Deixa eu explicar uma coisa básica. Não existe um “direito de um Estado existir”. Estados existem. E ponto. A própria ordem internacional admite mudanças, dissoluções e transformações de Estados. Isso já aconteceu várias vezes na história.
Portanto, defender a desconstituição de um Estado não é, por si só, ilegal. Um exemplo simples: pessoas que defenderam a dissolução da União Soviética estavam defendendo o fim de um Estado. Isso não significava ódio aos povos eslavos, não era racismo “antieslavo”, não era perseguição étnica. Era uma posição política sobre uma estrutura estatal. Inclusive, há diversos setores sionistas que defendem abertamente o fim do Irã, muitas vezes com discursos que envolvem guerra total e até uso de armas nucleares, o que implicaria a morte em massa da população civil.
Agora, quando alguém defende a desconstituição do Estado de Israel, isso não implica, necessariamente, em matar ou expulsar os israelenses que vivem lá. O que se propõe, na maior parte dos casos, é a substituição por um Estado palestino democrático, no qual esses mesmos indivíduos possam viver como cidadãos, com direitos garantidos. Isso não é crime. E não é antissemitismo.
Ah, mas “os israelenses não querem”. Certo. Os palestinos que viviam naquele território também não queriam a imposição de um Etnoestado estruturado majoritariamente por pessoas que sequer nasceram ali. Tampouco aceitaram a apropriação de cidades de maioria árabe e a expulsão de grande parte da população, que permanece refugiada até hoje.
Então não existe essa ideia de que a autodeterminação de um povo possa se sobrepor à de outro. Se houve violação do direito de autodeterminação palestino, não se pode tratar o processo como se fosse legítimo de forma incontestável.
Por isso, não há nenhum crime em defender a desconstituição de um Estado enquanto estrutura política. Isso faz parte do debate político e jurídico internacional.
Acham muito fofo os portugueses fazerem isso noutro país mas estrangeiros fazerem algo deste género em Portugal já é uma ofensa para alguns portugueses 🤡
something about meryl streep peaking as a box office megastar at the age of 76 in this ageist, misogynistic world fills me with such a hope for a good future
If the Palestinian farmer defends himself with deadly force, he will be hanged under Israel's new law.
If the Jewish terrorist pulls the trigger, he won't even be questioned by police.
This is what Zionists think we're too dumb to figure out.
“Once upon a time there was a wicked witch and her name was
Lilith
Eve
Hagar
Jezebel
Delilah
Pandora
Jahi
Tamar
and there was a wicked witch and she was also called goddess and her name was
Kali
Fatima
Artemis
Hera
Isis
Mary
Ishtar
and there was a wicked witch and she was also called queen and her name was
Bathsheba
Vashti
Cleopatra
Helen
Salome
Elizabeth
Clytemnestra
Medea
and there was a wicked witch and she was also called witch and her name was
Joan
Circe
Morgan le Fay
Tiamat
Maria Leonza
Medusa
and they had this in common: that they were feared, hated, desired, and worshiped.”
― Andrea Dworkin, Woman Hating
She Who Is Art
Two thirds of Alzheimer’s patients are women. Not because women live longer, but because estrogen protects the brain. When it’s suddenly stripped away, the brain literally shrinks. Brain fog in your 40s isn’t “just stress.” It’s a red flag. But instead of addressing hormones, women are gaslight with antidepressants or told to meditate. Fast forward 20 years and she’s in a nursing home and can’t remember her own kids. This isn’t “normal aging.” It’s medical negligence. And despite most Alzheimer’s patients being women, much of the research is still done on male mice instead of female mice. That’s not science, that’s neglect.”