@lfelipe1910 Perninha. Foi pro Mirassol e nem no banco ficava. DEve estar se achando injustiçado por não ter sido convocado pelo Ancelotti. Com essa cabeça não deve chegar longe.
Prezado, assisti ao seu vídeo relatando as graves falhas de organização e segurança na festa Guapo, promovida pela Guapo Eventos, Produções e Turismo LTDA (CNPJ 48.460.102/0001-16).
Como advogado bolsonarista com atuação em Direito do Consumidor e Responsabilidade Civil em São Paulo, coloco-me à disposição de quem sofreu danos físicos, morais ou materiais — sejam lesões, transtornos por filas excessivas e invasão descontrolada, falta de estrutura ou descumprimento do serviço contratado.
Posso orientar e patrocinar ações para responsabilizar a empresa via Procon SP, Juizado Especial Cível ou ação judicial, buscando a reparação devida.
Interessados em consultoria ou representação, enviem DM.
Gilmar Mendes resolveu nos presentear com uma aula magna de Estado de Direito e filantropia de manual. Em 2019, um cidadão comum teve a péssima ideia de xingar Vossa Excelência num voo. O processo correu na Justiça comum, com contraditório, ampla defesa e juízo natural — luxo que muita gente só sonha ter quando é convidada a explicar “ataque à democracia” diretamente no STF. Condenado, o réu propôs parcelamento. Gilmar, magnânimo, aceitou e determinou que todo o valor (inclusive os honorários dos seus advogados) fosse doado para APAE de Diamantino e um instituto de direitos humanos. A primeira parcela de R$ 31 mil já caiu.
Que delicadeza. Em vez de embolsar o dinheiro como qualquer ser humano faria, o Ministro prefere “devolver à sociedade”. Pena que essa sociedade seja a mesma que banca o salário, a segurança e os privilégios de quem agora posa de benfeitor. O mais comovente é o sermão final: críticas são naturais em democracia, mas ofensas pessoais e xingamentos não encontram amparo na ordem jurídica. Divergências devem ser feitas com civilidade e respeito às instituições.
Perfeito. Então quando o cidadão critica decisões monocráticas que substituem o Congresso, inquéritos sigilosos de longa duração ou o uso seletivo do poder punitivo, isso é “exercício democrático”. Mas se alguém, depois de anos vendo o que vê, perde a compostura e solta um xingamento contra quem pode destruir sua vida com uma canetada, vira dano moral, processo, condenação e, para fechar com chave de ouro, doação filantrópica que ainda rende foto e post de autoelogio.
É quase poético. O homem que integra o tribunal mais acusado de atropelar devido processo legal em casos políticos agora dá lição de como se deve respeitar as autoridades. O recado fica cristalino: o Estado de Direito vale para todos, mas uns são mais “todos” que outros. Quem não aprender a ser civilizado com os intocáveis da toga, que prepare o bolso — e reze para que o processo não acabe no próprio STF, onde a “ampla defesa” costuma ser bem mais estreita.
Parabéns pela performance, Ministro. O Brasil entendeu direitinho.
Capítulo 6: Domingo de Missa
No domingo Péricles e Juliana foram juntos à missa na igreja perto da faculdade. O padre falou sobre a família sendo atacada pelo mundo moderno.
Depois da missa, tomaram café na padaria. Juliana segurou a mão dele por baixo da mesa e disse:
“Péricles, eu não quero enrolação. Quero um namoro que leve a casamento na igreja e filhos criados na fé. Você quer o mesmo?”
Ele respondeu: “Quero. Sem pressa, mas com seriedade.”
Capítulo 5: As Mensagens Anônimas
No sábado à noite começaram a chegar mensagens no direct do Péricles. A maioria era de perfis sem foto ou com nome falso: “machista”, “fascista”, “você não merece estudar na USP”.
Não eram ameaças físicas, só xingamentos e pressão psicológica. Coisa típica de quem não quer discutir, só calar o outro.
Juliana mandou mensagem pra ele: “Não responde tudo. Se você ficar o dia inteiro respondendo, eles conseguem o que querem.”
O pai dele viu alguns prints e só falou: “Cuidado com o que posta.”
Péricles respondeu apenas um ou dois directs mais fortes e deixou o resto quieto.