COMPARAÇÃO 2022 x 2026: CONSTATAÇÕES PARA ANIMAR A DIREITA
Excelente análise de Caio @BoletimCoppolla, vale compartilhar!👇
📈Pesquisas em JUL/2022 botavam Lula 13% a frente de @jairbolsonaro, as de hoje dão empate técnico com @FlavioBolsonaro
💰Trump cortou dinheiro da USAID
🔴Trump está desmantelando o Foro de São Paulo
🌎Assim, com Trump na Casa Branca todas as 7 eleições na Am. Latina foram vencidas pela direita
🥚Nesta eleição Moraes não presidirá o TSE
🦌 Nem o que disse “nós vencemos o Bolsonarismo”
📄Imprensa não está 100% focada em bater no “ditador” Bolsonaro, uma parte enxerga e até critica a censura e abusos do ativismo judicial, bem como Flávio se apresenta como mais palatável
💴 Uma parte do mercado financeiro, principalmente os pequenos e medianos, os não rentistas, se arrependeram de apostar em Lula
🦜 Narrativa: Lula chegou ao poder acusando Bolsonaro de genocídio na pandemia e prometendo picanha e cervejinha. Hoje ele não pode acusar Flávio de genocídio e não entregou a promessa de picanha e cervejinha, muito pelo contrário.
⬆️ Só 3 em cada 10 brasileiros avaliam Lula como positivo
🟢 Mesmo o DataFolha diz que números de eleitores que se identificam com as propostas da direita saltou durante o governo Lula: de 34% para 44%
🔴Obs: 39% se identificam com as da esquerda
CONCLUSÃO: a incompetência de Lula/PT não sustentará a vantagem deles de 1,8%, que lhes garantiu a eleição de 2022.
Isso não é um governo, é o sequestro de um país. Agora, a Nicarágua é uma ditadura assumida. E é esse o modelo e os "líderes" que a esquerda brasileira admira. Aqui, nossa bandeira jamais será vermelha!
A fala de Ronaldo Caiado é uma das manifestações mais autoritárias e abomináveis que ouvi de um político brasileiro nos últimos anos.
Não porque ele defenda vacinas; o problema não é esse.
O problema é ouvir um pré-candidato à Presidência da República afirmar que um médico não pode questionar vacinas, que um comunicador não pode debater determinados temas e que um podcast não pode sequer entrar em determinadas áreas do conhecimento.
Foi exatamente esse tipo de mentalidade que ajudou a produzir um dos capítulos mais vergonhosos da pandemia. Médicos foram censurados, pesquisadores foram perseguidos, cientistas tiveram suas vozes silenciadas e profissionais da saúde perderam espaço por questionarem narrativas oficiais defendidas por governos, burocratas e “especialistas” que muitas vezes possuíam conflitos de interesse.
Plataformas removeram conteúdos, contas foram suspensas e questionamentos legítimos passaram a ser tratados como ameaças. O contraditório foi sufocado e o debate científico foi substituído pela imposição de consensos.
O resultado foi uma sociedade impedida de confrontar informações, analisar evidências e tomar decisões plenamente informadas sobre a própria saúde.
A ciência não pertence a governos, não pertence a políticos e muito menos aos burocratas.
A ciência avança justamente através da dúvida, do questionamento, da contestação e da revisão permanente do conhecimento.
Por isso é tão perturbador ouvir um médico, governador e pré-candidato à Presidência defender que determinados assuntos não podem ser debatidos por médicos, jornalistas, comunicadores ou cidadãos.
O Brasil já pagou um preço alto demais pelo silenciamento do debate durante a pandemia. Precisamos de líderes que defendam a liberdade de investigação, a liberdade de expressão e o direito ao questionamento.
Quem deseja ocupar a Presidência da República deveria defender o livre debate de ideias.E quem acredita que perguntas devem ser proibidas jamais deveria comandar uma nação livre. JAMAIS!!
