@thaisbasile A responsabilidade pelo abuso é 100% do abusador… e essa distorção precisa ser corrigida.
Mas afastar-se de um companheiro opressivo e aproximar-se de outro, sistematicamente também necessita ser percebido. É um ciclo sobre o qual é importante se responsabilizar.
Não tem
NADA A VER com preparo ou habilidade. É o contrato disso. Precisamos cuidar para não fazer coro a esse discurso e legitimar, como efeito colateral, um comportamento abjeto, fundado na mais absoluta escrotidão - e não em estudo ou competência.
Acho que precisamos parar de repetir o argumento massivo de que Marçal é versado em comunicação, de que tem domínio de linguagem corporal e de que esse diferencial o torna um fenômeno. +
Essa conjuntura, muito impulsionada pelas mídias sociais e pelo que denominamos bolsonarismo (mas que é anterior e mesmo independente do próprio Bolsonaro) permite a emergência, o fortalecimento e a validação desses espécimes. +