Sobre as propostas FEMINISTAS, vamos incluir uma informaçao imporante?
As propostas partiram da Daniella Marques, uma LIBERAL aliada de Constantino, ex-membra do time Paulo Guedes e querida na Faria Lima.
Agora podem voltar a reclamar. Do meu lado sigo contra os liberais.
Ator global André Bankoff manda recado para o seu colega de profissão Wagner Moura @WagnerMouraReal
“Wagner Moura não é cego é claro que não, só que ele fecha os olhos porque convém a ele…esse bunda mole prega o socialismo, só que ele desfruta e vive no luxo do capitalismo nos Estados Unidos.É MUITA CANALHICE! O cara defende a miséria, a pobreza pra gente aqui no Brasil , só que ele vive no luxo e na segurança ..pergunta para o Wagner Moura porque ele não mora no Nordeste, onde o PT do governo Lula atua há 24 anos. Você não é baiano Wagner Moura? Vai morar em Salvador, na Bahia, no estado do governo que vc tanto apoia , mas vc não vai né! Esse é o maior exemplo do que é ser um socialista, miséria, violência, sujeira, comida cara,pobreza pro povo. Mas pra eles socialistas primeiro é viver em país justo e seguro m, Estados Unidos..”
- Perseguição. Implacável. Essa é a palavra que define o tratamento dado a Jair Bolsonaro. Enquanto corruptos são absolvidos, o ex-presidente é alvo de um cerco sem precedentes. O delegado da Polícia Federal responsável pelo caso Adélio - que até hoje segue sem resposta concreta - foi alçado ao cargo de diretor de inteligência da PF no governo Lula. Coincidência? Difícil acreditar.
- Pesca Probatória, LawFare. Quebra de sigilo, buscas, apreensões, devassas, intimidação e prisões para “delações. Tudo isso sem prova de nada. Jamais se viu algo parecido na história. Sem minuta. Sem armas. Sem qualquer indício que sustente as manchetes fabricadas. O que sobra é apenas a narrativa - a velha farsa do golpe - criada para justificar o uso da máquina do Estado contra um adversário político.
- No Brasil de hoje, quem enfrenta o sistema é perseguido. E quem serve ao sistema, é promovido.
GENERAL AUGUSTO HELENO: A HONRA SOB VIGILÂNCIA
Um dos maiores brasileiros da nossa história.
Um general que dedicou a vida ao Exército, à soberania nacional e ao seu país.
Hoje, aos 78 anos, vive sob prisão domiciliar, tratado como criminoso por um sistema que fez da perseguição política método de governo.
Há países que transformam seus heróis em estátuas. O Brasil desta era prefere tornozeleiras.
Podem restringir seus passos, mas jamais apagar sua trajetória.
A história não se curva a sentenças. Ela apenas espera o tempo colocar cada homem em seu devido lugar.
Deixe sua mensagem para o @FabioPorchat .
Aliás, concordo com tudo que eles comentam.
E mais: Seu relógio parou na lacração ideológica, @FabioPorchat .
Fazer graça apontando o dedo para os outros só mostra que o seu roteiro perdeu a validade.
Como parar de rir disso aqui?
O tal Sam Sônia Abraão do portal Metrópoles foi investigar a tal foto do Flávio Bolsonaro com o tal Sicário, divulgado pela tal Juju das Piva, do ICL, que aliás, depois desses 15 segundos de fama, voltou para a casa da sua total irrelevância.
Aí, alguém foi lá investigar o vídeo do tal Sam Sônia Abraão, e fez esse vídeo hilário que está aí abaixo.
E eu sou o tal que está rindo muito de tudo isso, e tal. 🤣🤣
"Captei" esse vídeo do perfil @RAINERITA . ❤️❤️👏👏
Neste vídeo você terá assistirá a todos os privilégios que Lula teve. Não apenas veja, compartilhe, vamos deixar o rei D. Pedro III nu mais uma vez!
No mais, Obrigado prof. @VillaMarcovilla, sigo torcendo para sua pronta recuperação a fim de dar notícias sensatas como esta👇
Nas últimas eleições presidenciais em 2022, cerca de 32 milhões de brasileiros deixaram de votar e cerca de 2 milhões de votos decidiram os catastróficos rumos que nossa nação vem tomando desde então.
