Today, President Trump directed USTR to impose a 25% tariff on most Brazilian imports. Let there be no confusion about why: President Lula and his government have not negotiated with the US in good faith.
His economic policies are bad for Americans and bad for Brazilians. For the past year, Lula has put his own ego ahead of making a deal for the welfare of the Brazilian people, and these tariffs are the price for that.
DISFORIA DE GÊNERO
75% das crianças se curavam sozinhas. Então mudaram o manual.
Aristóteles ensinava que nomear corretamente as coisas é o princípio de toda sabedoria, e que a confusão dos nomes precede a confusão da cidade. Pois bem. Em 1980, o DSM-III introduziu o termo Transexualismo para designar um quadro clínico específico, com critérios diagnósticos rigorosos, duração mínima de dois anos, e a observação (hoje impublicável) de que o fenômeno frequentemente coexistia com perturbação significativa de personalidade e raízes em dinâmicas familiares disfuncionais. Em 1994, o DSM-IV rebatizou a coisa como Transtorno de Identidade de Gênero, manteve a classificação como transtorno mental e acrescentou um dado que deveria ter encerrado a discussão sobre transição infantil antes mesmo de abri-la. 75% dos meninos diagnosticados com o transtorno na infância não o apresentavam na vida adulta. Três quartos, amigo leitor. A esmagadora maioria se identificava, ao chegar à maturidade, como homossexual ou bissexual, sem vestígio algum do transtorno original. Grosso modo, a natureza fazia, sozinha e sem bisturi, o trabalho que a prudência clínica sempre recomendou. Esperar.
Então chegou o DSM-5 em 2013, e com ele uma operação linguística que Orwell reconheceria antes de terminar o café. O Transtorno de Identidade de Gênero virou Disforia de Gênero. A manobra foi apresentada ao público como compaixão, como se trocar o rótulo de uma garrafa alterasse a composição do líquido lá dentro. O que de fato se alterou foi a premissa filosófica por trás do diagnóstico. Deixou-se de admitir que a identificação com o sexo oposto pudesse ser, ela própria, parte do quadro clínico, e passou-se a considerar apenas o sofrimento dela decorrente como matéria digna de atenção médica. Se essa mudança obedeceu à evidência científica acumulada ou à pressão política organizada é uma pergunta que a APA e a OMS preferem deixar sem resposta. O próprio histórico da classificação, porém, responde por elas, e responde com uma clareza constrangedora.
Chesterton advertiu, há mais de um século, que o mundo moderno está repleto de virtudes cristãs enlouquecidas, e que a compaixão amputada da verdade acaba produzindo mais crueldade que a própria indiferença. Quando se oferece a uma criança de quatro anos, cuja probabilidade estatística de resolução espontânea é de 75%, um protocolo de bloqueadores hormonais seguido de intervenção cirúrgica irreversível, a compaixão já deixou de ser compaixão e se converteu em outra coisa, algo que os manuais diagnósticos de 1980 teriam a honestidade clínica de nomear, mas que os de 2013 já perderam a coragem de pronunciar em voz alta.
A ciência, caro leitor, permanece essencialmente a mesma de quarenta anos atrás. O que mudou foi a lista de quem tem permissão de citá-la sem ser arrastado para a fogueira.
A bateria do iPhone do meu irmão acabava em 4 horas.
Ele estava prestes a comprar um telefone novo por 1.200€.
Eu alterei 7 ajustes no lugar.
Agora a bateria dura o dia inteiro.
Veja como REPARAR uma bateria que descarrega rápido demais em 7 passos:
[ Guarde 📌 para não perder ]
QUEBROU MINHAS DUAS PERNAS
Este artista toca uma das peças mais difíceis de Vivaldi em seu acordeão, uma obra que normalmente é executada por uma orquestra inteira.
@BolsonaroSP Se as “palavras do Bolsonaro” o condenaram pelas ações do 8 de janeiro, o “PERDEU MANÉ”, do ministro do STF, Luis Roberto Barroso, inocentam a Débora. Pau que bate em Chico bate em Francisco.
Chega de hipocrisia.