Depois que Donald J. Trump encerrou o USAID, que bancava campanhas de esquerda e Generais Latinos através do Governo Biden 🇺🇸, "milagrosamente" a Direita começou a ganhar as eleições em todas às Américas!
Que "milagre" hein petista ?! 😂😁🤫🫵🏻🎯🇺🇸🇧🇷🫡
O Presidente da Extrema Esquerda pediu enforcamento de @FlavioBolsonaro e @BolsonaroSP ! Quem tiver ouvidos para ouvir, veja o momento em que @LulaOficial comete Crime!!! Cadê o @plnacional_ para entrar com uma ação contra esse assassino, cadê o jurídico do PL ????!!!!
A campanha de Flávio Bolsonaro acaba de anunciar que acionará o STF contra Lula por crime de ameaça e incitação ao crime após uma das declarações mais graves já feitas por um presidente da República contra um adversário político.
Nesta terça-feira, 2 de junho, durante um evento em Goiás, Lula chamou Flávio e seu irmão Eduardo Bolsonaro de “traidores da pátria” e afirmou que Joaquim Silvério dos Reis, delator de Tiradentes, foi enforcado “por menos” do que aquilo que eles estariam fazendo ao manter interlocução com autoridades americanas.
O presidente da República utilizou como referência o enforcamento de um homem acusado de traição para atacar adversários políticos vivos, em meio a um ambiente já marcado por radicalização e crescente tensão institucional.
Um presidente não pode naturalizar referências a execuções, enforcamentos ou punições físicas ao tratar de opositores políticos de maneira tão explícita, deixando para trás qualquer ambiguidade e ultrapassando os limites da retórica democrática.
Quando um presidente da República afirma que alguém foi enforcado por menos e, logo depois, questiona o que merecem os “traidores da pátria”, deixa de fazer apenas uma crítica política e passa a flertar com uma retórica que normaliza a punição de adversários - como os regimes amigos de Lula.
Imagine por um instante a reação da imprensa, de setores do Judiciário, de organizações políticas e de parte da classe intelectual se a mesma declaração tivesse sido feita por Jair Bolsonaro contra um senador de esquerda. O debate nacional estaria tomado por acusações de discurso de ódio, ameaça velada e atentado à democracia.
É justamente por isso que a iniciativa anunciada pela campanha de Flávio Bolsonaro dá uma dimensão ainda maior à declaração de Lula, expondo uma crise política e institucional que, há muito tempo, já ultrapassou os limites da divergência democrática e passou a flertar com a lógica da demonização e eliminação do adversário.
A campanha de Flávio Bolsonaro acaba de anunciar que acionará o STF contra Lula por crime de ameaça e incitação ao crime após uma das declarações mais graves já feitas por um presidente da República contra um adversário político.
Nesta terça-feira, 2 de junho, durante um evento em Goiás, Lula chamou Flávio e seu irmão Eduardo Bolsonaro de “traidores da pátria” e afirmou que Joaquim Silvério dos Reis, delator de Tiradentes, foi enforcado “por menos” do que aquilo que eles estariam fazendo ao manter interlocução com autoridades americanas.
O presidente da República utilizou como referência o enforcamento de um homem acusado de traição para atacar adversários políticos vivos, em meio a um ambiente já marcado por radicalização e crescente tensão institucional.
Um presidente não pode naturalizar referências a execuções, enforcamentos ou punições físicas ao tratar de opositores políticos de maneira tão explícita, deixando para trás qualquer ambiguidade e ultrapassando os limites da retórica democrática.
Quando um presidente da República afirma que alguém foi enforcado por menos e, logo depois, questiona o que merecem os “traidores da pátria”, deixa de fazer apenas uma crítica política e passa a flertar com uma retórica que normaliza a punição de adversários - como os regimes amigos de Lula.
Imagine por um instante a reação da imprensa, de setores do Judiciário, de organizações políticas e de parte da classe intelectual se a mesma declaração tivesse sido feita por Jair Bolsonaro contra um senador de esquerda. O debate nacional estaria tomado por acusações de discurso de ódio, ameaça velada e atentado à democracia.
