Eu quero ser o seu soldado no Senado.
Durante 18 anos no Ministério Público, aprendi que os poderosos só deixam de ser intocáveis quando alguém tem preparo para seguir o dinheiro desviado, coragem para enfrentar a pressão e independência para fazer a lei valer.
Foi assim na Lava Jato, quando enfrentamos alguns dos maiores esquemas de corrupção do país e ajudamos a transformar dinheiro desviado em recursos devolvidos à sociedade e em obras para o Paraná.
Depois, fui escolhido por quase 345 mil paranaenses para representá-los na Câmara. Brasília tirou o meu mandato, mas não conseguiu tirar aquilo que me levou até lá: a missão de fiscalizar quem tem poder e proteger quem trabalha, paga seus impostos e cumpre a lei.
Agora eu quero levar essa experiência para o lugar onde ela pode fazer ainda mais diferença.
No Senado, quero usar CPIs, sabatinas, fiscalização e a construção de novas leis para enfrentar a corrupção e o crime organizado, colocar limites nos abusos de poder e fazer o Paraná ser respeitado em Brasília.
Mas o protagonista dessa história não sou eu. É você. É o seu voto que decide quem vai empunhar essas ferramentas pelos próximos oito anos.
Por isso, eu peço a sua confiança.
Para o Senado, vote Deltan 300 ✅
Quero ser o seu soldado da Lei em Brasília.
🇧🇷 Compartilhe este post e ajude mais paranaenses a conhecerem a nossa missão.
Começou o jogo e o Brasil precisa de você. Em outubro, para tirar o nosso país do vermelho, aperte 2️⃣2️⃣ e confirma.
É Flávio Bolsonaro presidente e @Alfredogaspar_ vice.
O Brasil vai vencer!
MEUS AMIGOS, QUE JOGO ABSURDO! 🔥🇧🇷 No reencontro do Jhon Arias com a torcida do Fluminense, o Tricolor VIROU pra cima do Palmeiras NA MARRA! O #Brasileirão é legal demais! #FBR
A demora na tomada de uma decisão óbvia pode custar a Libertadores para o Fluminense. O trabalho do Zubeldia estava morto e deveria ter sido enterrado após a eliminação para o Vasco. Era um técnico cumprindo aviso prévio em uma oitavas de final de Libertadores.
Zubeldia é um treinador medíocre, no exato sentido da palavra. A sequência de empates não é por acaso. Entre arriscar para ganhar um jogo ou segurar um resultado medíocre, a opção será sempre a mais covarde. E essa mentalidade vai tomando conta da mente dos jogadores.
Tudo o que acontecia no São Paulo, aconteceu no Fluminense. Eles realmente avisaram. Treinador que odeia trabalhar com jovens, que tem uma péssima leitura de jogo e que sempre acovarda o time nos momentos decisivos, desculpa, não pode ser considerado um grande treinador. Falta muito para isso.
As eliminações pesaram, mas não se trata apenas de ser eliminado. Isso é ruim, mas é do jogo. Mas também é sobre como você cai. As eliminações para o Vasco, a queda para um Flamengo em crise e com o técnico com um dia de trabalho, a péssima Libertadores…sempre que precisou dividir atenção em mais de uma competição, o trabalho foi péssimo. Os pontos corridos do Brasileirão não apagam isso. Foi tarde.
A grande preocupação agora é sobre quem assumirá o comando. As opções de qualidade não são muitas. Mas que venha alguém que, no mínimo, tenha coragem pra fazer o Fluminense se comportar como time grande novamente. Chega de mediocridade.
Desde que os rubro-negros Mario e Mattheus protagonizaram uma das maiores vergonhas da história do Fluminense e entregaram o Fla-Flu do brasileiro, o clube cruzou o Portal do Inferno e jogou no lixo a temporada. Mais do que previsível e não foi por falta de aviso. O Sobrenatural de Almeida não perdoa.
Vem sendo dito que o Fluminense está sem dinheiro. Isso me fez puxar os números de faturamento extra e de gastos com contratações recentes.
O faturamento extra das últimas 3 temporadas (somente premiações e vendas altas, sem contar patrocínio, bilheteria, vendas baixas ou direitos de transmissão):
2023:
R$ 194 milhões (premiações de CdB, BR, Libertadores e Mundial)
2024:
R$ 211 milhões (Recopa, CdB, BR, Libertadores e venda André)
2025:
481 milhões (CdB, BR, Sulamericana, Copa do Mundo de Clubes*, vendas de Kauã Elias e Jhon Árias).
*premiação da Copa do Mundo já descontando o imposto dos EUA.
Agora, os gastos com contratações após a conquista da Libertadores:
2024:
Terans - 14 milhões
Antônio Carlos - 2.5 milhões
Bernal - 21 milhões
Ignacio - 12 milhões
Serna - 10 milhões
Fuentes - 7 milhões
T - 66,5 milhões
Além disso teve Renato Augusto, Douglas Costa, Felipe Alves e Gabriel Pires e Thiago Silva(que não tiveram custo de contratação mas provavelmente tiveram custo de luvas).