A Droga que Veio do Solo Japonês — e o Crime de Ter Proibido a Pergunta
Em algum momento entre o fim dos anos 1960 e o início dos anos 1970, um microbiologista japonês chamado Satoshi Ōmura começou a coletar amostras de solo pelo Japão. Ele sabia que compostos naturais de origem microbiana tinham gerado alguns dos maiores avanços farmacológicos da história — a penicilina era o exemplo mais eloquente — e apostava que o solo japonês ainda guardava segredos. Sua equipe processou milhares de amostras, cultivou bactérias, triou cada cultura em busca de potencial medicinal.
Uma dessas culturas, isolada em 1978, revelou-se extraordinária.
O composto produzido pela bactéria Streptomyces avermitilis foi enviado para William C. Campbell, especialista em parasitologia nos Laboratórios de Pesquisa da Merck, nos Estados Unidos. Campbell purificou o agente ativo — a avermectina — e demonstrou que ele era "notavelmente eficaz" contra parasitas em animais domésticos e de criação.
Modificado quimicamente, tornou-se a ivermectina. Testada em humanos, mostrou eficácia igual contra as larvas parasitárias que causavam duas das doenças mais devastadoras dos países tropicais: a oncocercose — a cegueira dos rios — e a filariose linfática, conhecida popularmente como elefantíase.
Em 2015, o Comitê Nobel de Estocolmo concedeu a Ōmura e Campbell o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina. A ivermectina havia, segundo o próprio comitê, "radicalmente reduzido a incidência da cegueira dos rios e da filariose linfática", afetando centenas de milhões de pessoas nas regiões mais pobres do planeta. Desde que seu uso em larga escala começou, em 1989, mais de 250 milhões de pessoas passaram a recebê-la anualmente. O perfil de segurança acumulado ao longo de décadas era, segundo qualquer métrica farmacológica, excepcional.
Esse é o medicamento que, em 2020 e 2021, foi transformado no Brasil e em boa parte do mundo ocidental em símbolo de ignorância, charlatanismo e "negacionismo científico."
Pense bem nisso.
O Momento em que a Pergunta se Tornou Crime
Em 3 de abril de 2020, pesquisadores da Universidade Monash, na Austrália, publicaram no periódico científico Antiviral Research um estudo com uma descoberta perturbadora: a ivermectina, em condições de laboratório, inibia a replicação do SARS-CoV-2 em células infectadas, produzindo uma redução de aproximadamente 5.000 vezes na carga viral em 48 horas. Os próprios autores foram cuidadosos: o estudo era in vitro, as concentrações utilizadas eram superiores às clinicamente atingidas com doses padrão, e estudos clínicos em humanos seriam necessários antes de qualquer conclusão.
A linguagem era a da ciência honesta: "a ivermectina portanto justifica investigação adicional sobre possíveis benefícios em humanos."
O mundo científico notou. Em poucas semanas, dezenas de grupos de pesquisa em diferentes países iniciaram estudos. A lógica era impecável: um medicamento com décadas de uso seguro, bilhões de doses administradas, perfil toxicológico amplamente conhecido, listado pela OMS como medicamento essencial, que demonstrava atividade antiviral in vitro — contra o HIV, o dengue, o vírus influenza, o vírus Zika e agora o SARS-CoV-2 — merecia ser investigado com urgência em um contexto de pandemia global, sem tratamentos disponíveis e com mortes acelerando.
Isso era, textualmente, o método científico funcionando.
O que veio depois não foi.
Ao invés de financiamento robusto para ensaios clínicos randomizados amplos e metodologicamente rigorosos — o único caminho para uma resposta confiável —, o que se viu foi a criminalização progressiva da hipótese. Médicos que prescreviam ivermectina a pacientes que a solicitavam foram denunciados a conselhos de medicina. Plataformas digitais removeram conteúdos sobre o tema. A narrativa dominante classificou como "desinformação" qualquer discussão favorável à possibilidade — antes mesmo de os estudos decisivos estarem concluídos. No Brasil, o assunto foi capturado pela polarização política, o que tornou qualquer avaliação serena praticamente impossível: ou você era "anticiência" por investigar a hipótese, ou era "bolsonarista" por mencioná-la em uma conversa.
A pergunta científica legítima foi devorada pela guerra cultural. E o prejuízo foi científico, não político.
