Enquanto a elite brasileira é paga pra promover banco que rouba idosos, bets que roubam do pobre, e governo que rouba de todo mundo, tem os Pedros da vida ajudando trabalhador honesto a lutar contra as dificuldades desse Brasil tão injusto. 🥹🥰
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🚨MALU GASPAR RASGOU O VERBO e falou sobre a decisão que enterrou a CPMI do INSS:
"Está claro pela fala dos ministros que a preocupação não era o roubo do INSS. A questão é que a CPMI do INSS avançou sobre o caso MASTER e expôs situações que eles não querem ver expostas"🔥
Há cinco anos eu não abraço meu filho.
Há cinco anos eu levo flores onde eu deveria levar amor, colo e proteção.
Cinco anos de ausência.
Cinco anos de espera.
Cinco anos de uma dor que não passa porque a justiça não chega.
@TJPE_oficial
Carta aberta ao Presidente do Supremo Tribunal Federal
Adolfo Sachsida (ex-Ministro de Minas e Energia; ex-Secretário de Política Econômica)
EU ACUSO: O Caso de Filipe Martins*
Carta aberta ao Presidente do Supremo Tribunal Federal
Senhor Presidente,
Permita-me, antes de qualquer consideração pessoal, ocupar-me da glória institucional que Vossa Excelência representa e adverti-lo de que essa glória corre o risco de receber uma mancha vergonhosa e indelével se permanecer silente diante do que hoje se passa no coração das instituições que juram servir à Constituição e ao Direito.
O processo movido contra Filipe Martins, e a forma como ele evoluiu, constitui — aos olhos de qualquer observador imparcial — uma paródia do Estado de Direito: um homem foi acusado e condenado com base em fatos inexistentes tal qual uma viagem que nunca ocorreu e uma reunião da qual existem relatos consistentes de que não participou. Um conjunto probatório, no mínimo, altamente questionável; sua suposta participação em eventos foi atribuída sem provas e transformada em fundamento de sentença; e a narrativa oficial tem sido construída com base em relatos de uma “testemunha” cujo papel na história é contestado por múltiplos indícios.
Eu acuso o ministro Alexandre de Moraes de ter se colocado, na condução de certas peças deste processo, no papel de um acusador que ignora o princípio constitucional da presunção de inocência, que transforma suposições em certezas e que confunde suspeita com certeza jurídica. Desnecessário dizer que em nosso processo legal quem acusa não pode julgar, quem é vítima não pode julgar, quem investiga não pode julgar. Princípio consagrado não apenas em nosso ordenamento jurídico, mas também clausula pétrea de qualquer sociedade civilizada.
Eu acuso o mesmo ministro de proibir Filipe Martins de conceder entrevista ao Poder 360, à Folha de S.Paulo e à Gazeta do Povo, sob a alegação de que a entrevista não seria “conveniente para a investigação”, restringindo, assim, o direito de expressão e participação informada da sociedade no processo e elevando a censura a um nível institucional. Registre-se, ademais, que o ministro Alexandre de Moraes proibiu entrevistas do réu com a imprensa sob a justificativa genérica de “risco de tumulto”, sem jamais explicitar de que modo tal risco se sobreporia aos direitos fundamentais à informação, à ampla defesa e ao contraditório.
Eu acuso o desvirtuamento de mecanismos que deveriam proteger direitos fundamentais em instrumentos que, ao contrário, os restringem: a Justiça não pode administrar silêncio judicial e mídia censurada como se fossem garantias processuais. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) chegou a manifestar que a decisão que proibiu uma entrevista com Martins afronta o interesse público e a liberdade de imprensa — princípios que, segundo a entidade, não conflitam com medidas cautelares no processo.
Esse método de silenciamento — que transforma o isolamento informacional em instrumento processual — remete, em perspectiva histórica, ao Caso Dreyfus, episódio vexaminoso que marcou de forma duradoura a degradação moral e institucional de autoridades francesas que, até então, gozavam de prestígio e confiança pública.
Eu acuso a Ordem dos Advogados do Brasil de silenciar sobre essas afrontas ao devido processo legal e direito ao amplo contraditório.
Eu acuso a retórica vazia de setores culturais, intelectuais e artísticos que bradam como leões contra uma ditadura finda há 50 anos, mas se comportam como vassalos, quando não apoiadores descarados, frente aos desmandos e atropelos constitucionais atuais. A vocês falo numa linguagem que lhes é acessível: Filipe Martins ainda está aqui.
