🚨AGORA - Zema diz que não vai acabar com a CLT, mas sim criar uma alternativa para que o empregador e o empregado tenha escolha
“Vamos criar um alternativa! O funcionário é o patrão decidem, eu quero a CLT ou eu quero esse novo modo de trabalhar aqui?”
GRAVE!!!
A PF coagindo moradores de Presidente Prudente a tirar faixas, de apoio a Flávio Bolsonaro, com dizeres de Deus, Pátria e Família, e contra o comunismo.
Isso é muito grave, e o pior é que estão normalizando.
Vivemos uma ditadura escancarada.
A Carta Magna não deveria ter dupla interpretação! E no entanto, hoje temos onze versões diferentes de cada análise! Não foram eleitos. Não tem representatividade, nem força política ou militar que os sustente! Porquê deixamos isso acontecer?
Quem deu a tais ministros o poder de decidir os destinos da Nação? Não são juízes! São ministros de uma Corte Constitucional; estão ali para só para dizer se uma ação é constitucional ou não! Foram se apoderando de competências, comendo pelas bordas, até que tomaram conta!
@usa_2002_usa@PrimeiroFront O gov BR é uma porcaria, mas você pode instala-lo no PC e no telefone; entre pelo PC que vai te enviar o código para o celular. É importante que no tel esteja habilitado a função de receber todas as notificações do app, senão o código não chega!
Alla Presidente del Consiglio Giorgia Meloni @GiorgiaMeloni,
al Ministro degli Affari Esteri e della Cooperazione Internazionale @Antonio_Tajani,
al Ministro dell’Interno @Viminale,
alle autorità competenti della Repubblica Italiana, @Palazzo_Chigi@ItalyMFA
alla luce delle informazioni emerse in merito alla localizzazione e all’arresto dell’ex deputata brasiliana Carla Zambelli a Roma, si rende necessario un chiarimento urgente da parte delle istituzioni italiane.
Secondo elementi documentati e fonti dirette, agenti della Polizia Federale brasiliana — operanti attraverso strutture diplomatiche e rappresentanze ufficiali — avrebbero svolto attività di monitoraggio, raccolta di informazioni e produzione di dossier in territorio italiano, con il coinvolgimento diretto di un addetto di polizia accreditato presso l’Ambasciata del Brasile.
Si tratta di fatti di estrema gravità.
Se confermati, tali elementi configurerebbero una possibile estensione extraterritoriale di attività di polizia straniera sul suolo italiano, con implicazioni rilevanti per la sovranità nazionale, il rispetto dello Stato di diritto e l’osservanza delle procedure previste dai trattati di cooperazione giudiziaria internazionale.
A ciò si aggiunge un ulteriore elemento particolarmente inquietante: secondo fonti presenti, all’interno dell’Ambasciata del Brasile a Roma si sarebbe svolta una celebrazione per l’arresto, con la partecipazione di rappresentanti istituzionali.
Alla luce di quanto sopra, si richiede:
se il Governo italiano fosse a conoscenza delle modalità operative adottate;
se tali attività siano state autorizzate nel rispetto della normativa italiana;
se sia stata verificata la conformità di tali azioni ai trattati internazionali vigenti;
se si intenda avviare un accertamento formale su eventuali violazioni della sovranità italiana.
La Repubblica Italiana non può tollerare attività opache o non autorizzate sul proprio territorio.
È necessario fare piena luce sui fatti.
Levantamento atribuído ao Portal da Transparência aponta que Rosângela Lula da Silva teria acumulado gastos que somam R$ 117 milhões em 2025, incluindo despesas relacionadas à estrutura da União. O valor elevado chama atenção e gera debate sobre o uso de recursos públicos.
Ao comparar com a realidade da população, o contraste se torna ainda mais evidente. Considerando um salário mínimo de R$ 1.502 por mês, um trabalhador brasileiro que recebe esse valor teria que viver pelo menos 6 mil anos, sem gastar nada ao longo da vida, para conseguir acumular — e então gastar — o mesmo montante.
A discrepância reforça discussões sobre transparência e prioridades na gestão dos recursos públicos, especialmente em um cenário econômico em que grande parte da população enfrenta dificuldades financeiras.
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Uma desembargadora do Pará reclamou durante uma sessão dos novos limites estabelecidos em março pelo STF (Supremo Tribunal Federal) para pagamento de penduricalhos a magistrados em todo país e acrescentou que "daqui a pouco a gente vai estar no rol daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão". Reportagem não conseguiu contato com magistrada nesta segunda-feira.
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📝Catarina Scortecci
🎦Reprodução/TJ-PA
A iniciativa do decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, de encaminhar uma notícia-crime contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato à Presidência, gerou desconforto entre integrantes da Corte nesta segunda-feira, 20. Nos bastidores, a medida foi recebida com críticas por parte de alguns ministros.
Segundo informações da Revista Oeste, houve quem classificasse a ação como uma tentativa de “influir na política”. Outro integrante do tribunal avaliou a decisão como “um absurdo”, enquanto um terceiro magistrado considerou o movimento “preocupante”, evidenciando divergências internas quanto à condução do caso.
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O Papa diz que "não é político". Os fatos dizem o contrário.
Papa Leão XIV disse ontem, a bordo do voo papal rumo à Argélia, que não tem medo de Trump e que a posição do Vaticano é "baseada no Evangelho, não em política externa." Disse textualmente que "não somos políticos."
Na prática, os fatos contam uma história bem diferente.
