A próxima eleição será decisiva para definir os rumos do Brasil. Para o Brasil, já não se trata apenas de uma disputa entre projetos políticos, mas da oportunidade de recuperar o que restou da democracia, das liberdades individuais, da segurança jurídica e do equilíbrio entre os Poderes.
Cada voto terá peso na definição desse futuro. Nesse contexto, o fato é que @FlavioBolsonaro , o indicado pelo Presidente @jairbolsonaro , é o único pré-candidato com força política e densidade eleitoral para derrotar Lula nas urnas e conduzir um novo ciclo para o país.
Contudo não se enganem, pois o sistema irá, de forma mais forte ainda, trabalhar para prejudicar Bolsonaro até o início das convenções tentando enfiar outro nome goela abaixo do povo e posteriormente até o final das eleições para enterrar vivo os presos políticos do 8 de janeiro e entregar o Brasil de bandeja para lula e sua organização.
A eleição representa uma escolha entre a continuidade do atual governo e uma alternativa de mudança para a sobrevivência econômica e moral do país.
Atenção!!! Assunto que venho tratando há meses. A estrutura de robôs do PT neste ano é impressionante.
*Esquema ilegal de perfis fantasmas movimenta milhões de reais para atacar Flávio Bolsonaro*
*Denúncia revela estrutura criminosa com dezenas de contas falsas com conteúdo mentiroso e pago nas redes sociais*
O Partido Liberal (PL) reuniu provas que revelam uma rede digital criminosa coordenada com páginas fantasmas impulsionadas com milhões de reais em redes sociais. O objetivo é um só: promover ataques sistemáticos e mentirosos ao senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, e a outros políticos da direita.
“Estamos diante de uma situação gravíssima e inédita. São fortes os indícios de existência de uma verdadeira organização criminosa digital. Uma estrutura complexa, sofisticada, organizada e ilegal de criação de perfis fantasmas para a contratação de impulsionamentos irregulares, que depois são desativadas e substituídas por novos perfis lícitos", denuncia a advogada Maria Claudia Bucchianeri, autora da representação e integrante da equipe jurídica da pré-campanha de Flávio Bolsonaro.
A representação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), protocolada na ultima sexta-feira (17) desvenda a construção de uma estrutura ilegal, complexa e sofisticada para criação de perfis fantasmas para propaganda irregular nas redes sociais, com organização posterior desativação e substituição por novas páginas semelhantes para dificultar seu rastreamento, autoria e financiadores.
O PL fez um levantamento que identificou mais de 50 páginas com mais de 4,6 mil anúncios pagos com dinheiro obscuro, que alcançaram próximo de 250 milhões de visualizações.
A estratégia criminosa tem um procedimento comum entre os diversos perfis. As páginas têm, em comum, datas próximas de criação, utilizam telefones com o mesmo DDD, mantêm sites hospedados na mesma plataforma, registram domínios semelhantes e empregam legendas genéricas para dificultar a identificação automática do conteúdo político.
O levantamento encontrou anúncios pagos inclusive em moedas estrangeiras, como pesos colombianos e dólar. A estimativa de patrocínio ilegal soma quase R$ 3 milhões de reais. A ação pede o rastreamento do esquema financeiro e a quebra do sigilo com a identificação de patrocinadores, administradores e responsáveis pela estrutura técnica da rede fantasma.
Dica gratuita.
Durante a campanha NENHUM CANDIDATO ESQUERDISTA poderá falar sobre: Inflação, Violência e Saúde.
Zero.
Candidato que explorar estes temas avançará sozinho.
O que a esquerda quer: que candidatos “de direita” fiquem reagindo a fotos AI, fake news e temas inúteis.
A questão não é o direito de Jair Bolsonaro de escrever cartas, mas a garantia de todos os seus direitos – incluindo a liberdade de expressão, o direito de ir e vir e o direito de concorrer a um cargo eletivo.
https://t.co/KQ0uETBLEJ
O tarifaço tem um culpado. Quem paga a conta é o brasileiro.
Em vez de negociar, Lula escolheu o confronto e transformou uma crise comercial em palanque eleitoral.
Enquanto ele pensa em votos, empresas perdem mercado, empregos ficam em risco e o prejuízo chega ao bolso de quem trabalha.
