𝑷𝒂𝒊 𝒆́ 𝒒𝒖𝒆𝒎 𝒆𝒏𝒔𝒊𝒏𝒂 𝒂𝒔 𝒑𝒓𝒊𝒎𝒆𝒊𝒓𝒂𝒔 𝒑𝒂𝒊𝒙𝒐̃𝒆𝒔 𝒆, 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒎𝒖𝒊𝒕𝒐𝒔 𝒄𝒐𝒍𝒐𝒓𝒂𝒅𝒐𝒔, 𝒇𝒐𝒊 𝒒𝒖𝒆𝒎 𝒎𝒐𝒔𝒕𝒓𝒐𝒖 𝒐 𝒄𝒂𝒎𝒊𝒏𝒉𝒐 𝒂𝒕𝒆́ 𝒐 𝑩𝒆𝒊𝒓𝒂-𝑹𝒊𝒐. ❤️
Neste Dia dos Pais, celebramos aqueles passam o amor pelo Clube do Povo de geração para geração, compartilham cada jogo, cada emoção e fazem do Colorado uma história de família.
Que essa paixão siga sempre lado a lado. 🇦🇹❤️
O Internacional manifesta suas condolências pelo falecimento de Geraldão. 🖤
Craque e artilheiro, o centroavante vestiu a camisa colorada no começo da década de 1980, brilhando na decisão do Campeonato Gaúcho de 1982, quando marcou cinco gols nos dois Gre-Nais da final estadual vencida pelo Clube do Povo.
O desempenho de destaque nos anos de Beira-Rio fez Geraldão ser homenageado com um samba composto por Edevaldo, lateral colorado que disputou a Copa do Mundo de 1982, e gravado por diversos colegas de elenco da época. A letra celebrava: “𝐺𝑒𝑟𝑎, 𝐺𝑒𝑟𝑎, 𝐺𝑒𝑟𝑎, 𝐺𝑒𝑟𝑎𝑙𝑑𝑎̃𝑜… 𝑒́𝑠 𝑢𝑚 𝑔𝑟𝑎𝑛𝑑𝑒 𝑎𝑟𝑡𝑖𝑙ℎ𝑒𝑖𝑟𝑜, 𝑎𝑙𝑒𝑔𝑟𝑖𝑎 𝑑𝑜 𝑝𝑜𝑣𝑎̃𝑜!” 🎶
Desejamos força aos amigos e familiares do goleador. Onde estiver, receba nossos agradecimentos pelos gols e alegrias com o manto vermelho, Geraldão! 🙏
Casemiro cai em prantos após pergunta.
Pô, mas que sacanagem essa pergunta da Fernanda Gentil.
Foi no melhor estilo programa de domingo à tarde feita para fazer qualquer um chorar.
🇨🇮✍🏾 Carta aberta de Yan Diomandé para a irmã que faleceu em 2025.
Querida Roxane,
Lembra quando alguém comprou uma camisa falsa do United para mim, e eu escrevi “Ronaldo 7” nas costas com um canetão preto? A gente não sabia o que era rico ou pobre. A gente só conhecia a felicidade.
Lembra das 25 pessoas dormindo em uma casa só lá em Abidjan? A mãe queria assistir às novelas dela. Todo mundo queria assistir filmes. Lembra como eu sempre fingia que estava dormindo e depois ia para a sala da TV depois da meia-noite? Eu colocava a TV bem baixinha. Tipo, só duas barrinhas de volume. Eu assistia futebol no escuro e sonhava.
Lembra quando os adultos me viram jogando futebol na terra e me deram o apelido de “Roberto Carlos” por causa da força com que eu chutava? E lembra como eu ficava secretamente com tanta raiva disso, porque o CR7 era o meu ídolo?
Lembra quando eu fui jogar tão longe de casa? Eu tinha 9 anos. Inter Foot Sud Comoé, lá perto da fronteira com Gana. Só um garotinho sozinho. Não sei se algum dia te contei essa história, mas eu e as outras crianças costumávamos ir até a vila e roubar batatas porque estávamos com muita fome. A gente fazia um “assalto a banco”. Duas crianças distraíam o dono da loja, e outras 18 saíam correndo com duas batatas. Elas nem eram boas. Mas tinham um gosto incrível. Hahahah. Até hoje é minha coisa favorita para comer. Batatas cozidas com um pouco de óleo. Isso me lembra daqueles tempos.
