Pra quem tá achando que é exagero.
Principalmente pro pessoal que vota 22, ou que tá de isentão achando que isso é disputa de time de futebol.
Tá aí um pequeno spoiler dos próximos anos com Flávio Bolsonaro:
A série: o que Flavio fará de mal:
O principal é mais terrível mal será liberar meninos brasileiros (exército) para servir de bucha de canhão nas guerras do Trump, como sugeriu uma vez o Edu bananinha em relação à possível invasão da Venezuela.
Mães, se cuidem!
Kim: "O q voce diria se vazasse uma ligação do Lulinha pedindo 130 milhões de reais pro Marcelo Odebrecht dizendo que é pra um filme sobre o Lula? Se o Lulinha mentisse que não conhece o Odebrecht? Então pq quando o Flávio Bolsonaro mente é patriota?"
A série: o que Flavio fará de mal:
O principal é mais terrível mal será liberar meninos brasileiros (exército) para servir de bucha de canhão nas guerras do Trump, como sugeriu uma vez o Edu bananinha em relação à possível invasão da Venezuela.
Mães, se cuidem!
A série: o que Flavio fará de mal:
O principal é mais terrível mal será liberar meninos brasileiros (exército) para servir de bucha de canhão nas guerras do Trump, como sugeriu uma vez o Edu bananinha em relação à possível invasão da Venezuela.
Mães, se cuidem!
A abstenção foi grande, mas o que muita gente não sabe é que empresas privadas tiraram ônibus das ruas no dia da eleição. Imaginem como seria se o voto não fosse obrigatório. As elites fariam de tudo pra impedir que pessoas de bairros pobres pudessem votar.
O Flávio venceu e virá com força total, apoiado pela Câmara e pelo Senado. No papel, é um cenário devastador — o próprio apocalipse político. Mas, no fundo, sob a lógica da revanche, carrega uma ironia inevitável. Veículos como a Globo e a Folha de S.Paulo, que pavimentaram essa subida, sentirão na pele o impacto dessa máquina. Quando a pressão contra essa imprensa começar, que a esquerda não cometa o erro de agir como escudo.
O mesmo se aplica ao trabalhador de baixa renda que abraçou esse projeto: verá o congelamento do salário mínimo, a inflação corroer a mesa, a manutenção da escala 6x1 e os cortes severos no Bolsa Família e nas aposentadorias. Causa dor ver a população do Nordeste exposta a isso, mas a maturidade política exige responsabilidade. O eleitor é adulto e precisa arcar com o peso das próprias decisões. Não cabe à oposição servir de amortece para o impacto; quando as instituições e a sociedade escolhem um caminho, a barreira sai do meio para que sintam as consequências reais das escolhas feitas. A história ensina que, em muitos casos, o aprendizado só ocorre pelo desgaste do cotidiano.
A cobrança deve ser direta também para os grupos minoritários que apoiaram esse espectro político. Se houver retrocesso no casamento igualitário ou perseguição institucional a populações LGBTs em estados dominados pela direita, caberá lembrar diariamente aos que apoiaram esse sistema onde começou a responsabilidade. Da mesma forma, quando políticas raciais e direitos básicos forem desmontados, a postura não será de tutela paternalista. É preciso abandonar o papel de protetor ingênuo de quem ajudou a erguer a própria parede.
Chega de retórica complacente e de slogans como “ninguém solta a mão de ninguém”. Essa postura se mostrou ineficaz. O momento pede recuo estratégico: afastar as mãos, recuar do debate imediato e deixar que a extrema-direita governe sem qualquer tipo de interferência ou oposição defensiva pelos próximos anos.
Quando o desgaste econômico e social atingir a imprensa e os setores corporativos que viabilizaram esse cenário, os pedidos de socorro virão. Cabe à oposição manter a indiferença e lembrar, de forma permanente, quem colocou o país nesse rumo por puro ressentimento político e social.
A experiência internacional já demonstrou a dinâmica do desgaste absoluto de governos populistas quando deixados à própria sorte, sem um alvo externo para culpar pelos próprios erros. Sem oposição para polarizar, o sistema colapsa sob o peso da própria incompetência administrativa.
Enquanto isso, o Nordeste reafirma sua posição. O Ceará e sua capital seguem sob gestões progressistas, funcionando como uma ilha de estabilidade e resistência institucional. Para quem está fora dessa zona de proteção, a orientação é pragmática: preservem-se, fortaleçam suas redes locais e reduzam o desgaste com o ecossistema político atual. Evitem exposições desnecessárias em manifestações ou redes sociais, cuidem da saúde mental e observem o desenrolar dos fatos.
Fiquem calmos. Que a nação aguente o peso das escolhas que fez.
Concordo com Edna Gomes, infelizmente a população brasileira entregou o Senado à extrema-direita. Avisamos tanto, mas o povo escolheu o opressor e a conta será paga pelos mais pobres.
O Brasil merece virar vassalo dos EUA, ter o pix taxado, nosso petróleo confiscado - como o da Venezuela, nossas empresas vendidas para os gringos e as investigações do Banco Master paralisadas.
Bora trabalhar para que os que não votaram vá votar no segundo turno ou será o caos