorias, são factos.
São milhões de mortos, campos de trabalho forçado, prateleiras vazias e vidas arruinadas.
O libertarianismo, por outro lado, não precisa de ser imposto à força.
Não precisa de polícia secreta, nem de censura, nem de muros para impedir as pessoas de fugir.
O libertarianismo é a defesa da liberdade individual, da responsabilidade pessoal, do direito de cada um viver como quiser desde que não agrida ninguém.
E sempre que os princípios libertários são respeitados, com mercados livres, propriedade privada e limites ao poder do Estado, o que se vê é prosperidade, inovação, crescimento económico e, acima de tudo, vidas melhores.
Chamar utopia ao comunismo é uma forma de limpar o sangue das mãos dos seus promotores.
E chamar utopia ao libertarianismo é recusar-se a ver o sucesso das sociedades mais livres do mundo.
O comunismo mata.
A liberdade salva.