E pensar que no início do ano ele estava aqui, meu time era líder e eu tinha esperanças de títulos e que depois de sua saída, tenho medo de rebaixamento.
Pablo Maia, Newton, Iago, Cauly, Sabino, Ferreirinha, Artur... espero que todos sejam mortos de maneira lenta e dolorosa.
O gênio que passar esses filhos da puta tem minha eterna gratidão
São Paulo e Corinthians tiveram suas temporadas comprometidas porque Crespo e Memphis feriram o ego de meia dúzia de velhos
Dois colossos nas mãos de gangsters
DECLARAÇÕES FORTES!
Após o apito final, o técnico do Egito, Hossam Hassan, fez duras críticas.
🗣️ "Vou dizer o que penso independentemente das consequências. Esta foi claramente uma partida manipulada e o mundo inteiro viu isso."
🗣️ "E quero dizer mais uma coisa: se eles querem tanto que a Argentina vença, por que chamam todo mundo para vir e participar?"
Rui Costa, Rafinha e Massis criaram exatamente a crise que previram ao decidir demitir Crespo.
Nem sempre o torcedor tem razão. Mas também é pretender demais que um presidente tampão em sua primeira experiência no cargo, um diretor de futebol que passou quatro anos sem que a torcida sequer soubesse sua voz em uma gestão investigada pela polícia e um ex-jogador em sua primeira aventura como dirigente resolvam peitar uma arquibancada inteira como se fossem referências incontestáveis de gestão.
Para tomar uma decisão impopular e contrariar completamente o sentimento da sua torcida, é preciso ter credibilidade acumulada, histórico de acertos e capacidade de sustentar pressão quando o resultado não vem. Não era o caso dessa diretoria.
E talvez o trecho mais simbólico de tudo tenha sido justamente a coletiva de apresentação de Roger Machado. Rui Costa afirmou: “Estar associado ao Roger é um orgulho. Se ele não for bem, eu corro risco? Isso não é problema.”.
Agora que o trabalho fracassou no curto prazo, o risco aparentemente desapareceu. Roger cai e os dirigentes permanecem, como se fossem apenas espectadores da própria decisão.
Mais contraditório ainda foi ouvir Rui Costa afirmar, na coletiva da demissão, que “a contratação do Roger não foi minha”. Se na apresentação havia orgulho e convicção compartilhada, por que agora surge a necessidade de diluir responsabilidade? Quando o projeto parecia promissor, havia donos da ideia. Quando fracassou, virou uma escolha “do departamento”.
Não se enganem: o torcedor tem memória.
É um descaramento o dirigente que demitiu o treinador antecessor, em contexto absolutamente inexplicável, para contratar o profissional em quem ele apostava, agora anunciar o fim deste novo trabalho, o “seu” trabalho, após 17 partidas e não se demitir junto. Descaramento.
Todos os dias é #FORARUICOSTA e #FORARAFINHA não podemos esquecer quem nos colocou nessa situação de merda.
Vocês acabaram com a temporada por puro EGO e agora que foi tudo pro caralho e a instituição foi HUMILHADA vocês vão querer se isentar de culpa.
Não vamos permitir!