Você já reparou que depois que família Bolsonaro apareceu na vida política, do Brasil. O país virou um caos, negacionismo de vacina , teorias sobre a COVID, pessoas malucas mandando mensagens para alienígenas, rezando para pneu . Vou ser sincero, antes deles não existia essa loucura no Brasil . Os caras conseguiram fazer pessoas idosas ficarem fanáticas por política . Bolsonarismo é um câncer em estado terminal...
Vou contar uma história aqui que todo mundo do campo educacional conhece, mas a sociedade em geral não. Por isso eu peço que compartilhe para que alcance o máximo de pessoas. Vou descrever em 10 pontos o que aconteceu na educação no governo Bolsonaro e depois elencar 13 pontos (há bem mais) sobre o que foi feito no governo Lula.
Os 10 retrocessos de Bolsonaro na educação
1/10 — Desfinanciamento do MEC
Bolsonaro deixou programas essenciais como PNAE e PNATE congelados e defasados, reduziu recursos para universidades e institutos federais e cortou a assistência estudantil justamente durante a pandemia.
Na infraestrutura da educação básica, o desmonte foi brutal: a proposta para 2023 previa 97% de redução nos recursos da rubrica específica.
2/10 — O fracasso na pandemia
Na pandemia, o MEC demorou a coordenar uma resposta nacional, não articulou com estados e municípios, não garantiu conectividade suficiente e não estruturou uma política nacional robusta de recuperação da aprendizagem. O resultado apareceu no SAEB: a proficiência caiu nas três etapas avaliadas entre 2019 e 2021.
3/10 — Ciência e pós-graduação em queda
Capes, CNPq e universidades federais sofreram cortes, contingenciamentos e perda de previsibilidade. O número de bolsistas do CNPq caiu de 92,2 mil em 2018 para 65,8 mil em 2020. Pesquisa, ciência e formação de mestres e doutores foram tratadas como despesa, não como investimento estratégico para o Brasil.
4/10 — Menos dinheiro para o MEC
Entre 2019 e 2021, os recursos discricionários do MEC caíram 29% em termos reais, atingindo o menor patamar em uma década. Menos orçamento significou menos capacidade para financiar políticas, apoiar redes de ensino e manter as instituições federais funcionando.
5/10 — Extinção da SECADI
Em 2019, Bolsonaro extinguiu a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI). Foram enfraquecidas políticas voltadas à educação especial, educação do campo, diversidade e educação para as relações étnico-raciais.
6/10 — Expansão desregulada da EAD
O governo Bolsonaro acelerou a expansão da Educação a Distância sem enfrentar adequadamente os desafios de qualidade e formação. O resultado foi o fortalecimento de um modelo cada vez mais concentrado no setor privado, enquanto a oferta presencial perdia espaço.
7/10 — Ataque à participação social
Bolsonaro enfraqueceu e desativou espaços de participação e controle social da política educacional.
O Fórum Nacional de Educação foi extinto. Educação pública se constrói com diálogo, participação e democracia — não com decisões de gabinete.
8/10 — Ausência de grandes políticas nacionais
O governo Bolsonaro não criou políticas nacionais de grande escala equivalentes ao Pé-de-Meia, Escola em Tempo Integral e Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Também não estruturou uma estratégia nacional de conectividade capaz de enfrentar as desigualdades reveladas pela pandemia.
9/10 — Instabilidade e crise no MEC
Foram cinco ministros da Educação em quatro anos, crises administrativas e graves denúncias de corrupção envolvendo o MEC e o FNDE. Houve baixa capacidade de coordenação federativa e conflitos com universidades federais, incluindo ataques à autonomia universitária e às escolhas feitas pelas próprias comunidades acadêmicas.
10/10 — Abandono da EJA
A Educação de Jovens e Adultos foi praticamente abandonada. 2019, 2020 e 2021 estão entre os piores orçamentos da série histórica, e a queda acumulada dos investimentos em relação a 2018 chegou a 94%.
Quem não teve oportunidade de estudar na idade adequada foi justamente quem menos recebeu atenção do governo. Em quatro anos, Bolsonaro deixou uma marca clara na educação: menos financiamento, menos participação social, menos ciência, menos políticas nacionais e mais precarização.
O desafio do governo Lula foi reconstruir o que foi desmontado — e voltar a colocar a educação pública no centro da agenda nacional. +
Uma conversa sobre SUS, Farmácia Popular, SAMU, Upas, Brasil Sorridente, vacinas, Mais Médicos, Agora Tem Especialistas, Centros de Tratamento de Câncer e fim da escala 6 x 1. Vem conosco!
O Vorcaro dava uma festa com 120 garotas de programa para autoridades da República no Madame Satã e, no domingo, estava na Igreja da Lagoinha pregando para os fiéis.
É um barato. Os caras tem apoio dos rentistas da Faria Lima, dos magnatas e bilionários do Brasil inteiro, indo do véio da Havan ao dono da Cyrela, tem apoio do governo dos Estados Unidos e do Partido Republicano, um partido de há quase dois séculos se reveza no comando da maior potência do mundo.
Tem apoio do Elon Musk, o homem mais rico do mundo, e de um monte de bilionário norte-americano - receberam até elogio do Jeffrey Epstein. Época de eleição, ganha apoio até da Globo, a segunda maior emissora de TV do mundo. E da Record, Jovem Pan, RedeTV, Brasil Paralelo e mais uma penca de mídia. São apoiados pelo agronegócio, pela indústria do sertanejo. Dominam as rádios no país inteiro.
Tem apoio de todos as grandes redes sociais do mundo, do X ao tio Zuck. Votam no maior partido político do país em bancada - com candidatos somando quase 5 bilhões de reais em patrimônio declarado. Um partido com origens remontando aos membros da ARENA, o partido oficial do Estado brasileiro durante um regime militar.
Mas eles juram que são antissistema rs
Vocês pararam para pensar que no golpe que derrubou a Dilma (com a ajuda do FBI e CIA dos EUA), o Brasil tinha começado a explorar o Pré-Sal?
Agora, encontramos óleo na Foz do Amazonas...olha a História se repetindo..
Não esqueça que as empresas americanas estão na Guiana.