Eu acho o final belíssimo de Tudo é Rio mas muito difícil moralmente. Essa contradição é uma das melhores coisas do livro, na minha opinião.
Eu vejo que a Carla Madeira nos força a pensar e encarar uma pergunta muito mais incômoda. Existe alguma coisa verdadeiramente imperdoável, mesmo qdo quem sofreu decide perdoar?
E acho outro detalhe bem fascinante. A Dalva sabia que o filho estava vivo e deixou o pai acreditar durante anos que o havia matado. Vejo que a figura da Dalva ficou muito mais complexa pq o silêncio dela também é poder, punição, proteção e talvez vingança.
A questão é que atingiu o ego dela no nível máximo, ela achou que o álbum seria aclamado e não foi, pois ele é muito ruim mesmo e agora ela fica dando voltas ao invés de aceitar que ninguém gostou e tudo bem ninguém gostar porra
Eu juro que não entendo a lógica dos planos de saúde. Tenho Unimed Nacional, pago um horror e queria fazer exames de rotina mais aprofundados (colonoscopia, endoscopia, tomografias). Pedi para minha médica e ela disse que a Unimed só libera esses exames caso eu tenha sintomas manifestos que os justifiquem ou se exames de sangue/urina/fezes levantarem suspeitas. Tipo, a lógica é: deixe dar merda e quando der merda, você pode fazer exames investigativos.
a psicologa falou q qdo vier o pensamento de “vai dar errado” eh responder com o pensamento “mas quais evidencias eu tenho de q vai dar errado?” eu fiz isso e encontrei várias evidencias