"Application of thiourea, formaldehyde and melamine based adsorbent resin for removal of mercury species from aquatic environment"
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@divinaloura@ppgqb_ufal Já sobre a melhor interação da resina com o Hg em um meio com pH=7,0 pode ser explicado uma vez que, em meios com pH baixo os grupos amina da resina são protonados gerando moléculas com cargas positivas
@divinaloura@ppgqb_ufal A quantidade de resina bastante reduzida (30 mg) e o custo de produção conferem uma viabilidade econômica a este material, frente a demais adsorventes comerciais.
@divinaloura@ppgqb_ufal Entretanto, é possível a ocorrência de interações eletrostáticas e intermoleculares de natureza física, conforme descrito na literatura para resinas contendo melamina.
@divinaloura@ppgqb_ufal Professora, desculpa a demora em responder. A interação das espécies de Hg com a resina se dá, preferencialmente, por meio de ligações covalentes com átomos de S, N e O presentes nos grupos funcionais da resina.
@wanderbotero@ppgqb_ufal Entretanto, a limitação quanto à reutilização é contornada pela massa diminuta (30 mg) utilizada com elevada eficiência de adsorção.
@wanderbotero@ppgqb_ufal Professor, desculpa a demora em responder. Sim, a resina apresentou uma baixa capacidade de reutilização, tendo a sua efetividade em adsorver Hg prejudicada a partir da segunda reutilização.