Eu acuso aqueles poderosos que se calam — em particular setores influentes da grande imprensa brasileira — de cumplicidade moral com a injustiça.
No processo movido contra Filipe Martins, a lógica do direito foi invertida e a culpa passou a anteceder os fatos. Tudo o que fez — e tudo o que não fez — foi convertido em crime. Se viajou, disseram tratar-se de tentativa de fuga. Se não viajou, acusaram-no de enganar a Justiça. Se esteve presente em determinada reunião, foi rotulado cúmplice. Se não esteve, tornaram-no ardiloso.
Assim, por um artifício perverso, a realidade deixou de importar: a presença era culpa, a ausência também; o ato incriminava, a omissão igualmente. Criou-se um sistema em que não há conduta lícita possível, porque a sentença precedeu a investigação e a condenação dispensou a prova. E é diante dessa negação sistemática do Direito que a instituição chamada a defendê-lo escolheu o silêncio.
É meu dever, Senhor Presidente, falar — para não ser mero espectador, nem ser cúmplice em silêncio — para que a verdade seja conhecida, para que a história registre o que aqui ocorreu e, sobretudo, para que o Brasil não veja suas instituições manchadas por precedentes em que se sacrificou a justiça em nome de interesses avulsos.
Eu acuso, portanto, não apenas as decisões isoladas, mas o método e a cultura jurídica e institucional que se consolidaram, em que decisões monocráticas se sobrepõem à participação do Ministério Público, o contraditório é relativizado e a imprensa fica impedida de cumprir seu papel de informar, questionar e constranger o exercício do poder. Esta não é apenas uma queixa processual: é uma acusação de que o Estado de Direito foi substituído por um regime de arbitrariedade jurídicaem pleno século XXI.
Que fique aqui registrado que este manifesto não é apenas uma crítica protocolar: é um grito em defesa das garantias que sustentam a própria ideia de Estado democrático de direito — garantias consagradas nos artigos 5º e 93 da Constituição Federal e em toda a tradição jurídica que protege a ampla defesa, o contraditório e a liberdade de expressão.
E, por isso, eu acuso — em nome da verdade, do Direito e da história.
Que fique aqui registrado: nem todo brasileiro se calou. Nem todo brasileiro se omitiu — nem diante do arbítrio, nem diante do risco. Que conste para a história que, nesta nação, ainda houve quem não abdicasse da própria consciência. Houve quem permanecesse de pé quando o silêncio parecia mais seguro; houve quem ainda vestisse calças, quem ainda fosse capaz de se encarar no espelho de cabeça erguida — mesmo com o rosto banhado em lágrimas e o coração dilacerado.
Cedo ou tarde, todos estaremos diante do único Juiz que verdadeiramente importa. E, perante o nosso Criador, alguns ainda poderão dizer que, no entardecer da esperança e na noite espessa da covardia que se abateram sobre o país, nós não nos calamos. Ou, para usar as palavras imortais: combati o bom combate. E isso, senhoras e senhores — isso é tudo o que uma pessoa pode oferecer.
*: evidente é que esse texto tem por base o famoso “Eu acuso”, de Émile Zola. Várias partes desse artigo são praticamente cópias do texto original de Zola, levemente modificadas para o contexto brasileiro. O texto original de Émile Zola, em português, pode ser acessado aqui: https://t.co/1ThrqfNS9b
Fontes e links citados e relacionados:
Poder360 / Noticiário sobre entrevistas e cautelares
Moraes descarta violação, mas mantém cautelares de Filipe Martins — https://t.co/eyRrJiDLpE
Moraes proíbe entrevista ao Poder360 — https://t.co/mXp0XpC2vz
Moraes impediu entrevista à Folha de S.Paulo — https://t.co/9ywPrSmLCv
· https://t.co/osEEDv20mI
· https://t.co/M8R2D46ALS
Abraji / crítica à decisão de Moraes
Abraji questiona decisão de Moraes que proibiu entrevista — https://t.co/2nXFUULIc3 Poder360
Editorialistas e jornais brasileiros criticando excessos
Folha e Estadão críticos ao STF sobre censura e excesso de poder — https://t.co/JOcrMj1ceX
Gazeta do Povo editorial sobre prática de autocracia judicial — https://t.co/OTYkHgGaH6
✅ Revista Oeste solicitou formalmente ao STF uma entrevista com Filipe Martins em 3 de abril de 2025. https://t.co/vVnhWlrccK
✅ Gazeta do Povo
✅ A Gazeta do Povo também relatou que veículos jornalísticos — como o Poder360— tiveram pedidos de entrevista negados pelo STF, com Moraes alegando “risco de tumulto” sem detalhar essa justificativa. https://t.co/bqmkwzbFeo
✅ Reportagens do Poder360 e CNN Brasil confirmam que o ministro Alexandre de Moraes negou pedido de entrevista ao Poder360 — pedido este protocolado em 12 de março de 2025 — sob a justificativa de risco de tumulto processual.
