🚨 Imprensa americana noticiando que um dos primeiros pedidos do Trump ao Flavio será pra brecar o avanço dos carros chineses no Brasil. Trump atende ao lobby das americanas GM e Ford
@tiagobarbosa_ Opa, eu não votei pra isso mas já estou ansioso pra poder ter minha arma e sair por aí, o alvo são os motoboys em sp que ralaram meu carro 3 vezes em 2 meses recentemente, vamos fazer um GTA da vida real.
Você é pai.
Recebe ligação da escola do seu filho. Voz tensa. Ofegante. Coração na boca.
Tiros.
O coleguinha levou revólver e disparou. Tinha ódio. Da escola. Da professora. Da "comunista".
Atingiu seu filho. Sangue. Ambulância. Desespero. Morte.
Você votou em quem liberou as armas. Valeu a pena?
Deixa eu traduzir para vocês o que Flávio Bolsonaro está prometendo ao mercado fazer antes mesmo da posse, numa PEC da Transição: segundo a Folha, sua equipe estuda reduzir despesas em até R$ 250 bilhões.
De onde sairia essa economia?
Da Saúde e da Educação. A proposta retiraria a obrigação de vincular os investimentos federais à arrecadação: hoje, os mínimos são de 15% da receita corrente líquida para a Saúde e de 18% da receita líquida de impostos para a Educação. Os valores passariam a ser corrigidos apenas pela inflação. Mesmo que a arrecadação crescesse mais, essas áreas deixariam de ter garantida uma parcela importante desse crescimento.
Para a educação básica, restringir os aportes federais ao Fundeb pode significar menos recursos para as escolas e para a valorização dos profissionais. Isso ameaça os ganhos salariais: a regra atual do piso considera também o crescimento real das contribuições de estados e municípios ao fundo.
O professor que vota em Flávio tem tendências suicidas ou fetiches masoquistas.
Das aposentadorias e do BPC. A ideia é impedir que os benefícios acompanhem os aumentos acima da inflação concedidos ao salário mínimo. O mínimo poderia ter ganho real, enquanto esses beneficiários receberiam apenas a reposição inflacionária.
Perderiam, assim, a participação nesses aumentos.
Para quem depende do SUS, limitar o crescimento dos recursos pode dificultar a ampliação dos atendimentos e a contratação de profissionais.
Para enfermeiros e outros servidores, o risco é trabalhar com equipes menores do que o necessário, mais sobrecarga e menos espaço para reajustes salariais.
O acordo que Flávio fez com o mercado exige sacrifício. E o sacrificado será vocês, não os ricos que o apoiaram. Eles ganharão mais.