O Que Sabemos, o Que Não Sabemos e Por Que Isso Importa
O estado atual da evidência científica sobre ivermectina e Covid-19 é genuinamente inconclusivo — e essa inconclusividade é, em si mesma, uma informação importante.
Há meta-análises de ensaios clínicos randomizados que não encontraram benefício estatisticamente significativo sobre hospitalização ou mortalidade em pacientes não hospitalizados. Há estudos observacionais que apontam potencial, especialmente em estágios iniciais da infecção e em populações com alta prevalência de parasitoses — o que pode confundir os dados. Há estudos com problemas metodológicos de ambos os lados. Há a limitação técnica documentada: a concentração de ivermectina necessária para inibição viral in vitro é superior à que se atinge por via oral com doses aprovadas — embora haja pesquisadores que apontam que a distribuição tecidual do medicamento, especialmente pulmonar, pode ser subestimada pelos modelos farmacocinéticos convencionais.
O debate, em linguagem científica honesta, está aberto. Não resolvido. Em processo.
E foi exatamente esse processo que foi interrompido antes do tempo, por motivos que não eram científicos.
Quando a FDA americana emitiu seu aviso de "não use ivermectina para Covid" com a famosa campanha comparando a droga a um "medicamento para cavalos" — ignorando que a mesma droga é usada em humanos há décadas, que ganhou o Nobel de Medicina e que está na lista de medicamentos essenciais da OMS — não estava exercendo vigilância científica. Estava fazendo política comunicacional. E o preço foi pago pelos pacientes que tinham o direito a uma conversa honesta com seus médicos, e pelos médicos que tinham o dever de conduzir essa conversa sem medo de perseguição institucional.
A Farmacologia É uma Longa História de "Off-Label"
O absurdo da perseguição ao uso off-label durante a pandemia só se torna pleno quando colocado no contexto da história da farmacologia moderna — que é, em larguíssima medida, uma história de usos off-label que se tornaram padrão de cuidado.
A aspirina foi aprovada como analgésico e antipirético em 1899. Décadas depois, médicos observaram que pacientes que a tomavam regularmente tinham menor incidência de infartos do miocárdio. O uso cardiovascular preventivo da aspirina — hoje prescrito a centenas de milhões de pessoas no mundo — começou como observação clínica off-label, depois virou hipótese, depois virou ensaio clínico, depois virou protocolo universal.
O sildenafil — o Viagra — foi desenvolvido pela Pfizer como tratamento para angina e hipertensão. Nos ensaios clínicos, os pesquisadores notaram um efeito colateral inesperado nos pacientes do sexo masculino. Em vez de ignorar a observação ou puni-la como desvio do protocolo, foram atrás dela. O medicamento foi reposicionado, depois reposicionado uma segunda vez para hipertensão arterial pulmonar. Hoje trata três indicações que a molécula original nem sabia que tinha.
O propranolol foi aprovado para arritmias cardíacas em 1968. Médicos que o prescreviam observaram que pacientes com histórico de enxaqueca paravam de ter crises. Dez anos depois, foi aprovado para prevenção de migrânea. Hoje é um dos beta-bloqueadores mais versáteis da clínica.
A talidomida é o caso mais dramático da história farmacológica moderna: retirada do mercado nos anos 1960 por causar malformações fetais gravíssimas, foi ressuscitada como tratamento para hanseníase e, mais tarde, para o mieloma múltiplo — um câncer de plasma. O medicamento que causou uma tragédia global salvou, décadas depois, pacientes que não tinham outra opção. Isso só foi possível porque médicos observaram, questionaram, testaram — e não foram impedidos de fazê-lo.
A lista continua: a gabapentina, aprovada para convulsões, usada para neuropatia, fibromialgia, síndrome das pernas inquietas. A metformina, aprovada para diabetes tipo 2, investigada com resultados promissores para longevidade e prevenção de câncer. O metotrexato, desenvolvido como quimioterápico, reposicionado como tratamento de primeira linha para artrite reumatoide. A dexametasona, um corticosteroide de uso amplo, que se tornou — essa sim, para o Covid-19 — um dos tratamentos que comprovadamente reduz mortalidade em pacientes graves intubados. A dexametasona era, tecnicamente, off-label para Covid quando os primeiros médicos a usaram. Ninguém foi preso por isso.
