Agora fumo um cigarro. E eu não fumo cigarros. Mas agora eu quis fumar um, e de filtro escuro, pois impregna mais o sangue, ou ao menos dá esta impressão. É melhor assim, quando o proibido é tão simples que cabe num maço. Numa caixinha de papel compacta. Com tampa.
Eu tenho é raiva. Mas sou capaz de chorar a qualquer momento. Com uma música. Com uma surpresa. Um presente bem simples. Alguém que me diga que sou bonita. Assistindo uma notícia triste no jornal das oito.