Endrick, no vídeo de despedida do Lyon:
“No Brasil, quando alguém passar por um momento difícil, dizem que a pessoa tem que ‘matar um leão por dia’.
E eu passei por meses por algo que nenhum atleta gostaria de passar, mas eu decidi que não iria matar um leão, decidi me tornar um.” 🦁🇧🇷
Ah, LeBron James, você fez de novo.
Que não se tire nenhum mérito.
Que se reconheça.
LeBron James, aos 41 anos, foi o melhor jogador de uma MALDITA SÉRIE DE PLAYOFFS da NBA.
Na pontuação, na construção, na administração contra um time MUITO MAIS ATLÉTICO, ALTO e MELHOR do que o que ele tinha a disposição ao seu lado.
Na jogada que GANHOU A SÉRIE, no fim do jogo 3, roubando e metendo uma bola tripla para forçar a prorrogação.
Alimentou role-players que tiveram o jogo de suas vidas, VARIOS CARAS.
Porque a VIDA TODA de LeBron James se construir na hora que o jogo desacelera, na hora que as defesas se apertam, na hora que o esforço se iguala, na hora que o nervoso e o frio na barriga derrubam os fracos, os despreparados, os que não estão à altura do momento.
Mas LeBron James, com Marcus Smart, Luke Kennard, Deandre Ayton, Rui Hachimura e outros caras que agora merecem e devem ser elogiados, mas que muitos TIRAVAM ONDA, e que todos decretavam derrotados… fez a história acontecer.
Como nos acostumamos, na carreira mais interminável e fantástica da história dos esportes.
Lendário, não normalize, tentaremos explicar no futuro como um cara tão velho dominou os promissores jogadores tão jovens.
A reconstrução de Houston que começa com ele na bolha, tem seu ponto mais BAIXO, com ele, seis anos depois, uma pandemia, um mundo depois.
A idade, os tempos… eles vencem a todos.
Mas LeBron James está dando a luta mais apertada que já vimos contra ele… estamos no 5º round e o tempo inevitável jamais levou uma surra tão grande.
O maior que eu vi, obrigado por isso e por tudo, outra vez!