Lembra quando ganhei minhas primeiras chuteiras de verdade, e eu dormia com elas? Crescendo, eu sempre jogava com aquelas sandálias brancas de plástico. Mesmo quando volto para casa agora, ainda jogo com elas. É a nossa tradição.
Lembra quando eu voltava para casa, e você dizia aos meus amigos do bairro: “Por que vocês pararam de treinar? Yan não vai comprar carros para vocês. Vocês precisam continuar trabalhando.” Você tinha 10 anos, e já era minha agente.
Lembra como a gente sentava e sonhava em se mudar para a França? Como a gente iria fazer compras, ter nosso próprio apartamento, e eu seria um jogador rico, com carros e uma casa grande, e você não precisaria se preocupar com nada. Você era a pessoa que sempre acreditou que eu poderia ser o próximo Cristiano, quando todos os outros riam.
Lembra quando eu me mudei para os Estados Unidos para fazer o ensino médio, aos 15 anos, e senti tanta saudade de casa? Durante meses eu não entendia o que ninguém dizia. Me colocaram sentado ao lado de um garoto francês, e ele tentava traduzir tudo o que a professora falava. Lembra quando eu te liguei dizendo: “Você não vai acreditar, as crianças aqui discutem com os professores.” Lá em casa, você sabe, a gente nem ousaria piscar para os mais velhos.
Lembra quando eu não conseguia acreditar que os meninos fumavam depois da escola? Você costumava dizer que parecia que eu estava em uma série de TV americana.
Lembra quando me levaram para fazer testes no Bournemouth? No Chelsea, Rangers, Olympiacos, Crystal Palace? Eze e Olise chegaram até mim depois de um treino e disseram: “Ei, garoto, você é muito bom.”… mas, mesmo assim, não me contrataram.
Até os times B da MLS não me quiseram. Eu nem sabia o motivo. Eles nunca me deram uma razão. Os adultos cuidavam de tudo. Eles só continuavam me levando pela Europa inteira, e todo mundo continuava dizendo não.
Meu visto acabou. Meu sonho acabou. Eles me mandaram de volta para a África, e nós choramos juntos. Você foi a única que nunca deixou de acreditar. Algumas semanas depois, assinei com o Leganés, e choramos lágrimas diferentes.
Isso foi na época em que eu ainda tinha emoções. Agora, eu não sinto nada. É como se eu nem fosse humano. Desde que você morreu, eu sou só um vazio.
Via: @PlayersTribune
📸 Getty Images
Bruno Fernandes:
“Minha mãe trabalhava como faxineira. Eu nunca aceitei ver alguém desrespeitar o trabalho dela.
Hoje eu tenho uma funcionária em casa, e desde o primeiro dia deixei claro: nada é mais importante do que o respeito.
Meus filhos não vão falar com você de forma inadequada. E se isso acontecer, quero que me diga.
Sim, você está aqui para cuidar da casa. Mas tudo deve ser pedido com educação.
E meus filhos também precisam aprender, se eles podem fazer algo sozinhos, então é responsabilidade deles.
É simples: eu não queria ver ninguém machucar minha mãe… então por que eu faria isso com outra pessoa?”
🚨 Paul Pogba on Cristiano Ronaldo during his darkest period :
“When the suspension news came out, my phone was full for two days… then suddenly, silence. People I thought were brothers disappeared. Agents stopped calling. Friends became busy. Football can make you feel loved… but it can also show you who’s real.”
“But one name I didn’t expect to hear from was Cristiano.”
“He didn’t call me to talk about football, training, or headlines. He asked me one thing… ‘How is your family? Are you okay mentally?’ That hit me differently.”
“A few days later he told me, ‘If you need anything anything for your family, your recovery, your life call me. Pride should never stop you from accepting help.’”
“At that moment, I wasn’t talking to Cristiano Ronaldo the superstar… I was talking to a man who understood pain, pressure, and loneliness.”
“I’ve played with champions before… but in hard times, you discover who the real ones are.”