Não se trata mais de esquerda ou direita, mas da direção que o Brasil continuará tomando.
Botemos a mão na consciência e pensemos no amanhã. É isso que peço a qualquer pessoa que não tenha lado, mas que tenha amor por seus filhos, netos, familiares e amigos.
Não se subestime! Não lave as mãos! Você faz a diferença!
Em 2022, o TSE, liderado por Alexandre de Moraes, proibiu manchetes que associavam o PT ao PCC; jornalistas não podiam afirmar que Lula era amigo de ditadores. CENSURA.
O tempo passou e Lula estendeu tapete vermelho para Nicolás Maduro, provou que era amigo de Daniel Ortega e outros ditadores pelo mundo. Manchetes recentes mostram que um vereador do PT foi preso em operação contra o PCC. A "Dama do Tráfico", tesoureira do CV, visitou ministérios de Lula. Como o TSE vai reagir em 2026?
O Movimento Imparáveis acaba de lançar a nota oficial: “Não tem nada a ver com a Michele, juro por Deus, somos só um fã-clube indie com cluster de mobilização”.
Depois de duas semanas de silêncio sepulcral, 6.400 seguidores e zero relevância, o assessor principal dela (aquele que puxa a fila no vídeo) resolveu dar o recado: “Foi mal, gente, a ex-primeira-dama só curte de longe”.
É tipo aquele amigo que organiza a festa, convida todo mundo, posa pra foto e, quando o bagulho vira fiasco, manda áudio: “Eu nem tava aí não”.
Fã-clube de ideias? Que tal um clube de gente que trabalha de verdade em propostas sérias em vez de mendigar like e manchete? Política não é brinquedo de adulto carente, é ferramenta pra transformar o país.
Mas né… pra isso precisa ter conteúdo. E pelo visto tá faltando.
Imparáveis? Só o ridículo mesmo. 😂
A imprensa está incrédula com a decisão de Moraes. Especialistas expõem a perseguição política e privação de direitos inconstitucional. Não existe na legislação a pena de incomunicabilidade!
A ÚLTIMA GRANDE ENTREVISTA ANTES DO CERCO
Vista hoje, a entrevista concedida por Jair Bolsonaro ao Poder360 não parece apenas uma conversa jornalística. Parece o registro político de um homem que já percebia o fechamento gradual das portas ao seu redor.
Durante mais de uma hora, Bolsonaro não fala como alguém preparando sua aposentadoria. Fala como acusado, líder político e candidato que se recusa a entregar antecipadamente o próprio lugar na história.
O eixo central da entrevista é sua defesa no processo sobre a suposta tentativa de golpe. Bolsonaro insiste que nunca agiu fora da Constituição, contesta a associação entre sua conduta e o 8 de janeiro e repete que estava nos Estados Unidos durante as depredações. Questiona a ausência de armas, tropas, tanques ou qualquer tomada efetiva do poder e sustenta que reuniões e discussões administrativas foram transformadas em conspiração.
Sua argumentação não é construída apenas com linguagem jurídica. Bolsonaro usa o absurdo para demonstrar o que considera absurdo. Compara a acusação à obrigação de provar que não matou um marciano e ironiza que só faltaria responsabilizá-lo por “engravidar a baleia”. O humor, porém, não esconde o peso da situação. Por trás das frases está um homem de 70 anos falando repetidamente sobre condenação, prisão, saúde e liberdade.
Outro ponto profundo é sua crítica ao próprio desenho do julgamento. Bolsonaro questiona a concentração das funções de investigador, vítima, relator e julgador dentro do mesmo ambiente institucional. Ao mencionar Alexandre de Moraes, a Primeira Turma do STF e a impossibilidade de recorrer a uma instância superior, ele tenta deslocar o debate da pergunta “houve golpe?” para outra ainda mais incômoda: existe devido processo quando o destino do réu parece decidido antes da sentença?
A entrevista também revela que o tarifaço americano nunca foi, para Bolsonaro, uma questão exclusivamente comercial. Ele interpreta a pressão de Donald Trump como parte de um conflito maior envolvendo liberdade de expressão, decisões contra empresas americanas, aproximação de Lula com regimes autoritários, enfraquecimento do dólar e expansão chinesa.