Para Lula, é política.
Para o Brasil, é desemprego, inflação e prejuízo.
O governo Lula colocou os moradores de rua como prioridade para receber o Bolsa Família. O resultado? A população em situação de rua dobrou durante o seu governo.
Eu acionei o TCU por conta desse aumento histórico de mais de 110% no número de moradores de rua recebendo o Bolsa Família. Além de incentivar que as pessoas não saiam das ruas, isso fortalece o tráfico de drogas.
Conversei com moradores de rua no bairro Pinheirinho, em Criciúma. Eles mesmos admitem que usam o dinheiro do programa para comprar drogas.
Mas o objetivo é esse: alimentar essa situação para transformar essas pessoas em dependentes não apenas da droga, mas também do Estado, porque tudo o que importa são as próximas eleições, e não o bem do Brasil.
A ÚLTIMA GRANDE ENTREVISTA ANTES DO CERCO
Vista hoje, a entrevista concedida por Jair Bolsonaro ao Poder360 não parece apenas uma conversa jornalística. Parece o registro político de um homem que já percebia o fechamento gradual das portas ao seu redor.
Durante mais de uma hora, Bolsonaro não fala como alguém preparando sua aposentadoria. Fala como acusado, líder político e candidato que se recusa a entregar antecipadamente o próprio lugar na história.
O eixo central da entrevista é sua defesa no processo sobre a suposta tentativa de golpe. Bolsonaro insiste que nunca agiu fora da Constituição, contesta a associação entre sua conduta e o 8 de janeiro e repete que estava nos Estados Unidos durante as depredações. Questiona a ausência de armas, tropas, tanques ou qualquer tomada efetiva do poder e sustenta que reuniões e discussões administrativas foram transformadas em conspiração.
Sua argumentação não é construída apenas com linguagem jurídica. Bolsonaro usa o absurdo para demonstrar o que considera absurdo. Compara a acusação à obrigação de provar que não matou um marciano e ironiza que só faltaria responsabilizá-lo por “engravidar a baleia”. O humor, porém, não esconde o peso da situação. Por trás das frases está um homem de 70 anos falando repetidamente sobre condenação, prisão, saúde e liberdade.
Outro ponto profundo é sua crítica ao próprio desenho do julgamento. Bolsonaro questiona a concentração das funções de investigador, vítima, relator e julgador dentro do mesmo ambiente institucional. Ao mencionar Alexandre de Moraes, a Primeira Turma do STF e a impossibilidade de recorrer a uma instância superior, ele tenta deslocar o debate da pergunta “houve golpe?” para outra ainda mais incômoda: existe devido processo quando o destino do réu parece decidido antes da sentença?
A entrevista também revela que o tarifaço americano nunca foi, para Bolsonaro, uma questão exclusivamente comercial. Ele interpreta a pressão de Donald Trump como parte de um conflito maior envolvendo liberdade de expressão, decisões contra empresas americanas, aproximação de Lula com regimes autoritários, enfraquecimento do dólar e expansão chinesa.
Bolsonaro afirma ser contrário às tarifas, mas considera que o governo Lula criou a crise ao provocar os Estados Unidos e destruir os canais de interlocução. Apresenta-se como alguém capaz de conversar com Trump e negociar uma saída, lembrando que teria evitado tarifas sobre o aço brasileiro durante seu governo.
É nesse momento que a entrevista ganha dimensão geopolítica. Bolsonaro fala sobre os acordos assinados entre Brasil e China, terras raras, Amazônia, compra de propriedades rurais e dependência estratégica. Define a aquisição estrangeira de terras como uma “invasão silenciosa” e enxerga o Brasil sendo empurrado para um bloco econômico e político contrário ao Ocidente.
Mas o trecho mais revelador talvez seja aquele sobre 2026. Bolsonaro afirma que continuará tentando registrar sua candidatura e se recusa a escolher antecipadamente um sucessor. Cita Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Michelle Bolsonaro e outros nomes, mas deixa claro que a decisão final permaneceria em suas mãos até o último momento possível.
