I'm a front-end student, passionate about design.
Learning JS, CSS, HTML, Vue, Node.js.
Grandes coisas o Senhor tens feito por nós por isso estamos alegres!
Mal posso conter a ansiedade! 🎥✨ Hoje vou entrar ao vivo em várias plataformas e compartilhar muitas coisas incríveis com vocês! 💬💫 #muquest@muonlinequest
Mais um ano de batalhas se encerra. Passamos por muitos resets, conquistamos castelos e defendemos nossa honra de Lorencia a Kanturu. Agora, é hora de guardar as espadas, desequipar as asas e celebrar com a guilda que chamamos de família. #muonline#muquest#jogoonline#natal
De quem é a culpa?
Outro dia escrevi no saudoso (já é saudoso?) Twitter que a gente não pode se esquecer dos que colaboraram para a implantação do regime alexandrino. Ou da ditaduraalexandrina – caso você esteja se sentindo ousado hoje. A ideia não era fazer uma lista negra nem nada; era apenas reconhecer que nada disso estaria acontecendo sem a conivência e o apoio de muitos setores da sociedade civil. Incluindo jornalistas que defendem abertamente a censura.
Mas aí um tuiteiro, provavelmente magoado por eu ter cobrado uma postura mais firme do ex-presidente Jair Bolsonaro em relação aos presos do 8 de Janeiro, me deu aquela provocadinha divertida, provocadinha-arte, moleque, de várzea que tão bem caracteriza a arena pública que o Alexandre de Moraes quer tirar do ar (já tirou?). “A culpa é do Bolsonaro, Polzonoff?”, perguntou o sujeito que parece assinar com pseudônimo. Se for apenas um nome esquisito, desculpe.
Antes de responder à provocação, porém, permita-me apontar o óbvio necessário: estamos sempre em busca de culpados para as enrascadas em que nos metemos. Tanto no pessoal quando no profissional, como diria o Faustão. E no político/ideológico também. Daí porque esta será conhecida como A Era das Conspirações: incapazes de perceber que fomos livres para criarmos o mundo distópico em que vivemos, imaginamos grandes complôs chefiados por um único sujeito para o qual desejamos punição severa no futuro próximo – o Culpado. Quando, na verdade, o culpado por tudo isso não é apenas um. São vários, em várias gradações de culpa. Uns por ação e outros por omissão. Uns movidos pelo espírito revolucionário e outros pela covardia. Donde se conclui que... Não! Vou deixar a conclusão para o final. Antes, vou falar mais um pouco de Bolsonaro – um ex-presidente eternamente dividido entre fazer o certo e salvar a pele de seus filhos trapalhões.
Corre por aí certo zunzum de que o ex-presidente Jair Bolsonaro, para salvar o filho e senador Flávio, fez um acordo com Dias Toffoli para enterrar uma CPI que atingiria o Judiciário. Uma tal de Lava Toga. A narrativa pode ser maldosa, mas, convenhamos, não é implausível. Depois disso, Bolsonaro foi protagonista de dois momentos marcantes nessa ascensão acelerada do STF como um poder da República que está acima dos demais. (Novo parágrafo para você respirar). Um foi quando Bolsonaro acatou bovinamente a ordem do STF (de Alexandre de Moraes, que já começava a botar as manguinhas de fora!) que suspendeu a nomeação de outro Alexandre, o Ramagem, para comandar a Polícia Federal. Era prerrogativa presidencial, mas Bolsonaro achou melhor baixar a cabeça. O outro foi quando o ex-presidente, para o bem de todos e a felicidade geral da Nação, xingou Alexandre de Moraes de “CANALHA!” num ato na Avenida Paulista – e um ou dois dias depois pediu desculpas, me empolguei, talquei?
Tendo isso em mente, aqui chego à tão aguardada conclusão perguntando se esses episódios todos tornam Bolsonaro culpado pela ascensão do regime alexandrino. Sim, torna. O que não quer dizer que ele seja o único culpado. Muito menos o maior culpado. Você também tem uma parcela de culpa. Eu tenho. O Pacheco, então, nem se fala! Simplesmente porque todos nós que um dia acreditamos que vivíamos numa democracia inabalável e que jamais seria corrompida pelo Judiciário ainda por cima, imagina!, que é isso?, você só pode estar ficando louco!, temos culpa. Afinal, Alexandre de Moraes jamais se tornaria o que é hoje se não fosse por nossa crença (sincera, de boa-fé e certa) nas instituições, na prevalência do bom senso e na existência de homens, até dentro do STF, com um mínimo de honra e inteligência, homens que jamais se deixariam escravizar por um vilão tão evidente, e que jamais apoiariam fragrantes ilegalidades cometidas em nome da ���defesa da democracia”. Mas agora a Inês é morta e não adianta ficar apontando o dedo – nem para Bolsonaro nem para a própria cara. O negócio é lutar com as poucas armas de que dispomos. (Segue)
Será que esses gastos todos do Lula são para tentar suprir alguma carência?
O transtorno que leva o indivíduo a comprar de forma compulsiva chama-se ONIOMANIA onde, normalmente, o sujeito pode apresentar um quadro de depressão ou de um transtorno de ansiedade.
@will_WRSEP @Lquepassa Ala o cara defecando pela boca... Realmente no governo Bolsonaro tinha lei o que não tem lei é no governo do Lula onde os sem terra invadia onde eles queriam e se precisasse eles matavam quem precisasse sem pudor... Sou do MS lá eles ocupavam as rodovias e Lulinha não fazia nada