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Saiu, ciente da covardia presente na própria atitude, mas a sua consciência pesada nunca conserva-se mais do que apenas algumas horas. Duvidava de que seria diferente daquela vez. ]
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[ Repousou a mão na maçaneta por apenas um segundo antes de decidir abrir a porta. ]
Volto já, pegar um cafezinho.
[ Olhou para a mulher e sem emitir som algum, desejou boa sorte. Não sabia com o que estava lidando e não queria estar envolvido +
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﹙ ela semicerrou os olhos, fazendo seu habitual bico evidenciando o quanto gostaria de rir da tal cena, mas logo seu semblante se tornou sério. pensou consigo mesma: ❝que desculpinha mais esfarrapada.❞ ﹚
sim, ele está
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no que ela teria que fazer para sair daquela sala sem se comprometer. Em uma situação típica, um feitiço de ilusão teria sido o suficiente para tira-los daquela situação, mas as noites em claro lhe custaram mais do que ele admitiria. +
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[O bruxo tossiu em surpresa ao ouvir o médico, o olhar levitava entre curiosidade e acusação enquanto encarava a mulher. A mente do rapaz trabalhava rápido, mas suas mentiras constantes vieram a calhar quando seu tom de voz sequer tremeu.]
Ela possui síndrome de Raynaud.
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completamente incrédula e irritada por ter sido salva pelo leitor. os humanos não poderiam descobrir que ela era imortal, e o médico acabava de dizer que seu coração não estava batendo. como explicar aquilo?
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Recentemente também foi diagnosticada com bradicardia, se não me falha a memória. Tenho certeza de que a combinação dessas doenças com o ar condicionado deve estar causando isso. Não seria melhor desligar?
[ O loiro se aproximou da porta enquanto explicava, disposto a +
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