Ao mesmo tempo, apresenta um projeto que vai além da Presidência. Sua verdadeira estratégia seria conquistar o Congresso, especialmente o Senado. Bolsonaro projetava eleger cerca de 120 deputados federais e 20 senadores pelo PL, formando uma maioria capaz de barrar indicações ao STF, fiscalizar os demais Poderes e restaurar o equilíbrio constitucional.
Quando afirma que, com metade do Senado, poderia exercer mais poder que o presidente da República, ele revela ter compreendido uma lição tardia de seu próprio governo: sem força parlamentar, a Presidência pode ocupar o Palácio, mas não controla o destino institucional do país.
A defesa da anistia aparece dentro dessa mesma lógica. Bolsonaro rejeita apresentá-la como benefício pessoal e insiste que ela deve alcançar os condenados do 8 de janeiro. Para ele, não se trata apenas de libertar indivíduos, mas de corrigir aquilo que considera uma ruptura na proporcionalidade das penas e na própria aplicação da Justiça.
Há contradições na entrevista. Bolsonaro diz não cogitar prisão, mas fala dela repetidamente. Afirma ser contrário ao tarifaço, mas compreende a pressão exercida por Trump. Recusa-se a escolher um sucessor, enquanto avalia cuidadosamente todos os nomes disponíveis.
Essas contradições não tornam a entrevista menor. Tornam-na humana. Revelam um líder tentando demonstrar confiança enquanto calcula todas as possibilidades de um futuro que já não controlava completamente.
Três dias depois da gravação, a Polícia Federal faria buscas em sua residência. Bolsonaro receberia uma tornozeleira eletrônica, perderia o acesso às redes sociais e seria proibido de falar com Eduardo e de manter contato com autoridades estrangeiras.
Por isso, aquela conversa adquiriu um significado que não possuía quando foi transmitida. Tornou-se o último grande retrato de Bolsonaro ainda falando livremente, organizando sua defesa, desenhando 2026 e alertando que o processo não terminaria nele.
A frase que resume toda a entrevista não é sobre Trump, Lula ou eleições. É sobre o futuro:
“Hoje sou eu. Amanhã será outra pessoa. Eles não vão parar por aí.”
Não era apenas uma defesa pessoal. Era um aviso.
Os permitidos torcem pela derrota de @FlavioBolsonaro para, então, se colocarem como a oposição autorizada pelo sistema nas próximas eleições. Para isso, desejam enterrar vivos todos os presos políticos do 8 de janeiro.
Qualquer pessoa sabe que, com mais quatro anos de Lula, a indicação de mais quatro ministros ao STF, além de quase cem juízes para os tribunais do país, o Brasil ficará em uma situação irreversível.
É urgente que rejeitemos esses sujeitos que querem destruir o país para, posteriormente, se lançarem como uma “solução plausível”. Quem ama seu país jamais age desse jeito. Quem defende os valores cristãos jamais joga seu povo à míngua em nome de projetos pessoais.
Mais do que uma oposição aberta a @jairbolsonaro e ao seu legado, que ajudou a abrir os olhos de milhões de brasileiros para a política, pior é aquele que silencia diante de tudo o que está acontecendo no Brasil para, em 2030, apresentar-se como a “salvação” daquilo que já não será mais possível salvar.
Ao exposto, isso se chama projeto pessoal, cuspindo na cara do povo brasileiro.
Chega de prende e solta por falta de vagas.
Se o criminoso enfrentar a polícia, o agente tem o direito de se proteger com a força necessária. Se ele se entregar, vaga não vai faltar.
Mais importante que sair bem na foto é fazer o certo.
Só assim o povo terá segurança.
Os permitidos torcem pela derrota de @FlavioBolsonaro para, então, se colocarem como a oposição autorizada pelo sistema nas próximas eleições. Para isso, desejam enterrar vivos todos os presos políticos do 8 de janeiro.
Qualquer pessoa sabe que, com mais quatro anos de Lula, a indicação de mais quatro ministros ao STF, além de quase cem juízes para os tribunais do país, o Brasil ficará em uma situação irreversível.
É urgente que rejeitemos esses sujeitos que querem destruir o país para, posteriormente, se lançarem como uma “solução plausível”. Quem ama seu país jamais age desse jeito. Quem defende os valores cristãos jamais joga seu povo à míngua em nome de projetos pessoais.
