Quando alguém morre e deixa imóvel pra mais de um herdeiro, abre-se o inventário, e até ele terminar, que no Brasil leva meses ou anos, os herdeiros são coproprietários de um bem que ninguém pode vender sozinho, alugar livremente ou usar como quer. O Estado cobra o ITCMD pra liberar a transmissão, exige certidão, e enquanto o processo arrasta, o imóvel fica num limbo gerando despesa, IPTU, condomínio, manutenção, sem gerar renda. A família é empurrada pra uma copropriedade involuntária, fonte clássica de briga entre parentes, porque a burocracia da sucessão prende o patrimônio num emaranhado que só se resolve pagando imposto e esperando o rito. O que o falecido construiu pra deixar aos seus vira, vira um problema travado e oneroso, e a primeira mão a se servir do espólio, antes de qualquer herdeiro, é a do fisco.
@enf_intensiva@macunaimaz@Mapa_Brasil Eu acho isso muito triste. Mas, fico triste tb pq alguns ranchos pegaram pouca tainha. Falo no caso da praia do Rosa, no canto sul. E lá não teve muita tainha não. Talvez se tivesse uma alternativa que proibisse algumas áreas de pesca e não outras sei lá
@te_madame Lembrei de um dia que consegui uma vaga de estagiária de biologia numa empresa. No primeiro dia o chefe mandou eu levar um cafezinho pra todos na reunião . Nunca mais apareci lá
@fe_pinkk@ZAMENZA Meu filho é autista e jamais teve um comportamento desses. Se a criança é autista e tem problemas de agredir os outros, tem que ser supervisionada o tempo todo 🤦🏻♀️
@sergiofreire Eu não sei. Eu sou a filha que não deu trabalho, que não reclamava, não brigava. Minha irmã já deu mais trabalho, tem uma personalidade mais difícil. Minha mãe sempre deu mais atenção a ela, mais presentes, mais dinheiro…