O uso off-label, portanto, não é exceção na medicina. É o motor da inovação clínica. Representa, nos Estados Unidos, entre 10% e 20% de todas as prescrições. Em oncologia pediátrica, chega a 60% — porque os ensaios clínicos raramente incluem crianças, e os médicos precisam agir com o melhor julgamento clínico disponível enquanto a evidência formal não chega.
Proibir o uso off-label como categoria, ou tratar o médico que o pratica como criminoso por padrão, não é proteger os pacientes. É paralisar a medicina.
O Que Ōmura Nunca Imaginou
Satoshi Ōmura não imaginou, quando coletava amostras de solo pelo Japão nos anos 1970, que o composto que encontraria seria um dia Prêmio Nobel. Não imaginou que salvaria centenas de milhões de pessoas da cegueira e da elefantíase. E certamente não imaginou que cinquenta anos depois, em plena pandemia global, o medicamento que ajudou a criar seria proibido de ser pesquisado livremente — e que médicos seriam perseguidos por tentar descobrir se ele poderia salvar mais vidas.
A ciência avança porque há pessoas que fazem perguntas que o consenso atual não consegue responder. Porque há médicos que observam efeitos que os protocolos ainda não preveem. Porque há pesquisadores que coletam solo em lugares inusitados e enviam amostras para laboratórios em outros países sem saber o que vão encontrar.
O que esses médicos e pesquisadores nunca precisaram até 2020 foi de permissão do Estado para formular uma hipótese.
Quando Caiado diz que ninguém deve questionar autoridades sanitárias "por respeito à ciência", ele está dizendo, na prática, que Satoshi Ōmura deveria ter esperado a aprovação do Ministério da Saúde japonês antes de coletar suas amostras de solo. Que William Campbell deveria ter obtido autorização burocrática antes de purificar a avermectina. Que os clínicos que observaram o efeito cardiovascular da aspirina deveriam ter ficado quietos porque a indicação aprovada era outra.
A história da farmacologia é a prova empírica, acumulada ao longo de séculos, de que a liberdade de observar, questionar e testar é a única força que faz a medicina avançar.
Silenciá-la, em nome de qualquer autoridade, não é conservadorismo científico. É regressão.
🇻🇦 Mesmo com todos os acontecimentos e provocações, Frei Gilson permacene Firme , segundo disse Dom Adair.
O Frei não respondeu as provocações. Ele continua com seu apostolado, com o Santo Rosário, seus shows lotados, construindo seu Convento e jogando seu futebol.
Rezemos pelo Frei Gilson!
Frei Gilson está apenas professando a fé e o dogma da Igreja Católica.
O que Frei Gilson @FreiGilsonCMES prega em suas homilias (conforme trechos amplamente divulgados em perfis e vídeos) é literalmente o Catecismo.
O Catecismo da Igreja Católica (texto oficial em português aprovado pela Santa Sé) trata do tema de forma clara e inequívoca no parágrafo 2357, dentro do artigo sobre o Sexto Mandamento (“Não cometerás adultério”), no capítulo dedicado à castidade:
2357 A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres, que experimentam uma atração sexual exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo. Tem-se revestido de formas muito variadas, através dos séculos e das culturas. A sua génese psíquica continua em grande parte por explicar. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a Tradição sempre declarou que «os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados». São contrários à lei natural, fecham o acto sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afectiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados.
Os parágrafos seguintes (2358 e 2359) completam o ensinamento com equilíbrio pastoral:
2358: As pessoas com tendências homossexuais “devem ser acolhidas com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta.”
2359: “As pessoas homossexuais são chamadas à castidade” e podem “aproximar-se, gradual e resolutamente, da perfeição cristã” pela graça sacramental.
Não há, nos relatos públicos do caso, nenhuma incitação à violência, nenhuma ofensa pessoal contra indivíduos concretos, nem negação de direitos civis. Ele apenas transmite a doutrina oficial da Igreja.