https://t.co/7dcaHFFSXD
https://t.co/mXp0XpC2vz
✅Em audiência, Martins afirmou que a limitação a entrevistas restringiu sua ampla defesa, reclamando que não poderia falar com Folha, Poder360 e outros veículos.
https://t.co/clxTiw9bfb
✅ Estadão
Várioseditoriais do Estadão criticando decisões amplas do STF — inclusive de Alexandre de Moraes — por supostos excessos e deterioração institucional em investigações como o inquérito das fake news e outras decisões que tocam na liberdade de expressão e autonomia judicial.
https://t.co/Mx4MsqHb88
https://t.co/WJ1jvsGvxL
https://t.co/zWSdZihVJw
https://t.co/kSQqJMNGM6
https://t.co/fAho5SuCpH
✅ Folha de São Paulo
https://t.co/2xEMe1y7Wb
https://t.co/SvBTbW2LLs
https://t.co/c3ciKv6UZE
https://t.co/srtLJgn3Ru
https://t.co/IpBDjFByn3
O Brasil vem sendo vítima de um cartel midiático q transformou grande parte das pessoas em máquinas de ódio incontido e impensado, repetidoras da mentira, do cliché e da desonestidade. Faça o teste: Pergunte ao vizinho petista se ele já ouviu falar disso
Andrei Rodrigues é o diretor Woke da polícia federal.
Frase:
“Não fomos comunicados, mas houve um contato anterior.”
Definição:
Dissonância argumentativa. Contradição entre premissas, evidências e conclusões.
Frase:
“Não era uma operação razoável para que a gente participasse.”
Definição:
Imposição ideológica no lugar do dever do cargo.
Frase:
“Não é o modo que a polícia federal atua, o modo de fazer operações”.
Definição:
Inventa justiça social dissonante da realidade. Enxerga combate a narcoterroristas como forma de opressão e atentado à diversidade.
Nessa linha, o Brasil está claramente em vias de destruição.
Estamos, como sempre, com o professor Olavo de Carvalho.
Frase (jun/2020):
“A escolha é clara: Bolsonaro ou o crime organizado. Não há terceira hipótese.”
E.X.T.R.A.O.R.D.I.N.Á.R.I.O 🎯👊🏽
Eu não sei quem é esta mulher.
Mas já virei FÃ N.1 e estou completamente apaixonado.
Em apenas 35 segundos ela resume a hipocrisia da esquerda e DETONA c/verdades o Dilmo.
Alguém sabe o nome desta INCRÍVEL Mulher?
ASSISTAM E COMPARTILHEM
🫡 👈🏽
Nunca foi questão racial, nem de classe social. A questão é patriotismo, democracia plena e amor ao país, do verde e amarelo, da justiça.
Simples assim! Complicado é pro curral, o gado de ignorantes, a esquerda fétida.
- Entre o tempo no presídio e a prisão domiciliar, Filipe Martins já está preso há mais de 600 dias, mais tempo que Lula e outros condenados por esquemas de corrupção como Mensalão e Petrolão. Já são 20 meses preso e proibido de visitar os pais, de ver a filha e até de ser filmado ou fotografado por terceiros.
- Esse é um dos casos mais escandalosos e bizarros do Brasil: foi preso por uma viagem que nunca fez, virou réu por uma minuta que nunca existiu e agora querem condená-lo por uma reunião na qual ele nunca participou. Isso para não falar do tempo na solitária, da fraude no sistema migratório americano, do fato que já tinham dados de geolocalização que provavam que ele estava no Brasil desde antes da prisão... Felizmente, agora o caso está avançando nos EUA e irá escancarar para o mundo a profundidade da perseguição política no Brasil.