13 de maio: Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo.
Não há democracia com Racismo, nem justiça sem reparação.
Denunciamos o mito da democracia racial e reafirmamos nosso compromisso com o Direito Antirracista.
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Vem aí mais um Café Democrático. Marina Lacerda e Christian Lynch realizam análise de conjuntura sobre : Legado, reconstrução e limites: a democracia brasileira e as eleições de 26. O debate será mediado pela nossa Coordenadora de Administração, Lívia Câmara
Não percam!!!
Na data de ontem 04/05, o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino deferiu o pedido da APD para figura como Amicus Curiae (amigo da Corte) na ADI 7.697/Distrito Federal que trata sobre as emendas parlamentares impositivas. Veja íntegra nosso instagram
A APD manifesta seu apoio à candidatura de nossa associada @mariarosaloula ao Comitê Jurídico Interamericano, órgão consultivo da Organização dos Estados Americanos (OEA) em questões jurídicas. Veja a íntegra em nosso instagram
A APD vem manifestar seu mais veemente repúdio à decisão do Senado Federal que rejeitou a indicação do Exmo. Jorge Messias, atual Ministro da Advocacia-Geral da União, para o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Íntegra no instagram https://t.co/6XC0eiOEnn
Neste 1o de maio ressaltamos que defender as lutas da Classe Trabalhadora é fortalecer a Democracia.
Não à escala 6x1.
Pela vida além do trabalho!
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19 de Abril Dia dos Povos Originários
Memória, luta e resistência!
Democracia só é plena com respeito aos direitos originários.
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17 de abril: Dia Nacional de Luta pela Reforma Agrária
30 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás.
A Democracia só floresce onde a Terra é Direito, o Trabalho é Digno e a Vida é Sagrada.
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Dia do Jornalista: não há justiça sem liberdade, nem democracia sem respeito ao Jornalista. A Advocacia Pública e o Jornalismo ético caminham juntos: ambos são pilares da democracia e guardiões do interesse público.
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Memória e resistência: lembrar das sombras de ontem para proteger a luz da democracia hoje. O Silêncio alimenta o autoritarismo, ; a verdade alimenta a liberdade.
14 de março: Dia Nacional Mariele Franco de Enfrentamento da Violência Política de Gênero e Raça
Não há democracia plena sem a participação segura de mulheres negras nos espaços de Poder.
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A APD repudia a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que absolveu um homem de 35 anos, do crime de estupro contra uma adolescente de 12 anos, afrontando claramente a legislação sobre o tema, que prevê a condenação de estupro de vulneráveis,
Hoje, fazemos um chamado à consciência de todo o país. A violência contra as mulheres não pode ser naturalizada nem tratada como rotina no país que queremos construir.
Lançamos o Pacto Nacional contra o Feminicídio, pela vida das mulheres, pelo respeito e pela responsabilidade de todos nós. Queremos um país onde elas possam viver livres, em paz e sem medo.
🎥 @ricardostuckert
A cada dia, quatro mulheres são vítimas de feminicídio no Brasil.
Significa que a cada seis horas uma mulher é assassinada pelo simples fato de ser mulher. Significa que, da hora que saímos hoje de casa até este momento, uma mulher teve a vida interrompida com violência. Só pelo fato de ser mulher.
Uma amiga querida, uma colega, uma vizinha que enfrentava dupla jornada de trabalho para alimentar os filhos. Uma mulher, uma menina, uma adolescente.
Segundo uma pesquisa feita pelo Senado, 27% das mulheres brasileiras declararam ter sofrido algum tipo de violência doméstica ou familiar em 2025.
Neste exato momento, enquanto assinamos este Pacto, uma mulher está sendo agredida. Com tapas, socos, chutes, sufocamento, golpes, puxões de cabelo, pontapés e ofensas. Arrastadas por carros, feridas no asfalto, desfiguradas sob o testemunho de câmeras de elevador.
Tantas Tainaras, Fernandas, Catarinas, Ritas, Marias, Alanes, Laíses…
Mulheres impedidas de viver, pelo simples fato de serem mulheres. De dizerem não a um relacionamento. De exercerem o direito de decidir sobre suas próprias vidas, e reconfigurar rotas que não lhes servem mais.
O feminicídio afronta as estruturas de prevenção e combate, e vem crescendo de forma assustadora no país.
É inaceitável que mulheres continuem sendo espancadas e assassinadas todos os dias sob o olhar de uma sociedade que peca por omissão. Que se cala diante de cenas cotidianas de abuso e violência.
É preciso deixar bem claro: qualquer sinal de maus tratos na rua, gritos na vizinhança, abusos e intolerância no ambiente de trabalho. Cada gesto de violência é um feminicídio anunciado.
Não podemos nos calar. Não podemos mais nos omitir, fingir que não temos nada a ver com isso, que em briga de marido e mulher não se mete a colher.
Pois nós estamos e vamos meter a colher, sim.
📸 @ricardostuckert