O Catecismo foi promulgado por São João Paulo II (1992) como “exposição orgânica e completa da doutrina católica” (Constituição Apostólica Fidei Depositum).
É fruto do Magistério ordinário e universal da Igreja, aprovado por todos os bispos em comunhão com o Papa @Pontifex_pt.
A doutrina sobre a sexualidade humana (baseada na lei natural, na complementaridade homem-mulher e na procriação) é constante na Tradição, na Escritura e no Magistério — não é invenção de 2025 nem de Frei Gilson.
Portanto, ao denunciá-lo, o que se está questionando não é a “intolerância” do frei, mas a própria doutrina católica oficial. Se o Estado laico pode processar um padre por citar o parágrafo 2357 do Catecismo, então, logicamente, poderia processar qualquer catequista, bispo ou até a própria Conferência Nacional dos Bispos do Brasil @CNBBNacional por ensinar o mesmo.
A liberdade religiosa garantida pela Constituição Federal do Brasil (art. 5º, VI e VIII) e o precedente do STF (ADO 26/2019, que excluiu expressamente a manifestação religiosa da criminalização da homofobia) protegem exatamente isso: o direito de professar, ensinar e pregar a fé católica integral — mesmo quando ela contraria o consenso cultural atual.
Frei Gilson não está “inventando” nada. Está cumprindo o que a Igreja lhe pede: anunciar a verdade integral do Evangelho. O Catecismo é a prova documental disso.
Pega na mentira!
Trans em banheiro feminino não foi decidido pelo STF.
Lutem mulheres.
Banheiro com pinto e banheiro com perereca.
Sem essa de pinto que se sente perereca.
Ontem, num shopping no Rio, 80 homens biológicos tomaram o banheiro feminino. Comandados por um vereador. Que é homem.
As mulheres que estavam lá recuaram. Não foi por falta de coragem. Foi porque eram poucas contra 80 corpos com força masculina. E é exatamente sobre isso que esse vídeo é.
Por décadas, um feminismo distorcido convenceu a gente que mulher não precisava de homem. Que a luta era contra ele. Que sozinha a gente dava conta. E os homens saudáveis acreditaram. Recuaram. Saíram do nosso lado, porque foi exatamente isso que pediram pra eles fazerem.
E enquanto vocês saíam, o sistema avançava. Armou esse cenário com cirurgia: 80 homens invadem o nosso banheiro, e nós, sozinhas, não temos como vencer. Porque somos mulheres. Eles têm força masculina. E o sistema sempre soube disso.
Por isso afastou vocês da gente. Por isso nos vendeu uma luta solo que era impossível de vencer.
Esse vídeo não é mais um conteúdo pra mulher acordar. Esse vídeo é um chamamento aos HOMENS. A gente precisa de vocês de volta. Não como dominadores. Como escudo. De frente.
Não é um movimento contra ninguém. É o movimento pelo lugar da mulher: no corpo, na lei e na vida. Pelo bom senso. Pela família. Pela ordem natural que sempre protegeu a gente.
Manda esse vídeo pra todo homem que você ama. Pai, marido, irmão, filho. Chegou a hora deles voltarem pra perto.
Dia 31 de Maio às 15h na Paulista
🇵🇹🙏Homem de 100 anos é Batizado, Crismado e faz Primeira Comunhão em Portugal.
“Nunca é tarde para realizar um sonho”, disse o Sr. José Francisco, ao receber os sacramentos. Quem presidiu a cerimônia foi o Pe. João de Brito, e aconteceu em Caldas da Rainha na Igreja de A-dos-Francos.
Bem vindo a comunidade cristã Sr. José!
Foto: Jornal das Caldas
🚨AGORA - Dom Adair defina Jorge Messias, diz que ele é um abortista e questiona se senadores vão sujar a mão de sangue
“É um abortista! Será que os senadora cristãos vão querer sujar suas mãos clicando no voto favorável?”
Perceberam que o Governo está monitorando tudo? De check-in em aeroporto até hospedagem no sistema do governo federal.
Eles querem fechar cada vez mais o cerco para monitorar cada passo do povo Brasileiro.