URGENTE: Segundo a revista Veja, Davi Alcolumbre teria recebido R$ 155 milhões de Daniel Vorcaro para votar a dosimetria que beneficiaria a família de Flávio BOLSOMASTER, além de enterrar a CPMI do Banco Master.
Nesta semana, o mesmo Davi Alcolumbre defendeu a tese de que o Brasil não aguenta pagar um piso mínimo para garantir salário digno a médicos, enfermeiros, professores e outras profissões.
E ainda tenta sabotar a PEC do fim da escala 6x1.
Para beneficiar banqueiros e poderosos, aparecem milhões. Para garantir dignidade aos trabalhadores, dizem que falta dinheiro.
VÍDEO - Marqueteiro de Renan Santos chama Vini Jr. de "macaco": "Incapacidade cognitiva"
O influenciador Eduardo Bisotto, que atua como marqueteiro do partido Missão e do Movimento Brasil Livre (MBL), viralizou nas redes sociais por comentários racistas contra Vinicius Jr., atacante da Seleção Brasileira, durante o último amistoso antes da Copa do Mundo. Próximo a Renan Santos, pré-candidato à Presidência, Bisotto chamou o atleta de “mono” (macaco em espanhol) ao reagir ao jogo em live no YouTube.
https://t.co/PYm2DeoRyD
⚽🗺️ Na história das Copas, o Galo teve 18 jogadores convocados, e alguns deles fizeram parte do famoso Álbum da Panini. Se liga:
🇺🇾 Mazurkiewcz (1974)
🇧🇷 Cerezo e Reinaldo (1978)
🇧🇷 Luizinho, Cerezo e Éder (1982)
🇧🇷 Taffarel (1998)
🇵🇾 Cáceres (2010)
Pelas novas regras sobre terrorismo, os EUA podem congelar o fundo do advogado do Eduardo Bolsonaro no Texas e tomar toda a grana. E prender quem administra. E os beneficiários.
Ontem o Davi Alcolumbre defendeu a tese de que o Brasil não aguenta pagar um piso mínimo pra garantir salário digno a médicos, enfermeiros, professores e outras profissões.
Hoje ele jogou nas costas do governo um prejuízo do agronegócio que pode chegar a R$ 140 bilhões. Tem horas que não dá pra fazer política sem ficar com sangue nos olhos.
O que mais me dá raiva é ver traidores da classe trabalhadora votando nessa gente depois.
📢 Você, usuário do X, deve ter percebido diversos anúncios esquisitos que mostram uma suposta "briga" no programa Roda Viva, né? Bom, isso se trata de um golpe e, claro, a plataforma não está fazendo nada para impedi-lo.
Os criminosos utilizam anúncios pagos para divulgar o golpe.
As imagens e os vídeos são manipulados com inteligência artificial e direcionam os usuários para um site que imita a página do programa e promete ganhos financeiros rápidos.
A TV Cultura emitiu uma nota de repúdio e afirmou que "não aprova a utilização e a alteração de suas propriedades intelectuais, por meio de inteligência artificial, para a criação deliberada de conteúdo enganoso e a exposição inapropriada de seus jornalistas, apresentadores e colaboradores".
Viu? Não clique.
🔗 Fonte: TecMundo
Auditorias da Controladoria-Geral da União detalham como o Conselho Nacional do Sesi atropelou o próprio departamento jurídico para repassar milhões ao Instituto Conhecer Brasil (ICB). O esquema envolveu notas frias, superfaturamento de até 748% e quarteirização de serviços para empresas de fachada.
Leia a matéria completa no site do Intercept Brasil: https://t.co/tEJ6qj4Csv
@Aronaiello ô amigo, muito respeitosamente. Eu não tenho cacife para dizer o que foi ou o que não foi, mas o Tostão tem. Eu literalmente dei um ctrl+c e ctrl+v de um trecho desse artigo dele, se você achar um removedor de paywall você vai ver:
https://t.co/3FxR9aPe0U
É tempo de Copa, mas é preciso entender mudanças importantes na lei da SAF.
Ela amplia regras de governança e reacende debate sobre proteção a investidores e credores.
