Baita furo do (de novo) finalista do Prêmio Gabo @Renanporto__ (aos 28 anos!)
Produtora de Dark Horse declarou ter gastado R$ 75 milhões com o filme, sendo R$ 54,2 milhões nos Estados Unidos e R$ 20,9 milhões gastos no Brasil, onde o filme foi gravado.
Na declaração de gastos, a produtora informou que o orçamento inicial aprovado era US$ 16 milhões (R$ 89,7 milhões). O valor é R$ 44,8 milhões menor do que a quantia que teria sido negociada pelo senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ) com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
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Entendo que, à primeira vista, declarar criminosos como terroristas pode parecer a estratégia certa. Mas vale lembrar:
Segundo duas das maiores autoridades brasileiras no combate ao PCC e ao CV — o promotor Lincoln Gakiya e o ex-secretário nacional de Segurança Mário Sarrubbo — a decisão dos EUA pode acabar enfraquecendo, e não fortalecendo, a luta contra o crime organizado. Segue um resumo da matéria do @MarceloGodoy000 no Estadão:
O ponto central é que, ao classificar as facções como organizações terroristas, Washington deixa de tratá-las como um problema policial e passa a enquadrá-las como ameaça militar e de segurança nacional. Na prática, isso tira o tema da esfera da DEA e do FBI — com quem o Brasil mantém ampla cooperação cotidiana — e o transfere para a CIA e estruturas militares americanas.
Gakiya afirma trocar informações semanalmente com DEA e FBI e alerta que esse fluxo pode ser interrompido. Sarrubbo vai na mesma linha: segundo ele, a CIA “não conversa com ninguém”, o que deterioraria a cooperação internacional construída nos últimos anos entre Brasil, EUA e países vizinhos.
Isso pode ter consequências concretas. Foi justamente graças à cooperação entre autoridades brasileiras e a DEA que o traficante Fuminho, braço-direito de Marcola, foi preso em Moçambique em 2020.
Os dois também alertam para riscos jurídicos e diplomáticos. Pela legislação americana, a classificação pode abrir espaço para operações extraterritoriais dos EUA, inclusive em tese no Brasil, gerando preocupações sobre soberania nacional.
Além disso, Sarrubbo argumenta que a medida pode trazer insegurança econômica e dificuldades para empresas brasileiras operando nos EUA.
Ou seja: a medida pode soar dura no discurso, mas especialistas diretamente envolvidos no combate ao PCC temem que ela complique justamente aquilo que mais funciona hoje: a cooperação internacional policial.
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Há poucos gestos de parte a parte. E muito caminho pra ser pavimentado. Pacheco sabe que, sendo o nome único de Lula, até agora, pode jogar com o tempo e pedir mais sinais.
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Atenção: Empresa de filho do ministro Nunes Marques tem mesmo escritório, mesmo e-mail e mesmo contador da Consult, que recebeu R$ 18 milhões da JBS e do Master. Reportagem na @revistapiaui: https://t.co/iWEUIy3hqP
Em entrevista à craque @leticiafontes, o governador Romeu Zema chamou a decisão do TCE-MG de suspender as consultas sobre adoção de modelo cívico-militar em MG de "arbitrária e autoritária".
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Sobre o posto de vice de Simões na chapa ao governo de MG, Zema gostaria que fosse alguém da bancada de vereadores da capital. Mencionou nominalmente uma das duas vereadoras do Novo: Fernanda Altoé.
Coluna: Alcolumbre não se intimida com a Black Friday do estado policial, marca sabatina de Messias com a segurança da derrota e é surpreendido ao descobrir que governo não enviou indicação à Casa. Em vigor, na capital federal, a linguagem da malandragem https://t.co/DHjnpuTnI7
De onde vem a munição usada pelo CV no Complexo do Alemão?
Planilha revela gastos de R$ 5 milhões em um mês com armas e munição. Um dos fornecedores é o CAC Eduardo Bazzana, dono de um clube de tiro em São Paulo, que recebeu mais de R$ 1,6 milhão.
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Steve Bannon: “Well he’s gonna get a third term. Trump is gonna be president in ‘28 and people ought to just get accommodated with that. At the appropriate time we’ll lay out what the plan is, but there’s a plan and President Trump will be the president in ‘28.”