Um amigo meu se afastou do grupo depois de uma viagem.
Não teve briga.
Não teve discussão.
Só teve um detalhe.
Ele dirigiu mais de 10 horas.
Pagou pedágio.
Resolveu problema de hotel.
Organizou roteiro.
Buscou gente atrasada.
Fez tudo.
Na volta, o grupo criou um álbum com mais de 200 fotos.
Ele apareceu em duas.
Nenhuma legenda mencionava o que ele tinha feito.
Nada.
Naquele dia ele percebeu algo desconfortável:
algumas pessoas gostam muito do resultado do seu esforço.
Mas quase nunca lembram da pessoa que carregou o piano.
Meses depois ninguém entendia por que ele tinha se afastado.
Mas às vezes o afastamento começa quando alguém percebe que é valorizado pelo que faz...
e não por quem é.
Você acha que as pessoas são ingratas...
ou simplesmente distraídas?
eu acho muito engraçado esse limite que a esquerda traçou com zoar a aparência física
pode zoar o intelecto, a moralidade, a família, chamar de burro, imbecil, nazista, comparar aos maiores genocidas da humanidade e degradar a pessoa até as raias do absurdo, mas falou que a pessoa é feia, aí não po, tudo tem limite, muito feio isso de falar da aparência da pessoa pq algumas pessoas tem gatilhos!!!
pelo amor de deus, sabe. vão tratar isso aí na terapia
“Influenciador de extrema direita”, termo que praticamente toda a mídia brasileira utilizou para se referir a um homem assassinado brutalmente por um extremista, é quase como dizer: “mereceu”. Isso é sujo em muitos, muitos níveis.
Charlie Kirk debatia. É isso. Ele fazia seus argumentos e estava disposto a debater qualquer um.
E nisso ele tirou muita gente da esquerda.
E por isso mataram ele.
Entendam: não é admissível pra esquerda você convencer pessoas com argumentos.
Um australiano não aguentava mais todo mundo estacionar na frente do portão de sua garagem e resolveu o problema instalando um sprinkler ativado por movimento. O miserável é um gênio.
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