- Lula, o Pai da Mentira é hoje um dos mais entusiasmados em censurar as redes sociais: Uma breve Dissertação Baseada em Fatos
- Luiz Inácio Lula da Silva, ícone da mentira brasileira, mestre da propagação de fake news, pois sabe que o sistema o protege e como chegou até aqui - por isso, tanto conforto em tentar calar a sua voz. Acusa os outros sem provar nada, e simplesmente está tudo em casa.
- Figura central do Partido dos Trabalhadores (PT), construiu sua trajetória com discurso voltado na divisão de classes, na alimentação do ódio e embasado nas mais pueris mentiras expostas por ele mesmo diariamente. Seguem algumas;
1. “Nunca soube de nada”
Uma das frases mais emblemáticas de Lula é o famoso “eu não sabia” — utilizada repetidamente quando confrontado com os escândalos de corrupção que marcaram seus governos, como o mensalão, petrolão, entre outros. Apesar de ter sido presidente durante todos esses eventos, Lula sempre se eximiu de responsabilidade, alegando desconhecimento. O problema: vários delatores — inclusive ex-ministros, como Antonio Palocci — afirmaram que Lula não apenas sabia, mas autorizava e se beneficiava dos esquemas, como visto em vídeos na internet.
2. O Triplex e o Sítio
Durante anos, Lula negou possuir qualquer ligação com o triplex no Guarujá e o sítio de Atibaia. No entanto, reformas nos imóveis foram feitas por empreiteiras envolvidas em esquemas — como a OAS e a Odebrecht —, em benefício direto da família Lula. Documentos, recibos e testemunhos sustentaram as acusações, levando à sua condenação em três instâncias, posteriormente anulada pelo STF - não por inocência comprovada, mas por outros motivos conhecidos por todos.
3. “A economia nunca esteve tão bem”
Em diversas entrevistas e discursos, Lula afirma que seu governo entregou um Brasil economicamente saudável. A realidade é outra. Luis sempre inchou o Estado, expandiu gastos públicos sem controle e escondeu a real situação fiscal com manobras como as “pedaladas fiscais”, que levaram ao impeachment de Dilma, sua sucessora. Hoje, a economia caminha no mesmo ritmo, senão pior.
4. “O PT é o partido mais honesto do Brasil”
Essa declaração foi feita por Lula mesmo após condenações nos maiores escândalos da história, que envolveram dezenas de petistas — entre eles José Dirceu, Delúbio Soares, João Vaccari Neto e Antonio Palocci. Ao invés de reconhecer, Lula sempre tratou os processos como perseguição política, reforçando uma narrativa de vítima do sistema, enquanto as provas sempre se acumularam.
5. Relações com ditaduras e criminosos
Lula frequentemente elogia regimes autoritários como o de Nicolás Maduro (Venezuela), Daniel Ortega (Nicarágua) e Miguel Díaz-Canel (Cuba), ignorando denúncias graves de violações de direitos humanos nesses países. Ao invés de condenar repressão, censura e prisão de opositores, prefere o silêncio ou a relativização - o que desmente seu discurso de defensor da democracia.
Não é difícil entender porque o sistema quer censurar a internet!
Flávio Bolsonaro named Supreme Court justice Alexandre de Moraes as the man who put leftist Lula back on the scene of the crime in Brazil.
He says Moraes captured the state and blew up democracy while claiming to protect it.
Brazil’s election is 14 days away.
Flávio is asking for one chance to take the country back.
He calls it the last chance Bolsonaro is a strong ally for President Trump and America. 🇧🇷 🇺�
Segundo, pedimos um exame sobre se a conduta documentada atribuída ao ministro de Moraes, incluindo os fundamentos citados pelos Estados Unidos ao impor as sanções da Lei Magnitsky Global, deve justificar medidas restritivas no âmbito do respectivo regime europeu de sanções por violações de direitos humanos. Caso provas credíveis estabeleçam responsabilidade por violações ou abusos graves de direitos humanos abrangidos por esse regime, a União deve estar preparada para impor medidas seletivas contra os indivíduos responsáveis.
Terceiro, tendo em vista o primeiro turno da eleição presidencial em 4 de outubro de 2026, pedimos um monitoramento particularmente rigoroso e independente de todo o processo eleitoral, a fim de garantir a sua integridade e salvaguardar a credibilidade das eleições. A União Europeia deve utilizar todos os instrumentos diplomáticos e de observação eleitoral adequados de que dispõe para verificar se as eleições são realizadas de forma livre, justa e transparente e se os resultados oficialmente anunciados refletem com precisão os votos depositados pelos cidadãos brasileiros.
Esse escrutínio deve abranger não apenas a votação e a apuração, mas todo o ambiente eleitoral, incluindo o tratamento dos candidatos, o acesso aos meios de comunicação, restrições ao discurso político, censura ou remoção de conteúdo político, decisões judiciais que afetem candidatos e campanhas, o funcionamento dos sistemas de votação e de totalização, a publicação e a verificação dos resultados, e a existência de procedimentos efetivos para impugnar alegadas irregularidades.
Dada a extraordinária influência política exercida pelo STF nos últimos anos, deve ser dada particular atenção à questão de saber se as autoridades judiciais e eleitorais atuam com imparcialidade e se abstêm de medidas que possam favorecer ou prejudicar indevidamente qualquer candidato presidencial.
A União Europeia não pode defender de forma credível a democracia, os direitos humanos e o Estado de Direito no plano internacional enquanto permanecer em silêncio quando graves violações ocorrem numa das instituições judiciais mais poderosas de um país parceiro crucial.