É justamente por isso que a iniciativa anunciada pela campanha de Flávio Bolsonaro dá uma dimensão ainda maior à declaração de Lula, expondo uma crise política e institucional que, há muito tempo, já ultrapassou os limites da divergência democrática e passou a flertar com a lógica da demonização e eliminação do adversário.
FORO!
O Foro de São Paulo vem perdendo força. Protestos na Espanha, crise profunda em Cuba, desgaste de governos de esquerda e uma população cada vez mais cansada de narrativas antigas. Talvez o mundo tenha finalmente entendido que certas ideias só prometem igualdade... mas entregam escassez, controle e decadência.
APÓS Lula recomendar a Vorcaro que não vendesse o Banco Master ao BTG, reuniões secretas do filho da facção com o banqueiro no Planalto, diversas reuniões do Banco Central com o dono do Master, bancada do PT não assinar a CPMI do Master, troca de delegado que investiga Lulinha, nenhuma busca e apreensão na cúpula, nenhuma apreensão de passaporte diante dos fatos, Lula tentar impedir com unhas e dentes de classificar o PCC e o CV como grupos terroristas que destroem milhares de famílias e dominam o crime organizado no país, a espatafúrdia narrativa de que Adélio (antigo filiado político do PSOL, braço do PT) tentou assassinar Jair Bolsonaro e que seria um lobo solitário, mesmo diante de tantas evidências que mostram o contrário, e agora, Deolane, a amiga íntima de Lula e Janja é acusada de ser operadora financeira do PCC!
Por que ninguém se escandaliza com a proximidade entre Lula e alguém investigada em operação ligada ao PCC e com os outros fatos expostos?
Acham mesmo que todo o sistema de inteligência do país, com tantas agências que servem diretamente ao governo, é incompetente ou conivente?
Quando interessa, sabem de tudo. Quando não interessa, fingem não ver. O silêncio seletivo também fala muito.
O filme que a esquerda não quer que você assista chega ao Brasil dia 21/SET. Parabéns ao diretor 🇲🇽 @EVerastegui , ao protagonista 🇺🇸 @jimcaviezelfilm e todos os envolvidos.
14 anos de prisão para uma mãe de dois filhos por ela ter escrito uma frase em uma estátua com batom é algo simplesmente inaceitável em qualquer país minimamente civilizado.
Não há técnica jurídica na decisão de Alexandre de Moraes, há vingança, há sadismo, há ódio, há psicopatia...
Pergunto: o que justifica manter uma mulher trabalhadora, cristã, dedicada à família e sem antecedentes criminais presa e longe de seus filhos por uma década e meia? Escrever "perdeu, mané!" em uma estátua com toda certeza não justifica.
Deixar duas crianças sem a mãe é uma tragédia irreparável e uma crueldade inaceitável. Essa é a mesma pena que costuma ser dada a assassinos e a traficantes — se não for maior.
Então, não importa se você é de esquerda ou de direita, liberal ou conservador, se gosta ou não de Jair Bolsonaro, se você não se revolta com o que Moraes está fazendo, você já abriu mão da sua humanidade e já sacrificou sua alma no altar da conveniência política.
Simplesmente não há justificativa para tamanha crueldade. Apenas alguém que tem prazer doentio em torturar pessoas indefesas pode estabelecer uma pena cruel como essa.
Não tenham dúvida: estamos diante de um regime de exceção, com torturadores atuando de forma desavergonhada e em plena luz do dia.
Eu apelo aos deputados e senadores que repensem o que está acontecendo no país, que reconsiderem toda essa situação e que se perguntem se vale a pena deixar que milhares de brasileiros passem por esse tipo de sofrimento só porque Moraes e Lula não querem que vocês apoiem a anistia.
Da minha parte, faço questão de tornar o caso de Débora Rodrigues conhecido entre parlamentares e autoridades americanas. Foi o que fiz durante a maior parte do dia hoje e o que seguirei fazendo nos próximos dias e semanas, até que o uso do Estado brasileiro para praticar essas crueldades seja adequadamente condenado e punido pela comunidade internacional — e escrevam o que estou dizendo: isso vai acontecer.