Legislação exige conselheiros independentes e ampla divulgação de informações. https://t.co/qxg2JhjxBq
Juízes de grupo criado por Fachin para estudar 'penduricalhos' receberam até R$ 332,2 mil por mês
CNJ diz que os magistrados, selecionados por seu perfil técnico, recebem subsídios fixados pelos seus respectivos tribunais de origem > https://t.co/OTDd0apBc5
Para entender como a Copa do Mundo foi parar nos EUA, é preciso voltar a 2010, quando foram escolhidas as sedes de 2018 e 2022. Rússia e EUA queriam, cada uma, um Mundial com sua marca.
A candidatura do Catar era meio folclórica: país com muitos recursos naturais, mas desértico, pequeno e sem qualquer ligação com futebol - menos até que os EUA.
Quando o presidente da FIFA, Sepp Blatter, abriu os envelopes e revelou que a Rússia conseguira sua Copa em 2018, mas os EUA não teriam a de 2022 porque ela ia pro Oriente Médio, ele acionou uma reação em cadeia que levaria à sua própria queda.
Tio Sam nunca engoliu aquela derrota. Os imensos protestos no Brasil contra a Copa de 2014 ganharam repercussão internacional, inclusive por lá, e motivaram o FBI a agir contra a casta do futebol mundial. Começava o FIFAgate.
Todo mundo sabia que havia esquemas de corrupção na FIFA e, como muitos deles passavam pelo sistema bancário estadunidense, a polícia dos EUA justificou sua ação. Era uma retaliação, claro, mas não sem motivo.
Cartolas históricos do mundo todo caíram - o maior deles o próprio Blatter, que comandava a FIFA desde 1998. Das sombras, saiu Gianni Infantino.
Ele provou ter grande habilidade política ao entender que precisava neutralizar as autoridades estadunidenses. Como? Dando a elas o que queriam, uma Copa.
Foi assim que a sede de 2026 foi escolhida, com Canadá e México como convidados de luxo pra uma festa estadunidense.
Infantino mostrou uma capacidade de costurar acordos para que a FIFA se mantenha como ela sempre foi (e isso não é algo bom), ao mesmo tempo em que transmite ares de modernidade. Tornou-se amigo pessoal de Donald Trump, rompendo com a neutralidade e apoiando-o abertamente nas eleições de 2024.
Em 2025, nos 10 anos do escândalo do FIFAgate, membros da comunidade do futebol publicaram uma carta aberta em que diziam que, hoje, o futebol é mais mal gerido e corrupto do que era em 2015.
Infantino não mudou nada, apenas trouxe os insatisfeitos estadunidenses pro seu lado. Cartolas foram absolvidos e o Departamento de Justiça de Trump encerrou processos, dizendo que investigar subornos "não era mais prioridade”.
O preço disso? Um prêmio pro Trump e uma Copa nos EUA.
Antes da bola rolar pela Copa do Mundo, é preciso falar sobre o acordo firmado entre a FIFA, a Federação Belga e o ex-jogador francês Lassana Diarra que encerra uma disputa judicial que atravessou mais de uma década e produziu uma das decisões mais importantes da história recente do Direito Desportivo.
À primeira vista, poderia parecer o capítulo final de um caso que mobilizou tribunais, entidades esportivas, sindicatos de atletas e especialistas em Direito do Trabalho. Mas a realidade é outra. O acordo põe fim ao litígio individual de Diarra, mas está longe de encerrar as consequências jurídicas provocadas pela decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), que em 2024 colocou em xeque parte das regras da FIFA sobre transferências internacionais e estabilidade contratual.
Assim como ocorreu no histórico Caso Bosman, uma disputa envolvendo um único atleta acabou ultrapassando os limites de sua situação pessoal para atingir a estrutura regulatória do futebol mundial. E os desdobramentos podem estar apenas começando.
Analisei na coluna.
https://t.co/WsN53IvMfY
🚨GRAVE
Neymar contraiu peste bubônica. Ancelotti descarta corte acreditando que isso pode ser uma vantagem e usará o jogador como arma biológica para infectar outros jogadores.
🗞️@CazeTVOficial