@gusyeva_ E se sentem ofendidos caso você goste/faça algo naturalmente excêntrico e que eles desconheciam e que só tomaram conhecimento por você.
Há outra coisa insuportável:
escrever assim
propositalmente sem letra maiúscula e sem ponto final
Voltei para finalizar de maneira sã.
O sistema invadido foi o IDAP, operado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Notícia do lançamento dele em 2023 aqui: https://t.co/8Tfe8bm5t1
Todas as informações são preliminares e nem a Anatel e nem as operadoras estão respondendo nessa madrugada. O único posicionamento oficial é da Prefeitura de Curitiba negando a autoria da mensagem.
Como acabo sendo para-raios desse tipo de tipo de assunto, divido convosco o que tenho visto se repetir nos relatos:
1) Somente capitais receberam o alerta.
2) Cada capital recebeu com uma diferença significativa de minutos.
Isso nos permite inferir que o atacante foi escolhendo capital por capital e mandando a mensagem uma por vez.
Um bom princípio para a investigação desse incidente seriam duas hipóteses: a primeira é que o software desenvolvido para receber as mensagens das autoridades e encaminhá-la a rede de telefonia foi comprometido. Alguém conseguiu acessá-lo ou obtendo uma credencial de acesso ou até descobriu com disparar mensagens sem senha.
Outra frente de investigação é o acesso remoto a computadores de servidores públicos que tenham acesso ao sistema. Se passando por um usuário legítimo, esse que nitidamente não é um autorizado conseguiu disparar a mensagem.
@ogaloganho Terminei de ler o relato. Em uma cidade de 5 mil habitantes, o meliante é facilmente encontrado. Eu o convidaria para entrar no cemitério e ficar lá para sempre.
A imprensa brasileira tem falhado ao informar, de forma acrítica e sem qualquer ponderação, o ingresso de novos países no banimento de menores de idade às redes sociais.
No verso do discurso que veículos têm reproduzido das assessorias de imprensa desses governos está o método desse banimento: a coleta massiva de dados pessoais e biométricos de adultos a cada acesso a serviços online para provarem não serem menores de idade. Estão nos mostrando só a folha da frente.
Portanto, toda notícia de restrições online a crianças e adolescentes que omita a informação de que os maiores afetados (em número e extensão de impacto) são os adultos entrega uma informação incompleta, merecendo críticas de seus leitores e espectadores.
A repetição na íntegra de um discurso governamental sem análise, sem crítica e sem ponderação chama-se publicidade. E esta deve ser cobrada pelo veículo e identificada ao leitor como tal.