Por isso, instamos Vossa Excelência a assegurar que a União Europeia trate a situação no Brasil com a seriedade que ela exige, monitore de perto a condução da próxima eleição presidencial, avalie as alegações relativas ao ministro Alexandre de Moraes e ao STF, e esteja pronta a adotar medidas apropriadas quando provas credíveis estabelecerem violações graves de direitos fundamentais.
Pedimos ainda que Vossa Excelência preste contas ao Parlamento Europeu e aos abaixo-assinados sobre essas questões, incluindo qualquer ação adotada ou prevista. Nesse sentido, apreciaríamos uma resposta descrevendo as medidas concretas que o SEAE pretende tomar antes da próxima eleição presidencial no Brasil.
Atenciosamente,
Adam Bielan, eurodeputado
Carlo Fidanza, eurodeputado
Mariusz Kamiński, eurodeputado
Bruxelas, 21 de setembro de 2026
A carta traduzida:
À Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Vice-Presidente da Comissão Europeia
Sra. Kaja Kallas
Senhora Alta Representante,
Escrevemos-lhe à luz das alegações profundamente preocupantes sobre a crescente crise do Estado de Direito no Brasil, a politização do Poder Judiciário e o seu uso contra opositores políticos, bem como escândalos de corrupção de alto nível, incluindo relatos particularmente perturbadores em torno do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil.
A credibilidade das instituições democráticas brasileiras, a independência e a imparcialidade do seu Judiciário e a integridade do próximo processo eleitoral exigem a nossa particular atenção, especialmente à luz dos crescentes laços econômicos entre o Brasil e a União Europeia. Os desenvolvimentos recentes levantam sérias questões sobre a responsabilização judicial, a liberdade de expressão política, a igualdade na competição política e a possibilidade de interferência institucional indevida no processo democrático no Brasil.
De particular preocupação é a conduta e a aparente falta de transparência do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, que já esteve no centro de procedimentos altamente controversos relativos à liberdade de expressão.
Como a União Europeia reafirmou recentemente perante o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, ela “permanece firmemente comprometida com a defesa da liberdade de expressão e com a promoção de um ambiente seguro e favorável no qual essa liberdade possa ser exercida livremente”. Esse compromisso deve ser refletido de forma consistente nas relações da União com os seus parceiros internacionais, especialmente onde a UE busca aprofundar laços políticos e econômicos.
Em 30 de julho de 2025, o Office of Foreign Assets Control do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos impôs sanções ao ministro de Moraes com base na Ordem Executiva 13818, que implementa a Lei Global Magnitsky de Responsabilização por Direitos Humanos. O Tesouro dos EUA acusou-o de autorizar prisões preventivas arbitrárias, suprimir a liberdade de expressão e conduzir processos politicamente motivados, inclusive envolvendo o ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro.
Revelações recentes intensificaram ainda mais as preocupações em torno do ministro de Moraes. Material divulgado a partir de uma investigação da Polícia Federal brasileira levantou questões sobre os seus contatos com Daniel Vorcaro, o banqueiro no centro do escândalo do Banco Master, incluindo possíveis trocas relativas à investigação. Outras preocupações decorrem de relatos de um contrato de R$ 130 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro de Moraes. Dado o papel central de de Moraes nos processos que levaram à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, essas revelações levantam sérias questões sobre a imparcialidade judicial e justificam um escrutínio independente e transparente.
Nesse contexto, acreditamos que meras expressões de preocupação já não são suficientes. Por isso, apelamos à Alta Representante para que tome medidas concretas em resposta a esses desenvolvimentos.
Primeiro, pedimos que o SEAE realize uma avaliação urgente das alegações relativas ao ministro Alexandre de Moraes e da conduta mais ampla do STF em processos politicamente sensíveis, incluindo possíveis violações da liberdade de expressão, das garantias do devido processo legal, do pluralismo político e de outros direitos fundamentais.
🚨* Urgente: Deputados da União Europeia pedem análise de sanções contra autoridades brasileiras*
Deputados da União Europeia enviaram hoje uma carta à Alta Representante da UE, @kajakallas, denunciando a crise do Estado de Direito no Brasil, a politização do Judiciário e as graves alegações de corrupção que envolvem o Supremo Tribunal Federal.
Os signatários são @FidanzaCarlo, @AdamBielan e @Kaminski_M_. A carta aponta o ministro Alexandre de Moraes, os contatos com Daniel Vorcaro no escândalo do Banco Master, o contrato de R$ 130 milhões com o escritório da mulher do ministro e o papel central de Moraes na condenação de Jair Bolsonaro.
Os eurodeputados mencionam expressamente as sanções americanas impostas pela Lei Magnitsky e pedem que a União Europeia estude medidas semelhantes. Não são só os Estados Unidos. O mundo civilizado está chocado com o grau de corrupção e de disfuncionalidade institucional do Brasil.
Na carta, eles cobram três medidas concretas. Primeiro, uma avaliação urgente das acusações contra Alexandre de Moraes e da conduta do STF em processos politicamente sensíveis, inclusive possíveis violações da liberdade de expressão, do devido processo legal e do pluralismo político.
Segundo, um exame sobre se a conduta documentada de Moraes, inclusive os fundamentos usados pelos Estados Unidos nas sanções Magnitsky, justifica sanções europeias contra os responsáveis.
Terceiro, monitoramento independente e rigoroso de todo o processo eleitoral de 4 de outubro — não só da votação e da apuração, mas também da censura, do tratamento dos candidatos, das decisões judiciais e da imparcialidade das autoridades.
Dois aviões. Dois escândalos. De um lado, Alexandre de Moraes, amigo de Lula, aparece em jatinho ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro. Do outro, mensagens atribuídas a Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha e investigada no escândalo do INSS, citam voos da FAB e acesso ao Planalto.