“Por que tu não fala do caso Lulinha?” Tá bom. Vou falar.
Sou do tempo que Lulinha foi apontado como dono de uma Ferrari banhada a ouro. Do tempo em que ele era dono de uma fazenda gigantesca na divisa com o Paraguai. Do tempo em que era dono oculto da JBS, que controlava a Petrobras, que tinha comprado seis fazendas ao mesmo tempo, que tinha jatinho de R$ 50 milhões, que era sócio da farmacêutica Sinovac, que era sócio oculto da operadora de telefonia Oi/Telemar e, mais recentemente, que liderava a quadrilha do INSS (o que não se comprovou, ele sequer foi indiciado).
Sim, em época de eleição tudo isso foi dito e explorado pela mídia brasileira. Lulinha sabe, ou deveria saber, que todo ano eleitoral ele entra na roda, mesmo não fazendo nada. Optando por fazer, seria muito, mas muito burro. Até onde se sabe, não é.
Tudo sempre apareceu em eleição. O que vi até aqui foi uma mulher com relação de amizade com ele e outros petistas, tentando conseguir contratos do governo e não conseguir nenhum. Se tivesse conseguido, já teria aparecido, até porque são contratos públicos.
Do Lulinha, até aqui, eu vi quebrarem o sigilo bancário pela primeira vez e exporem para todo mundo ver e não encontrarem nada criminoso. NADA do que vai acima foi comprovado.
E se houver? Quero que se foda! Até o pai dele já disse que, se ele fez algo, ele terá que pagar. Só não vou entrar nessa porque já vi tudo o que vai acima antes e nada, nunca, se confirmou. Nada, ATÉ AQUI, configura crime ali. Muita espuma.
Tem relações imorais da mulher com assessores no entorno e dentro do governo? Tem. Porém, crime tipificado, não vi ainda. Como eu disse: qual contrato que foi fechado? Que se saiba, nenhum, senão já tinha aparecido. São públicos. Qual a vantagem obtida? Que se saiba, até aqui, nenhuma. Dados os vazamentos seletivos, já saberíamos, não?
Bem diferente do Flávio, o homem das rachadinhas confessadas por Queiroz, dos prêmios e empregos a milicianos e familiares, onde tem áudio pedindo grana, reconhecimento de que recebeu dinheiro e nenhuma explicação de onde foi parar, nem sobre aquele fundo nos EUA que recebeu alguns milhões. De onde? De quem? Fatos.
Governo Bolsonaro: vendeu Eletrobrás, vendeu BR Distribuidora, recebeu dividendos exorbitantes da Petrobrás, queimou reservas internacionais, deu calote nos precatórios, afanou o ICMS dos combustíveis dos estados, não fez investimentos e teve licença fiscal-eleitoral; mesmo depois de tudo isso, fechou as contas com déficit.
Governo Lula: não vendeu patrimônio público, elevou as reservas internacionais, quitou os precatórios e o ICMS dos combustíveis, reduziu impostos dos mais pobres, investiu em políticas públicas, infra-estrutura e recuperação da indústria; mesmo depois de tudo isso, está fechando as contas com superávit.
Quem é “gastador”?!
A cara de pau do políticos bolsonaristas:
O DPVAT era um seguro pago anualmente por proprietários de veículos e tinha recursos destinados a indenizar vítimas de acidentes de trânsito.
Primeiro extingue o seguro: "chora, PT"😈
Depois, condolências às vítimas de acidente:🙏😇
📝 Nota do Governo do Brasil
O Governo brasileiro manifesta indignação com a conclusão preliminar anunciada ontem (1/6) pelo USTR relativa à investigação da Seção 301 contra alegadas práticas comerciais desleais do Brasil.
Essa investigação teve início em 15 de julho de 2025 por provocação da família Bolsonaro e está associada à tentativa de ingerência em temas internos do nosso país, como feito na recente viagem do senador Flávio Bolsonaro a Washington. Essas investidas têm contado com o auxílio de falsos patriotas que usam cargos e funções públicas para conspirar contra os interesses nacionais.
É lastimável que todo o trabalho de diálogo e articulação que o Governo brasileiro tem feito, inclusive com envolvimento pessoal dos Presidentes Lula e Trump, seja sabotado por interesses meramente eleitorais e familiares.
Não havia e não há justificativa para essas medidas unilaterais contra o nosso país ou contra patrimônios brasileiros como o PIX, mencionado explicitamente nas recomendações preliminares. Segundo estatísticas do “Bureau of Economic Analysis”, os EUA acumularam US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil nos últimos 15 anos (2011-2025). Só no ano passado, o superávit comercial de bens dos EUA com o Brasil totalizou US$ 14,46 bilhões. Considerando bens e serviços a cifra sobe a US$ 40,52 bilhões.
Em 2025, 76% das importações originárias dos Estados Unidos entraram no Brasil sem pagar imposto de importação. Oito dos dez principais produtos importados dos Estados Unidos pelo Brasil tiveram tarifa efetiva zero, incluindo petróleo e derivados, aeronaves, gás natural e carvão. A alíquota média efetivamente cobrada dos produtos norte-americanos no Brasil foi de apenas 3,1%.
O principal efeito das tarifas unilaterais, politicamente motivadas, aplicadas ao nosso país tem sido impor danos à economia nacional e à geração de emprego e renda, além de diminuir o papel dos EUA como nosso parceiro comercial. No primeiro trimestre de 2026, a participação dos EUA nas exportações brasileiras atingiu o menor valor da série histórica ao somar 9,4%.
Conforme acordado pelos Presidentes Lula e Trump por ocasião da reunião em Washington no dia 7 de maio, estão em curso negociações tarifárias entre os dois países em busca de soluções que resultem no encerramento da investigação da Seção 301, previsto para 15 de julho, sem imposição de medidas contra o Brasil. O Governo brasileiro também dará continuidade ao diálogo com o setor privado com esse objetivo.
O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro, sem amparo nas regras do comércio internacional.
O Governo reafirma a expectativa de que as recomendações não se convertam em tarifas efetivas, mas reitera que adotará toda e qualquer medida capaz de reduzir os danos que venham a ser causados à economia, aos empregos e à renda dos brasileiros.
É preciso estar atento aos traidores da pátria e trabalhar em defesa da nossa soberania e dos interesses do povo brasileiro.
Zema cruzou uma linha fundamental.
Ao relativizar o trabalho infantil, legitima a exploração de crianças em um país marcado por profundas desigualdades. Isso significa empurrar os mais pobres, cada vez mais cedo, para ciclos de abandono escolar, precarização e ausência de perspectivas.
Faz parte de um projeto: o mesmo que trata nossas riquezas como mercadoria e agora trata o futuro das crianças como custo a ser reduzido.
Crianças não são mão de obra barata. São sujeitos em desenvolvimento, que precisam de proteção, educação e dignidade.
Não há tergiversação possível: trabalho infantil é violação de direitos.
Proteger nossas crianças é uma responsabilidade coletiva e inegociável para a construção de um projeto nacional que leve o Brasil a sério.