Brasil é um país onde a candidatura mais séria pro cargo mais importante é tratada como piada. E as candidaturas que são uma piada, se blindam na estratégia do
"Quanto menos aparecer, melhor".
País difícil
Esta é a Estrada da Gávea, a única via que corta a favela da Rocinha e que dá acesso aos principais pontos de entrada das vielas, becos e escadarias.
Lembrando: De acordo com censo 2022, a Rocinha possui 72.154 pessoas, ou seja, mais gente que 91% dos municípios brasileiros.
Pois é.
Não romantizem as favelas.
@patyparraeppgg Prendeu, matou é o mínimo que um candidato deve estar falando no Brasil hoje. No ritmo que estamos, em menos de duas décadas a maioria das nossas cidades vão estar CONTROLADAS pelo tráfico de drogas.
Infelizmente o Brasil requer um choque de ordem
Eu já tive outras páginas aqui no X. Acabei deixando tudo isso e fui postar só na conta pessoal. (Essa)
É impressionante como a galera vai radicalizando.
Não acho que Leme, Serafim e outros estejam recebendo dinheiro ou qualquer coisa do tipo.
Não é essa a explicação.
O Serafim começou falando que só queria voto útil contra o PT. Agora a maioria dos posts é ataque baixo ao Renan. A live dele virou praticamente um programa que fala sobre MBL.
O Leme fez o mesmo caminho. Já tinha dito que não apoiaria o Flávio por causa de travesti no PL e, detalhe, já saiu mais vídeo do Flávio apoiando mais um. Começou na narrativa de “voto útil” e “só estou contra o Lula”. Agora embarca nas teses mais esdrúxulas. O Renan denuncia financiamento ilegal vindo de outro país e o que ele enxerga nisso é bate-bola com o PT.
É realmente difícil acompanhar isso. Você vê gente que até ontem falava em voto útil e em ser só anti-PT virar uma militância diária, com tese improvisada e algumas piadinhas disfarçadas de ataques.
No fim, o que era “voto útil” vira ataque ao Renan e à militância da Missão por não querer votar em ladrão.
Assisti ao pronunciamento da Glenda, conhecida como Espectro Cinza, e saí com algumas concordâncias, mas também com a sensação de que alguns pontos ficaram sem resposta ou sem maiores explicações.
Sobre o Orlando Lima, ela afirma que os prints são verdadeiros e mostrou que foi ao cartório para registrar as mensagens. No vídeo, inclusive, mostra o próprio celular e as conversas. Agora o Orlando diz que as mensagens foram editadas. Então, quem está falando a verdade? Isso precisa ser esclarecido.
Outro ponto que me chamou muita atenção foi o professor de inglês que, segundo ela, gravava as aulas e conversas por cerca de um ano. Sinceramente, eu também questiono muito a intenção de alguém que faz isso durante tanto tempo. E, se for verdade que ele hoje trabalha no MBL, isso precisa ser explicado. A título de que ele entregou esse material? Por quê? É uma situação bastante problemática.
Sobre as “ameaças” contra o Renan, eu já tinha dito que não acreditava que a Glenda realmente fosse tentar assassiná-lo, embora reconhecesse que determinadas acusações feitas por ela, Nando e demais, poderiam contribuir para radicalizar pessoas contra ele. Isso é algo que também precisa ser levado a sério.
Ao mesmo tempo, achei que ela passou muito rapidamente por algumas questões, especialmente sua aproximação com Ben Pontes, Costenaro e Nando Moura. E não acho correto colocá-la simplesmente como uma vítima de tudo. Ela também criticou e atacou o MBL em determinado momento. Existe contexto dos dois lados.
Concordo, porém, que os áudios utilizados pelo MBL podem ter sido apresentados de forma picotada e que cortes podem alterar a percepção de uma fala. Se criticamos isso quando o Nando Moura faz, precisamos manter o mesmo critério quando é feito por outro lado.
No fim, estamos falando de acusações muito graves. Isso precisa sair da esfera de lives, vídeos e exposição pública e ser analisado de forma adequada, inclusive juridicamente, com provas e pessoas de fora avaliando os fatos. Porque sempre haverá uma versão de cada lado.
E se vier uma parte 2 com acusações ainda mais graves, como ela prometeu caso o vídeo alcance 20 mil curtidas, espero que venha acompanhada de provas. Falar, falar e falar não resolve. Quanto mais graves são as acusações, maior precisa ser o nível de comprovação.
Também acho que o MBL precisa tratar com muita seriedade as acusações de nazismo e supremacismo que vêm sendo associadas ao movimento. Se consideram essas acusações falsas, precisam explicar e demonstrar isso de forma clara. Uma etiqueta dessas, quando se repete muitas vezes, pode acabar se consolidando na percepção pública, especialmente para um partido ainda tão novo. E se isso acontecer será desastroso.
E, como eleitora, hoje sou muito mais crítica. Não passo pano para ninguém. Se estiver errado, precisa ser explicado. Se houver acusação, precisa haver prova. E se houver problema, precisa ser enfrentado.
É simples: eu não quero trocar um grupo de políticos por outro e continuar no mesmo lugar. Quero mudança de verdade. E, para isso, coerência e responsabilidade precisam valer para todos.
@cidadaosembens@guaccelerate O ponto é que mesmo sacrificando tudo uma boa parcela não vai conseguir acesso a 1/10 do que gerações passadas tiveram com "menos" esforço.