Nonato, Marquinhos, Lucumi e Victor Hugo vieram por empréstimo.
2025:
Canobbio - 38 milhões
Soteldo 33 milhões (+ 12 milhões se não for vendido até o fim desse ano)
Lezcano - 30 milhões
Santi Moreno - 32 milhões
Hércules - 29 milhões
Lucho Acosta - 24 milhões
Freytes - 14 milhões
Otávio - 8 milhões
Everaldo - 1,2 milhões
Lavega - 9 milhões
Nonato - 8 milhões
T - 226,2 milhões (pode chegar a 238,2 Milhões)
Rabello, Renê, Pitaluga, e Kayky Almeida (vieram sem custo de contratação, mas com valores de luvas).
Paulo Baya veio por empréstimo.
2026:
Guilherme Arana - 21 milhões
Savarino - 25 milhões (e o passe do Wallace Davi)
Jemmes - 22 milhões
Castillo - 65 milhões
T - 133 milhões
Hulk e Thiago Silva. (vieram sem custos de contratação, mas com luvas e os maiores salário do elenco).
Lembrando que ainda tem o valor das luvas dos atletas que chegam sem custo, mas não são divulgados os valores.
Ou seja, pouco mais de 400 milhões gastos em contratações para quase 900 milhões de receitas extras.
O que mais me chama a atenção, é o baixo acerto nas contratações, pelo volume de nomes nesses pouco mais de 2 anos.
37 nomes onde você pode contar nos dedos de uma mão as que de fato valeram a pena.
É MUITO amadorismo pra desperdiçar quase meio bilhão de reias.
🚨 | Mãe de jogador DETONA XERÉM E EXPÕE COVARDIA: Fábrica de talentos virou criadouro de silêncios
Kauã Velon teria sido "QUEIMADO" PELO PRÓPRIO FLUMINENSE após pai se recusar a renovar com empresário
“Quem cala consente”? A máxima se mostra uma falácia, sobretudo no Fluminense. No clube onde a transparência parece artigo de luxo, visualizar movimentações estranhas, diferentes e/ou inexplicáveis pode ser a diferença entre uma boa ou má relação com quem gere a instituição. Neste ponto, a quietude muitas vezes reflete apenas exaustão, medo, prudência ou o desejo de evitar conflitos estéreis, e não concordância. Mas tudo tem limite. E o da empresária Michelle Velon, mãe do atacante do sub-20 do Tricolor, Kauã Velon, acabou na última sexta-feira.
Em postagem nos stories do Instagram, ela desabafou contra aquilo que entende estar errado no Tricolor, especialmente no sub-20 e no tratamento de alguns dirigentes com as joias de Xerém. Michelle falou o que muitos pais de atletas, por medo de represálias, não têm coragem de dizer publicamente. Em uma sequência de oito vídeos (ver anexo 1), questionou os critérios utilizados na base, denunciou atletas treinando separadamente sem motivo e afirmou que o filho estaria sendo prejudicado por questões que extrapolariam o futebol.
- É uma covardia tão grande pegar um menino, botar ele com mais cinco, seis, separados de um grupo, sem treinar - disse visivelmente decepcionada.
Sua reclamação, neste sentido, se dá porque jogadores afastados, sem motivo aparente em diversos casos, fazem atividades físicas separadas e ficam sem a sequência necessária para adquirir ritmo. A empresária afirmou que pais e ex-funcionários têm medo de falar sobre o que acontece em Xerém.
As críticas surgiram quando Michelle relacionou a situação do filho a problemas pessoais do diretor-geral, Mário Bittencourt, com o pai de Kauã, o também empresário Humberto Velon. O estopim teria sido a não renovação de um vínculo com uma empresa bastante conhecida em Xerém. Um dos pilares do ex-presidente tricolor na base, Antônio Garcia, que vem tendo avaliações bastante negativas sobre seu trabalho e condução das categorias inferiores junto com o vice-mandatário da pasta, Rui Resinger, virou uma espécie de "carrasco" neste caso. Em sintonia com o futebol profissional, as decisões mais sensíveis, mesmo que não tenham explicações plausíveis, passam por eles até aportar no topo do clube.
Kauã chegou ao Fluminense em janeiro de 2022, depois de deixar o Vasco. Antes disso, havia sido campeão mundial sub-13 pelo clube cruz-maltino, derrotando o Paris Saint-Germain na final. Naquela geração, se destacava ao lado de Rayan (ver anexo 2), que posteriormente ganhou projeção no futebol profissional e chegou à última Copa do Mundo. Seu caminho poderia ter sido parecido, mas ele não obteve oportunidades suficientes no Tricolor.
Sem atuar desde abril, ele, curiosamente, nas duas últimas oportunidades em que esteve em campo, deixou sua marca: fez um gol e deu uma assistência. Contra o Olaria, entrou faltando aproximadamente cinco minutos. Diante da Portuguesa, atuou os 90 minutos (ver anexo 3). Ao dar entrevista, falou sobre não ter sido aproveitado no ano anterior e recebeu puxão de orelha pela declaração, nos bastidores. Depois disso, desapareceu das escalações. Há ainda outro episódio que ajuda a entender a revolta da família.
