🚨 Senador Sanderson faz um alerta "Senador que ficar em silêncio, e não abrir seu voto publicamente irá votar pela REELEIÇÃO do Alcolumbre"
Sanderson ainda pede que a população cobre seu Senador para que declare publicamente em que irá votar para presidência do Senado.
B R A S I L
@ptbrasil - partido esquerdista radical -
LISTA DOS PETISTAS MAIS HONESTOS DO PAÍS E NÃO PODEMOS ESCURECER QUE O CHEFE DELES @LulaOficial QUE DESGOVERNA A NAÇÃO E SEGUNDO ELE A PESSOA MAIS HONESTA DO MUNDO ???????????????.
Samara Felippo, acho q é assim q se chama. Vá plantar batatas em Marte.
Vc fez vídeos atacando os FASCISTAS imaginários e agora precisa deles?
Eu já me libertei de VCS há muito tempo, agora outras milhares de pessoas farão o mesmo e vc está com medo?
Hipócrita!Fez o L pra isso.
Os números de Araruama, no Rio de Janeiro, Brasil, chamam atenção na comparação entre os dois turnos da eleição presidencial.
Flávio Bolsonaro passou de 53.415 para 53.426 votos, um aumento de apenas 11 votos.
Lula, por outro lado, saltou de 23.451 para 29.032, ganhando 5.581 votos. O detalhe é que o município teve 824 eleitores a menos no segundo turno.
A partir desses dados oficiais do TSE, surge a pergunta: como Lula conseguiu ampliar tanto sua votação enquanto Flávio praticamente manteve o mesmo número de votos, mesmo com menos eleitores?
O resultado também chama atenção porque, no segundo turno, Lula teria concentrado praticamente todos os votos adicionais disponíveis no município. A diferença merece ser analisada com atenção, especialmente quando os dados oficiais mostram comportamentos tão distintos entre os dois candidatos.
Tentaram envolver Flávio Bolsonaro, mas o tiro saiu pela culatra!
🚨 O nome que veio à tona foi o de Eugênio Aragão, ex-ministro de Dilma e ex-advogado de Lula.
Poxa @Nissan vocês tem carros muito interessantes, mas será difícil comprarmos com vocês contratando pessoas que apoiam candidatos que defendem censura.
ADVOGADOS PEDEM ANULAÇÃO DO SEGUNDO TURNO PRESIDENCIAL DE 2026 E LEVAM AO MPF QUESTIONAMENTOS SOBRE INTERVENÇÃO DO STF NA VOTAÇÃO
Representação questiona decisão do ministro Cristiano Zanin que prorrogou a votação até as 19h, aponta tratamento desigual entre seções eleitorais e pede apuração de possível omissão da Presidência do TSE.
Os advogados Paulo Faria e Filipe Rocha de Oliveira levaram ao Ministério Público Federal uma representação que sustenta a nulidade do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras, realizado em 25 de outubro de 2026. A manifestação foi registrada sob o nº 20260093637 e também recebeu o protocolo PGR-00501639/2026.
O questionamento central envolve a decisão liminar do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, na Reclamação 101.673/BA, que determinou a prorrogação do recebimento de votos em todo o território nacional até as 19h, em razão de problemas relatados no transporte de eleitores.
Segundo a representação, a intervenção ocorreu quando milhares de urnas já haviam sido encerradas, criando dois regimes distintos de votação dentro da mesma eleição presidencial. Enquanto algumas seções encerraram suas atividades às 17h, outras permaneceram abertas até as 19h, conforme a situação operacional encontrada no momento da comunicação da ordem judicial.
O QUE ACONTECEU NO DIA DA ELEIÇÃO?
A controvérsia começou com relatos de insuficiência de transporte público em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas, na Bahia. Posteriormente, foram acrescentadas informações relativas a São Paulo e Teresina, acompanhadas de pedido de extensão nacional da votação.
A manifestação destaca que o Código Eleitoral estabelece o encerramento do recebimento de votos às 17h, assegurando a continuidade da votação aos eleitores que já estiverem presentes nesse horário.
Entretanto, a decisão do STF estabeleceu uma prorrogação extraordinária até as 19h. O problema apontado pelos advogados é que a medida passou a alcançar todo o país, inclusive localidades nas quais não havia demonstração específica de impedimento ao exercício do voto.
A comunicação oficial do TSE ocorreu quando parte expressiva das urnas já estava encerrada. Em São Paulo, conforme comunicado do próprio Tribunal Regional Eleitoral citado na representação, aproximadamente 80% das seções já haviam concluído a votação, sem possibilidade técnica de reabertura.
PRESIDENTE DO TSE RECONHECEU DIFICULDADES E RISCO À APURAÇÃO
Um dos principais fundamentos da representação está nas declarações atribuídas ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, em pronunciamento realizado após a votação.
Segundo o discurso reproduzido no documento, a decisão judicial exigiu a reestruturação de sistemas e rotinas de apuração, além do bloqueio temporário do recebimento dos Boletins de Urna.
Nunes Marques afirmou que o bloqueio produziu um acúmulo excepcional de arquivos, cuja capacidade de armazenamento chegou a preocupar os técnicos do tribunal.
A declaração mais significativa foi:
“Somente por este fato poderia ter havido comprometimento de toda a eleição brasileira.”
O presidente do TSE também informou que as dificuldades foram superadas pelas equipes técnicas e que a apuração pôde avançar.
Para os autores da representação, entretanto, a superação operacional dos problemas não resolve a controvérsia jurídica sobre a competência para alterar o procedimento eleitoral nem sobre a legalidade das providências adotadas.
O QUESTIONAMENTO JURÍDICO: QUEM PODERIA ALTERAR AS REGRAS DA VOTAÇÃO?
A manifestação sustenta que a decisão proferida na Reclamação 101.673/BA teria ultrapassado os limites da controvérsia originalmente submetida ao STF.
Os advogados argumentam que a proteção ao transporte gratuito de eleitores, discutida na ADPF 1.013, não autorizaria, por si só, a modificação nacional do horário de votação, especialmente durante a realização do próprio pleito… cont…