Bolsonaro afirma ser contrário às tarifas, mas considera que o governo Lula criou a crise ao provocar os Estados Unidos e destruir os canais de interlocução. Apresenta-se como alguém capaz de conversar com Trump e negociar uma saída, lembrando que teria evitado tarifas sobre o aço brasileiro durante seu governo.
É nesse momento que a entrevista ganha dimensão geopolítica. Bolsonaro fala sobre os acordos assinados entre Brasil e China, terras raras, Amazônia, compra de propriedades rurais e dependência estratégica. Define a aquisição estrangeira de terras como uma “invasão silenciosa” e enxerga o Brasil sendo empurrado para um bloco econômico e político contrário ao Ocidente.
Mas o trecho mais revelador talvez seja aquele sobre 2026. Bolsonaro afirma que continuará tentando registrar sua candidatura e se recusa a escolher antecipadamente um sucessor. Cita Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Michelle Bolsonaro e outros nomes, mas deixa claro que a decisão final permaneceria em suas mãos até o último momento possível.
Ao mesmo tempo, apresenta um projeto que vai além da Presidência. Sua verdadeira estratégia seria conquistar o Congresso, especialmente o Senado. Bolsonaro projetava eleger cerca de 120 deputados federais e 20 senadores pelo PL, formando uma maioria capaz de barrar indicações ao STF, fiscalizar os demais Poderes e restaurar o equilíbrio constitucional.
Quando afirma que, com metade do Senado, poderia exercer mais poder que o presidente da República, ele revela ter compreendido uma lição tardia de seu próprio governo: sem força parlamentar, a Presidência pode ocupar o Palácio, mas não controla o destino institucional do país.
A defesa da anistia aparece dentro dessa mesma lógica. Bolsonaro rejeita apresentá-la como benefício pessoal e insiste que ela deve alcançar os condenados do 8 de janeiro. Para ele, não se trata apenas de libertar indivíduos, mas de corrigir aquilo que considera uma ruptura na proporcionalidade das penas e na própria aplicação da Justiça.
Há contradições na entrevista. Bolsonaro diz não cogitar prisão, mas fala dela repetidamente. Afirma ser contrário ao tarifaço, mas compreende a pressão exercida por Trump. Recusa-se a escolher um sucessor, enquanto avalia cuidadosamente todos os nomes disponíveis.
Essas contradições não tornam a entrevista menor. Tornam-na humana. Revelam um líder tentando demonstrar confiança enquanto calcula todas as possibilidades de um futuro que já não controlava completamente.
Três dias depois da gravação, a Polícia Federal faria buscas em sua residência. Bolsonaro receberia uma tornozeleira eletrônica, perderia o acesso às redes sociais e seria proibido de falar com Eduardo e de manter contato com autoridades estrangeiras.
Por isso, aquela conversa adquiriu um significado que não possuía quando foi transmitida. Tornou-se o último grande retrato de Bolsonaro ainda falando livremente, organizando sua defesa, desenhando 2026 e alertando que o processo não terminaria nele.
A frase que resume toda a entrevista não é sobre Trump, Lula ou eleições. É sobre o futuro:
“Hoje sou eu. Amanhã será outra pessoa. Eles não vão parar por aí.”
Não era apenas uma defesa pessoal. Era um aviso.
Quem nao entendeu o que os EUA estão fazendo eu explico: estão através da imprensa dando conhecimento ao mundo dos crimes e provas de quem é realmente Lula e o terrorismo implantado na AL para formalizarem sua captura!
O governo Lula colocou os moradores de rua como prioridade para receber o Bolsa Família. O resultado? A população em situação de rua dobrou durante o seu governo.
Eu acionei o TCU por conta desse aumento histórico de mais de 110% no número de moradores de rua recebendo o Bolsa Família. Além de incentivar que as pessoas não saiam das ruas, isso fortalece o tráfico de drogas.
Conversei com moradores de rua no bairro Pinheirinho, em Criciúma. Eles mesmos admitem que usam o dinheiro do programa para comprar drogas.
Mas o objetivo é esse: alimentar essa situação para transformar essas pessoas em dependentes não apenas da droga, mas também do Estado, porque tudo o que importa são as próximas eleições, e não o bem do Brasil.