🚨ANUNCIADA 3ª TEMPORADA e FILME de DIÁRIOS DE UMA APOTECÁRIA.
Primeira parte - outubro de 2026.
Segunda parte- Abril de 2027.
Filme original - dezembro de 2026.
🚨 BREAKING: Chris Martin, vocalista do Coldplay, pediu ao público de mais de 80 mil pessoas para enviar amor à família de Charlie Kirk durante a noite final em Wembley.
🇬🇧🇺🇸 “Isso não é mais sobre esquerda vs direita. É sobre humanidade vs insanidade.”
A neurocientista Suzana Herculano-Houzel tinha tudo para ser um nome admirável. Boa comunicadora científica.
Teve programa no Fantástico. Fez descobertas interessantíssimas: por exemplo, que sem a presença da cultura o cérebro humano não poderia ter crescido na nossa evolução na savana africana. Então, não é só o caso que nossa cultura precisa do nosso cérebro grande, nosso cérebro grande precisou da cultura.
Mas no meio do caminho tinha uma ideologia. A ideologia errada. Incompatível com os valores do esclarecimento que fundaram a ciência.
Acompanhando de longe, fui notando alguns problemas. Primeiro, veio uma campanha meio descabida para estudantes de doutorado assinarem carteira de trabalho pela bolsa que ganham.
Isso já é alarmante o suficiente, porque a tal ideologia (chamemos de "progressismo diplomado monopolizador de virtudes") ignora fatos da economia para insistir que a CLT é uma ótima ideia, ou o melhor arranjo econômico entre uma parte que faz o trabalho e a outra parte que paga pelo trabalho. Isso, obviamente, é falso, do contrário não dá para explicar os 40 milhões de trabalhadores informais no Brasil. Não há migrantes econômicos que querem vir para o Brasil, exceto aqueles que são açoitados por políticas ainda piores de excesso de Estado, como os pobres venezuelanos.
A ideologia se recusa a reconhecer fatos econômicos sobre a escassez, as más consequências do excesso de Estado, e fatos históricos sobre como o liberalismo econômico — que ela odeia e xinga de "neoliberalismo" e "capitalismo" — cria a prosperidade. Se recusa até a se debruçar sobre o que cria a riqueza — inclusive aquela tomada à força pelo Estado no Brasil para manter a rede de universidades públicas que desdenham do mercado.
Não sei até que ponto Suzana se alinha a essa ideologia, mas sua ideia bobinha de celetizar as bolsas da Capes e do CNPq é prova suficiente de simpatia.
Aí veio o fatídico artigo sobre "tirar a voz do câncer", em que ela, achando que está sendo sutil — tanto quanto um rinoceronte num laboratório de biologia molecular — conseguiu defender tanto a desumanização quanto a censura dos conservadores.
Não sou conservador, mas toda pessoa que alega esposar os valores aplicados na ciência — humildade epistêmica, antidogmatismo, falibilismo, consideração de múltiplas hipóteses — tem a obrigação de ler ao menos uma amostra do melhor que essa linha de pensamento em política tem a oferecer, antes de lançar um julgamento tão intolerante quanto o dela.
Para resumir o que aprendi com pensadores como Burke, Scruton, Kekes, Sowell e Oakeshott, o conservadorismo é defensável justamente por causa de alguns dos valores mencionados acima, como o falibilismo. Consiste em considerar que você próprio, como ser cognoscente, é falível, não importa quanta inteligência, bons argumentos e informações tenha a oferecer.
Portanto, quando revolucionários alegam que têm conhecimento suficiente, inteligência suficiente e astúcia suficiente para prescrever para a sociedade inteira qual é o caminho a seguir, abandonando as tradições e embarcando na direção de certa utopia, eles estão pecando contra um valor perfeitamente racional e perfeitamente iluminista. Seu erro é a húbris.
Claro, há casos de tradições que parecem existir apenas para fazer indivíduos sofrerem, e deveriam ser abandonadas. A mutilação genital de meninas no Norte da África, por exemplo. Mas não são os conservadores ocidentais que defendem esse tipo de tradição, não são eles que passam pano para elas. Quem fez isso foi a esquerda acadêmica, com seu flerte de décadas com o absoluto relativismo moral. Quem fez isso foi Foucault e seus seguidores.
Agora, a esquerda acadêmica abandonou seu relativismo, pois não é mais uma ferramenta política eficaz, e se inflamou de certezas dogmáticas, como no caso de sua cruzada maluca pela censura à "desinformação" e ao "discurso de ódio", como se o Estado fosse o melhor ator para determinar o que é a verdade e o amor.
Vomitam Karl Popper deturpado para defender a censura, fazendo o filósofo girar de desgosto no túmulo, pois seria o primeiro a defender a liberdade de expressão para figuras como Charlie Kirk e a participação política de movimentos como o bolsonarismo, em vez de sua criminalização. E Popper faria isso ao mesmo tempo em que torceria o nariz para ambos.
Herculano-Houzel se tornou um avatar do que o progressismo universitário se transformou. Um grupo político que arrota o caviar da inteligência, mas cuja dieta é a intolerância, a desumanização contra a qual Hannah Arendt alertou, a censura contra a qual Karl Popper alertou, o preconceito e a falta de diversidade contra os quais a própria ideologia alertou.
É OK ser conservador. É OK achar, como Kirk achava, que sem cristianismo não há sociedade livre. O que ele dizia já foi dito com mais delongas, complexidades e nuances por pessoas como o historiador Tom Holland, um ateu reformado que pensa que os secularistas realmente erraram ao achar que podem divorciar os valores da sociedade livre dos valores cristãos. (Eu penso que ele está errado, mas confesso que está cada vez mais difícil de provar, dado o comportamento dos secularistas, "céticos", "divulgadores de ciência" e cia ltda).
É um grande desperdício quando as pessoas não seguem os valores que alegam esposar. Foi exatamente o que aconteceu por quase um século nos EUA, cuja Constituição dizia "todos os homens são criados iguais", mas cujas instituições, leis e lideranças praticavam a escravidão ao mesmo tempo.
Supostos defensores da ciência e da filosofia que não conseguem enxergar algo de valor na produção intelectual de conservadores são assim. Escravizados por seus próprios instintos de manada. Enaltecendo o córtex, mas agindo de acordo com o fígado.
o malabarismo do discurso é mt insano, sem condições.
um conservador foi morto tentando debater com esse povo, ironicamente, na hr em que tentavam provar q eram bonzinhos, ele leva um tiro dessa gnt
Porque testemunhamos, coletivamente, um crime que, muito raramente, pode ser chamado de verdadeiro:
«A sensibilidade do inocente que sofre é como um crime sensível. O verdadeiro crime não é sensível. O inocente que sofre sabe a verdade sobre o seu carrasco; o carrasco não sabe. O mal que o inocente sente em si está no seu carrasco, mas o carrasco não o sente. O inocente só pode conhecer o mal como sofrimento. O inocente é sensível para o crime do sofrimento. É o inocente que pode sentir o inferno.»
Quem fez isso certamente sabe o efeito que essa execução pública causaria no mundo e na alma das pessoas.
balearam um jovem, charlie kirk, e td que a mídia progressista consegue dizer é que ele era da extrema-direita
se vc não é progressista, eles te desumanizam até... mt bom viu