O Portimonense (POR) procurou o Fluminense para buscar informações sobre o jogador, que tem contrato até o fim da temporada. Segundo apuração, pessoas ligadas ao clube teriam feito referências negativas sobre Kauã aos portugueses. A informação chegou à família e provocou indignação.
É importante deixar claro: não há, até aqui, documento que permita afirmar que o Fluminense deliberadamente “queimou” o jogador. O que foi apurado é que a família recebeu essa informação após a consulta do clube português. O contexto, porém, gera uma dúvida ainda mais complexa: se Kauã é um ativo do Fluminense, por que alguém ligado ao clube trabalharia para diminuir seu valor no mercado?
Os Velon apoiaram Mário Bittencourt em eleições anteriores. Humberto mantinha proximidade com o grupo político que comanda o clube. Contudo, ao pedir o distrato com a Timmo, empresa capitaneada por Marcel Gianecchini, que foi diretor da base na gestão Peter Siemsen e, supostamente, indicada pelo diretor-geral Mário Bittencourt, tudo mudou. A empresa aceitou os argumentos do pai, enquanto o ex-presidente do clube, aparentemente, não.
Nos bastidores, Mário supostamente dizia que a Timmo era uma agência de sua confiança e teria indicado a renovação à família Velon, que se recusou. O Fluminense, por sua vez, poderia dissipar facilmente as dúvidas explicando quais são os critérios esportivos que justificam o atual tratamento dado ao jogador. Entretanto, a assessoria de comunicação do clube foi procurada e não respondeu a nenhum questionamento sobre o caso até o fechamento desta reportagem.
A mãe de Kauã Velon também questionou a escolha dos atletas que avançam dentro da estrutura da base.
- Sobe quem eles querem, as cartas marcadas deles. Só que tem uns que eles não têm como segurar porque os meninos são bons - destacou.
A declaração encontra eco em uma série de questionamentos recentes sobre as categorias inferiores do Fluminense. Para entender melhor, o sub-20 terminou o Campeonato Brasileiro na 15ª colocação, apenas duas posições acima da zona de rebaixamento, e foi eliminado na primeira fase. É a sexta temporada consecutiva sem alcançar o mata-mata da principal competição nacional da categoria. A mediocridade virou um padrão no último estágio antes dos profissionais.
Engana-se, no entanto, quem pensa que a situação de Kauã Velon é isolada. Os jovens Artur Vinicius, Enzo Munerato, João Lourenço, Kauã Sousa, Kelwin Souza, Luis Felipe e Pedro Costa estão entre os atletas que foram rifados ou simplesmente ignorados sem uma justificativa técnica ou disciplinar dada pela direção de Xerém.
Ou seja, o problema da base tricolor não está apenas nos resultados do sub-20. Está na dificuldade de transformar talento em oportunidade. Na perda de profissionais importantes. Na ausência de critérios transparentes. E na sensação, relatada por pessoas ligadas à Xerém, com passagens importantes como o ídolo Duílio, de que a meritocracia deixou de ser o parâmetro para determinar quem avança.
O Fluminense continua captando bons jogadores. Continua tendo estrutura. Continua carregando uma das marcas mais respeitadas do futebol brasileiro quando o assunto é formação. Porém, algo está errado no caminho entre descobrir o talento e entregá-lo ao futebol profissional. Escaneado, Kauã deixará o clube até o fim do ano, quando encerra o seu vínculo, sem poder escrever a história que gostaria no clube do coração, apesar de colecionar bons momentos em sua passagem (ver anexo 4).
E mesmo que Kauã Velon simplesmente não fosse bom o suficiente para jogar no Fluminense, isso faz parte do futebol. Mas a questão é justamente a oposta: o garoto deixar de jogar por razões que não tenham relação com o futebol. Se a decisão é técnica, que o clube explique; se o jogador não faz parte dos planos, que diga; se existem critérios, que sejam apresentados.
É fundamental reiterar que Xerém pertence ao Fluminense, não a uma pessoa ou a um grupo político. Quando a mãe de um jogador rompe anos de silêncio para denunciar que o filho estaria sendo prejudicado, enquanto outros pais preferem não falar e o sub-20 acumula seis eliminações consecutivas na primeira fase, já não basta pedir confiança.
Quando um clube constrói sua identidade sobre a formação de jovens, o problema deixa de ser apenas o destino de um jogador. Passa a ser a diferença entre formar talentos e controlar caminhos; entre administrar uma categoria de base e administrar a mudez de quem depende dela. E, talvez, a pergunta mais incômoda seja justamente esta: se Xerém é patrimônio do Fluminense, por que tantas pessoas parecem ter medo de dizer o que acontece lá dentro?
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@ubiraleal Bom dia, Bira!! Estou em NY hoje passeando de férias e decidi ver meu Dodgers ( que sonho realizado terei) contra o Mets hoje no Citi Field. Alguma dica? Seu fã demais, obg!