Em 9 de abril, quatro dias atrás, o Papa recebeu no Vaticano ninguém menos que David Axelrod, o principal estrategista das campanhas presidenciais de Barack Obama em 2008 e 2012, um dos operadores políticos mais influentes do Partido Democrata nas últimas décadas. A audiência foi confirmada pela própria Santa Sé. A CBS News informou que já existem negociações entre o círculo de Obama e o Vaticano para um possível encontro entre o ex-presidente e o Papa. Christopher Hale, que escreve um livro sobre o Papa e a política americana, afirmou que o encontro com Axelrod foi inesperado e que há sinais claros de uma aproximação.
Ou seja: um Papa que diz "não ser político" recebe, a portas fechadas, o MAIOR operador político da esquerda americana, e logo em seguida intensifica os ataques à administração Trump sobre a guerra no Irã.
A sequência é reveladora. Na véspera do encontro com Axelrod, o The Free Press publicou que o subsecretário de Defesa dos EUA, Elbridge Colby, havia convocado o diplomata do Vaticano em Washington e pressionado a Santa Sé a apoiar a posição americana. Imediatamente após a audiência com Axelrod, o Papa passou a classificar a guerra no Irã como "injusta" e chamou as declarações de Trump sobre destruir "toda uma civilização" de "verdadeiramente inaceitáveis."
Trump não é diplomata e nunca fingiu ser. Respondeu como sempre responde: chamou o Papa de "FRACO contra o crime" e "terrível para política externa" no Truth Social, e disse que Leão XIV deveria "parar de servir à esquerda radical." Creio que Trump errou no tom, mas e no CONTEÚDO?
Porque este Papa, que diz não fazer política, tem um padrão bastante consistente de escolher lados.
Vale lembrar: Leão XIV era braço direito de Francisco como prefeito do Dicastério dos Bispos. E durante a pandemia, o Vaticano NUNCA condenou o fechamento compulsório de igrejas por governos ao redor do mundo. Nunca criticou a segregação entre vacinados e não vacinados imposta até dentro de templos católicos. Ao contrário: o Papa Francisco chegou a declarar que a vacinação era uma "obrigação moral" e impôs a vacina como mandatória para funcionários do Vaticano e a Guarda Suíça.
Na verdade, bispos que ousaram defender a doutrina da Igreja sobre o direito à objeção de consciência foram PUNIDOS.
O Bispo Daniel Fernández Torres, de Arecibo, Porto Rico, foi removido por Francisco em março de 2022. Seu "crime"? Defender o direito dos fiéis à objeção de consciência diante da vacinação obrigatória e assinar isenções religiosas para paroquianos, algo respaldado pelo próprio catecismo católico.
Fernández Torres também se recusou a assinar uma carta dos bispos porto-riquenhos que afirmava existir um "dever moral" de vacinar-se. Foi deposto sem processo formal, sem acusação escrita, e classificou sua remoção como "totalmente injusta."
O Bispo Joseph Strickland, do Texas, sofreu o mesmo destino em novembro de 2023. Strickland criticava abertamente o que via como defesa tíbia da doutrina da Igreja diante do avanço da ideologia de gênero e do aborto. Acusou o Papa Francisco de "minar o depósito da fé." E quem conduziu a decisão de removê-lo do lado do Vaticano? O então Cardeal Robert Prevost, hoje Papa Leão XIV.
Enquanto isso, durante todo o governo Biden, um presidente que se declarava católico praticante enquanto promovia a agenda mais radicalmente pró-aborto da história americana, o Vaticano nunca emitiu uma ÚNICA crítica pública à sua administração.
O padrão é claro: bispos conservadores que defendem a doutrina são punidos. Governos de esquerda que promovem aborto e restrições a liberdades religiosas recebem silêncio diplomático. Operadores do Partido Democrata são recebidos em audiência privada. Já um presidente republicano, que tem feito muito mais pelo movimento conservador do que a própria Igreja, especialmente no seu segundo mandato, é tratado da forma mais crítica possível.
É esperado e legítimo que um Papa promova a paz e condene a guerra. Essa é uma função histórica do papado. E Trump, por sua vez, errou a mão na resposta. A postagem no Truth Social chamando o Papa de "FRACO" e "terrível para política externa" já era agressiva demais. Mas o que veio depois foi pior: uma imagem gerada por inteligência artificial que muita gente interpretou como Trump se apresentando como uma figura de Jesus Cristo. Trump negou. A imagem foi apagada posteriormente, mas o estrago já estava feito.
Nada disso, porém, invalida o ponto central: há sim uma ação POLÍTICA do Vaticano, e ela tem apresentado um alinhamento consistente à esquerda. O atual Papa pode não ser tão abertamente esquerdista quanto Francisco, mas a máquina institucional do Vaticano continua operando na mesma direção
Morreu aos 68 anos o ex-jogador Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete. Ídolo da seleção, o “Mão Santa” lutava contra um câncer no cérebro desde 2011. Foi eleito no draft da NBA, disputou 5 Olimpíadas e fez história no Pan de 1987.
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MÃO SANTA | "É Mão Treinada! Acho que ninguém treinou tanto quanto eu treinei", disse Oscar Schmidt, um dos grandes cestinhas da história. Com 49.737 pontos, Oscar foi obstinado pelo esporte desde que seu tio Alonso o convenceu, aos 13, a jogar. Tão persistente em quadra que bateu recorde atrás de recorde e fez de seu nome um dos maiores do basquete brasileiro.
Ele morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, em São Paulo.