vcs tao c cerebro derretido ja ne tropa pqp n adianta posta sobre as mulheres no afeganistao se no momento seguinte vao ta apoiando alguem como renan santos se liga
A questão q nunca vamos conversar sobre cuidados paliativos e até sobre eutanásia é q o brasileiro é muito religioso e vivem esperando q um milagre possa acontecer . Então conversar sobre morte é um tabu e uma crueldade
vamos lembrar eternamente desse dia 26 de agosto 2026 não só por ser a data de aniversário do maior clube da face da terra mas também por ter sido o dia que jesus cristo operou um milagre na vista e nas pernas do giay e fez ele acertar um cruzamento
e tem otario que é ateu ainda
History is written by those who had power, not by those who were good. Winston Churchill deliberately starved millions of people because he believed them to be less than human. He let Bengalis die while stocking their grain. When Australia offered wheat and Canada offered grain as a free gift requiring no purchase, just shipping, he still blocked it. He sat in documented meetings and expressed no intention of letting millions of dying people interfere with his operations. Three million people died.
That man was nominated for the Nobel Peace Prize. Not despite what he did, but while he was still doing it.
A man who died with the blood of millions on his hands, with a soul so rotten that whatever hell he ended up in probably still lingers with that stench, is remembered in statues, school curriculums, and Western nostalgia. His character is treated as a matter of perspective. It is not. It is a matter of truth
O RONY É DE VOCÊS 🫵🏼
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Off topic: É bizarro como o “agro” brasileiro, quando tenta construir uma identidade cultural própria, precisa importar até o imaginário de como um homem do campo deve se vestir. Tudo parece uma cópia do country americano.
E o mais irônico é que isso não representa EM NADA a cultura caipira que existia no Brasil. Da moda de viola, os modos de vestir, os símbolos do interior são substituídos por uma estética americana (texana aliás) vendida como se fosse a própria identidade do campo brasileiro.
No fim, até quando o agro tenta afirmar “orgulho de ser brasileiro”, ele recorre a um imaginário importado. É a expressão cultural de um país que, mesmo tentando se afirmar como potência agropecuária, continua reproduzindo simbolicamente os modelos produzidos pelo centro do capitalismo.
Enfim, país de contenda