Uma emenda parlamentar de R$ 1 milhão, indicada pelo deputado federal Paulo Bilynskyj (PL-SP) para a realização de um campeonato de Free Fire em São Paulo, teve parte dos recursos destinada à GO7, empresa da empresária Karina Ferreira da Gama, produtora do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro.
Do total repassado ao Instituto Máximo Realiza, cerca de R$ 160 mil foram pagos à empresa, o que gerou questionamentos sobre a destinação dos recursos públicos devido à proximidade entre o parlamentar e a família Bolsonaro.
Karina Gama também preside entidades que receberam ou firmaram acordos que somam cerca de R$ 111 milhões em recursos públicos, incluindo um contrato de R$ 108,8 milhões com a Prefeitura de São Paulo, além de milhões em emendas parlamentares destinadas por integrantes do PL.
Os responsáveis pelo projeto afirmam que a contratação da GO7 ocorreu de forma regular para prestar serviços de gestão e produção do campeonato e negam qualquer irregularidade.
Até o momento, não há decisão judicial que conclua pela existência de desvio ou uso ilegal dos recursos.
O pré-jogo do trabalhador brasileiro X O pós-jogo do senador que deveria trabalhar pelo povo
Segunda-feira vai ser dia do Romário dançar enquanto o povo se humilha pra tentar ver um jogo da Copa na TV. E a grande mídia segue passando pano.
Acordei hoje e essa foi a cor da água saindo da torneira. É importante lembrar que o PSB fez uma PPP (privatização) do saneamento na Região Metropolitana de Recife e outras cidades em 2013. Resultado? BRK ganhando rios de dinheiro e nada mudou. Raquel Lyra, seguindo o PSB,
@jonesmanoel_PE Um absurdo que essas plataformas trabalhem com censura de forma explícita e nada pode ser feito, a soberania digital precisa entrar urgentemente na pauta do país.
A Polícia Federal acabou de pedir ao STJ autorização pra investigar a vice-governadora de Pernambuco.
O motivo: mais de R$ 100 milhões em dinheiro público que foram parar num hospital privado.
E o dono do hospital? O marido dela.
KKK doideira né? segue o fio:
Os vereadores Rick Azevedo e Thais Ferreira (PSOL) e Felipe Pires e Tainá de Paula (PT) votaram a favor do projeto de lei que criminaliza as críticas a Israel na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, classificando-as como antissemitismo.
https://t.co/yJU9bMOph6
TUDO o que já aconteceria normalmente vão querer meter na conta do fim da escala 6x1. É muito importante ficarmos atentos a essas narrativas mesmo após a aprovação, porque vão seguir tentando fazer o povo acreditar que dignidade para o trabalhador vai destruir o país.