Mais do que uma oposição aberta a @jairbolsonaro e ao seu legado, que ajudou a abrir os olhos de milhões de brasileiros para a política, pior é aquele que silencia diante de tudo o que está acontecendo no Brasil para, em 2030, apresentar-se como a “salvação” daquilo que já não será mais possível salvar.
Ao exposto, isso se chama projeto pessoal, cuspindo na cara do povo brasileiro.
ARQUIVOS DA CIA: MADURO FRAUDOU URNAS ELETRÔNICAS PARA ROUBAR ELEIÇÃO E SE REELEGER EM 2020
Este vídeo deveria circular em todos os perfis que se preocupam com a nossa democracia. Vale lembrar que a empresa Smartmatic foi fundada por venezuelanos e, por exemplo, na eleição de 2014 treinou 14.000 funcionários que trabalharam na operação das urnas eletrônicas brasileiras naquele pleito.
Nesta oportunidade Aécio Neves perdeu para Dilma Rousseff, o PSDB fez uma tentativa de auditoria e a conclusão foi a mesma da Comissão do Exército para Integridade Eleitoral de 2022 (convidados a fazê-lo pelo TSE) e da auditoria do PL em 2022: as maquininhas brasileiras são uma caixa preta, impossível de se auditar.
Obs: apenas o PL foi multado em 2022 em… R$ 22 milhões - 22 era o número de Bolsonaro.
Oficialmente consta no website do TSE que a auditoria feita pelo PSDB não encontrou nenhuma irregularidade. Mas o TSE esquece de dizer que não encontrou nada porque era impossível de se verificar o cruzamento de dados e demais técnicas de auditoria. Este foi o mesmo subterfúgio usado por Moraes, presidente do TSE na eleição de 2022, para atropelar o que disse o Exército e declarar “o Exército não encontrou nada de errado”.
E antes que digam que isto é porque “o sistema é impenetrável” - como sempre arguido pelo então ministro Barroso - o TSE não menciona que o próprio tribunal reconheceu, através de um inquérito da PF aberto em 2018 a pedido da presidente do TSE, Rosa Weber, que houve uma invasão feita por um hacker e que esteve dentro dos sistemas, inclusive com a senha do ministro do TSE Sérgio Banhos, desde o início até o final de 2018, ou seja, abarcando os 2 turnos eleitorais de 2018. Esta investigação só deve ter sido aberta, creio eu - e aqui eu só posto isto porque estou fora do Brasil, pois criminalizaram opinião sobre processo eleitoral em meu país - porque o vencedor daquela eleição foi @jairbolsonaro e, então, haveria esperança de que este inquérito pudesse anular a vitória de Bolsonaro.
Então pergunto: ontem foi a vez de desmascarar a Venezuela de Maduro, mas alguém ficaria surpreso se algo semelhante fosse anunciado sobre o Brasil?
🎥 Declaração de @realDonaldTrump ontem.
Em 2027, a vida das mulheres brasileiras vai mudar de verdade!
Todas poderão contar com a MarIA, uma assistente virtual com inteligência artificial criada para orientar, acolher e abrir portas para novas oportunidades.
A MarIA vai ajudar a acompanhar medidas protetivas, agendar mamografias e outros exames, encontrar apoio psicológico, buscar melhores oportunidades de emprego e conseguir crédito para empreender!
Vem com fé que o Brasil tem futuro!
Com @soudanimarques
A narrativa do momento é se a Direita pratica o “ quanto pior melhor”. ❌
Vamos lá:
A Direita nos anos do Presidente Bolsonaro evidenciou seu amor pelo País, exaltando em todos os seus discursos a NOSSA PÁTRIA, O Brasil.
O VERDE- AMARELO passou a figurar em vitrines, em janelas, em carros, em absoluto.
A Defesa do Brasil sempre esteve Acima de tudo.
Não caiam em MENTIRAS.
Quem quer o Brasil de valores, pra frente, livre e seguro é a DIREITA, o resto é peça de marketing oportunista.
Relações duradouras e vencedoras só se constroem com sinceridade, transparência e alinhamento comum, sem isso buscam culpados.
Chega de engolir sapos.
Chega de pagar contas que não nos pertencem.