quando voce ta LOTADA de materia acumulada mas ao mesmo tempo com muito sono mas nao quer dormir pra nao se sentir mal por não estar estudando mas tambem nao vai estudar porque ta com muito sono pra prestar atenção necessária
https://t.co/ErCc3MWjJF
O assassinato de Orelha, um cachorrinho indefeso, não foi apenas um ato de violência: foi um gesto de crueldade absoluta. Um crime cometido contra um animalzinho que não tinha como se defender, que não oferecia qualquer tipo de ameaça, nem mesmo compreendia o ódio dirigido contra ele. Orelha não foi morto por acidente, foi vítima de uma escolha consciente de ferir, destruir e exercer poder sobre quem não podia reagir.
Um animal pequeno, completamente vulnerável e dependente do cuidado humano, enfrentando a brutalidade de quem decidiu transformar covardia em ação.
Quando alguém é capaz de cometer tamanha violência contra um ser vivo, o que se revela não é um “caso isolado”, mas um traço alarmante de desumanização. A agressão a um cachorro não nasce do dia para a noite. Ela nasce da ausência completa de empatia, da banalização do sofrimento e da certeza de que a dor do outro, especialmente quando o outro não fala, pode ser ignorada.
Orelha não era “só um animal”. Era uma vida. Sentia medo, dor e apego. Confiava. E essa confiança foi quebrada da forma mais cruel possível. Tratar esse assassinato como algo menor, ou um simples exagero emocional de quem fica indignado, é perpetuar a lógica de que algumas vidas não importam.
Essa lógica é perigosa e costuma escalar. Hoje é um animal indefeso.
E amanhã?
Orelha foi assassinado. E a forma como lidamos com isso define que tipo de humanidade estamos dispostos a preservar.
Rafaela Fernanda Lopes
#JustiçaPorOrelha
sinto que minha esperança na vida morre um pouco mais a cada notícia do Orelha, é desesperador pensar que esse tipo de gente existe. Pensar no tanto que esse bichinho sofreu me faz querer morrer
O Flamengo ganhou a porra toda no Brasil aí só sobrou pros rivais comemorar uma derrota no MUNDIAL nos pênaltis pro PSG
Ai ser Flamengo é bom demais, até perdendo a gente ganha
✍🏻 E é por isso que precisamos cuidar da saúde dos idosos do nosso país, porque, conforme aprendemos com a personagem Flora, da novela A Favorita, "gente velha é um perigo: morre por qualquer coisinha."
eu queria muito que até o final do ano me acontecesse UMA coisa boa que fosse TRANSFORMADORA e que eu sentisse a deliciosa sensação de uma coisa boa me aconteceu