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Ao jogar luz em tantos dados, o Anuário contribui com todos aqueles que buscam informações frescas sobre o ensino público do nosso país. Tem muita coisa legal!
Acesse aqui: https://t.co/vjUoyFIbxY
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O Anuário Brasileiro da Educação Básica está volta!!
Mantendo a tradição que o consolidou ao longo dos anos, o documento reúne os principais dados educacionais do país.
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São indicadores de qualidade educacional de cada etapa de ensino, de formação dos professores, financiamento, gestão escolar, infraestrutura, tecnologias, equidade étnico-racial, entre outros temas.
O levantamento é muito rico para subsidiar discussões e políticas públicas de educação infantil no Brasil. Vale a pena ver na íntegra!
https://t.co/FUHyRkTOJA
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Muitos dados importantes no "Retrato da Educação Infantil no Brasil", divulgado pelo MEC e o Gaepe-Brasil, coordenado pelo Instituto Articule.
Eu destaco 5 deles neste fio, que mostram como o Brasil ainda precisa avançar nas políticas relacionadas à etapa.
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5) Apenas metade (49%) dos municípios indica ter atuação em colaboração com a rede estadual em prol da educação infantil, com grande variação entre estados. Ceará são 91%, Santa Catarina são 11%.
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Olhando só para o componente da aprendizagem do Ideb, 2.893 redes municipais tiveram redução na Nota Padronizada das avaliações do Saeb do 5o ano do Fundamental entre 2019 e 2023, enquanto 2.158 evoluíram.
Veja mais em: https://t.co/81Ju8GZgNm
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Por trás da estagnação do Ideb dos Anos Iniciais na rede pública de ensino de 2019 a 2023, temos movimentos muito distintos entre as redes municipais do país.
2.030 tiveram queda no índice. Outras 399 apresentaram estagnação e 2.620 avançaram.
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Ensino Médio: redução ou estagnação em 61% dos municípios, correspondendo a 73% das matrículas das redes pública
Importante apontar que há redes que já conseguiram avançar em relação ao nível pré-pandêmico. E diferenças regionais importantes.
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Avanços e retrocessos na aprendizagem dos estudantes brasileiros. O mapa pinta de verde municípios onde a rede pública de ensino conseguiu, em 2023, notas médias mais altas que as obtidas em 2019 (pré-pandemia). De vermelho, quem retrocedeu. Isso para cada etapa de ensino
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Anos Iniciais: houve redução ou estagnação em 59% dos municípios, correspondendo a 70% das matrículas das redes públicas
Anos Finais: redução ou estagnação em 61% dos municípios, correspondendo a 69% das matrículas das redes públicas
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O avanço das políticas educacionais baseadas em evidências, avaliações, dados e monitoramento sistemáticos começou, não por coincidência, com o fortalecimento do INEP a partir do fim dos anos 90.
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Conectividade nas escolas brasileiras: 81% das 71,1 mil escolas com dados disponíveis têm conexão de qualidade “ruim” ou “péssima”.
Outro problema grave é que não há monitoramento da qualidade da conexão de 77.715 escolas, 48% dos estabelecimentos de ensino.
@JornalOGlobo
% da população de 15 a 17 anos que está no Ensino Médio ou já completou a etapa:
- 90,4% no quartil mais rico
- 66,7% no quartil mais pobres
Ou seja, entre mais pobres, 1/3 nessa faixa etária já saiu da escola ou ainda está no Ensino Fundamental. Grave.
5/5 Isso dá um orgulho imenso de estar no @TodosEducacao e poder participar dessas construções, ao lado de tantos profissionai dedicados que integram nossa equipe.
Sigamos!
A última quinzena deu motivos para comemorar, com o avanço de duas políticas públicas importantíssimas para o país. Trabalhamos muito aqui no @TodosEducacao para que elas avançassem e ficamos felizes por ter contribuído com o Poder Público neste sentido. 1/5
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Há mais de 1 ano o @TodosEducacao vem se dedicando a essas pautas com grande prioridade, junto com vários parceiros. O protagonismo é sempre do Poder Público! Mas em toda democracia saudável a sociedade civil tem papel fundamental de contribuição. E não tem sido diferente.