Márcia de Fátima Meira foi assassinada a facadas dentro de seu local de trabalho, um posto de saúde em Avaré, por seu ex-marido.
Ela era enfermeira, estava em serviço e foi morta após o agressor invadir a unidade, trancar-se com ela numa sala e atacá-la brutalmente.
Mais uma mulher foi silenciada por um homem que não aceitou o fim de uma relação.
Esse não é um caso isolado.
É o retrato cruel de uma sociedade que ainda normaliza o controle sobre o corpo e a vida das mulheres.
A violência de gênero não nasce no momento do crime.
Ela começa na cultura do machismo cotidiano, no silenciamento, na impunidade e na estrutura que insiste em proteger o agressor.
A cada feminicídio, reafirmamos que não basta punir depois da tragédia.
É preciso agir antes, com educação, proteção e políticas públicas que garantam a autonomia e a segurança das mulheres.
Márcia tinha uma filha. Tinha uma profissão. Tinha uma vida.
E teve tudo isso arrancado porque o Brasil ainda falha em proteger quem mais precisa.
#JustiçaPorMárcia
#FeminicídioÉCrime
#ParemDeNosMatar
#ViolênciaDeGênero
#MulheresVivas
#MachismoMata
#PolíticaPúblicaJá
#SociedadeDoControle
#AutonomiaFeminina
#BastaDeImpunidade
Policial Civil não consegue se conter e detona cuidadora acusada de espancar idoso:
“Eu não posso arrebentar a senhora na porrada… porque seria justo, mulher com mulher. Mas eu não posso arrebentar a sua cara, infelizmente”.
Funcionários da Cacau Show denunciaram um ambiente de trabalho marcado por práticas místicas não consensuais e perseguições internas.
Relatos indicam que trabalhadores eram conduzidos a uma sala escura, iluminada apenas por velas, onde participavam de rituais comandados diretamente pelo CEO, Alexandre Costa.
Quem se mostrava desconfortável ou questionava a situação acabava sendo alvo de retaliações profissionais.
Mas o problema não para por aí.
Há denúncias de assédio moral, gordofobia, homofobia e discriminação contra funcionárias grávidas.
A promessa de uma cultura “doce” encobre o amargo gosto de abusos e constrangimentos impostos sob a fachada de espiritualidade corporativa.
Esse caso é mais uma amostra de como o mundo do trabalho pode mascarar opressões com o discurso da “cultura organizacional”.
Nenhuma crença deve ser imposta. Nenhum ritual deve ser requisito para manter o emprego. E nenhum empregador está acima da lei.
Que fique claro: espiritualidade sem consentimento é coerção. E coerção no ambiente de trabalho é violência.
#TrabalhoDigno #AssédioNãoÉCultura #DireitosTrabalhistas #CacauShow #MPTrabalho #JustiçaJá
A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) divulgou um vídeo para esclarecer os motivos que levaram à prisão de MC Poze do Rodo.
Segundo a corporação, trata-se de um evento musical no qual as letras exaltam uma facção criminosa — enquanto, na plateia, estavam presentes indivíduos armados com fuzis.
Para os investigadores, o fenômeno representa o que chamam de “cultura do crime romantizada”, uma perigosa mistura entre entretenimento e apologia ao tráfico.
#MCPOZE #Narcocultura #ApologiaAoCrime #FunkENãoCrime #TráficoNãoÉEstiloDeVida #CulturaDoCrime #RioDeJaneiro #ViolênciaUrbana #SegurançaPública #PCERJ #JustiçaParaTodos #CriminalidadeNãoÉShow
Estou impressionada com a quantidade de gente defendendo o MC Poze do Rodo, inclusive levantando pauta de racismo em torno do caso.
Vamos com calma!
Estamos falando de alguém com histórico explícito de envolvimento com o tráfico.
Não é opinião, é fato.
É sério que vocês estão dispostos a relativizar crime em nome de engajamento ou de narrativa?
Isso é perigoso demais.
Consciência crítica não pode ser seletiva.
🚨GRANDE DIA! Por unanimidade, a Primeira Turma do STF condenou Carla Zambelli a 10 anos de prisão, perda de mandato e inelegibilidade por ter contratado um hacker para invadir o sistema do CNJ. Uma decisão histórica contra a impunidade e os ataques às instituições! Quem conspirou contra as liberdades democráticas começa, finalmente, a pagar pelos crimes.