O jornal A Nova Democracia escreveu um editorial em 25 de janeiro de 2022 alertando para o aprofundamento da crise do imperialismo através da invasão russa na Ucrânia. Como analisou o Presidente Mao, nos anos 1960, uma nova guerra mundial, embora inevitável, só ocorrerá quando não houver mais outra forma de prosseguir a repartilha do mundo.
“The reformists try to divide and deceive the workers with little concessions to take them apart from the class struggle. But workers use reforms to develop and expand the class struggle, seeing the false nature of reformism”—Lenin
her and people like her, regardless of what they personally believed regarding US intervention, were part of an apparatus that helped portray Iran in the west as a brutal, misogynistic, oppressive, and evil place — a place so evil that even bombing would be seen as humanitarian.
Throwback to when she whitewashed the MEK in her garbage book, Persepolis. They didn't merely just "enter from Iraq," they did quite a lot more than that! Including planting bombs in busy marketplaces and fighting alongside Iraq.
Pahlavists today did the same as the MEK then.
People should be more worried about German militarism. Major manufacturers are moving to war production, the government is brining back conscription and has been ramping up domestic surveillance and police repression. This won't end well.
Los judíos no son colonizadores, ya había judíos viviendo en Palestina. Los que son colonizadores son los que empezaron a llegar en oleadas a partir del XIX y empezaron a expropiar tierras, expulsar a palestinos musulmanes y cristianos y decir que eso era Israel.
Se as Jornadas de Junho foram um movimento orgânico de uma extrema-direita, porque o Estado não tratou esse acontecimento com a mesma conivência que tratou os atos que precederam a bolsonarada no 8 de janeiro de 2023?
Há 13 anos, o povo do Rio de Janeiro se ergueu contra o aumento das passagens e a violência do Estado. Começavam as Jornadas de Junho de 2013 na capital carioca.
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É engraçado como quem nunca leu nada de Marx realmente acha que o socialismo tem alguma coisa a ver com "empatia", "amor" ou qualquer outro tipo de sentimentalismo.
O socialismo não leva em conta os sentimentos nem a moral, ninguém é socialista por que é "do bem" ou por que "sente empatia", e sim por causa do conhecimento das contradições do sistema em que a pessoa está inserida.