impedimento a regra mais IMBECIL de todos os esportes porra eu corro mais que todos eu chego primeiro eu ENFIO A BOLA DO GOL e não vale pq meu adversário correu mais devagar e não estava ao meu lado. corre mais rápido porra
Não tenho o desejo de ser rico para comprar um Rolex ou uma Ferrari.
Quero ser rico para poder controlar meu tempo.
Para poder caminhar na beira da praia numa segunda a tarde.
Para poder sentar em um café e relaxar por uma hora em uma tarde chuvosa.
Para não precisar seguir ordens e ser obrigado a fazer o que detesto, em troca de pagar minhas contas no fim do mês.
Para poder gastar com minha família e amigos sem me preocupar com o orçamento.
Essa é a minha ideia de uma vida rica.
Tem a ver com liberdade.
E não a falsa ideia consumista que tentam impor.
não peço muito da vida so quero alcançar uma realidade financeira onde possa comer tudo q quiser viajar para onde quiser e besuntar meu corpo com maravilhosos e caros dermocosméticos sem pensar em quando o tubo de creme vai acabar
Reconhecer que nem todo erro vem do outro, que às vezes fomos nós que falhamos, é sair do papel de vítima para assumir responsabilidade. Esse é um dos passos mais difíceis, e mais honestos do amadurecimento.
detesto sentir que tenho uma essência meio triste porque sou sim uma pessoa muito empolgada com a vida. só que na maior parte do tempo estou envolta em uma camada de melancolia tão profunda que, apesar de viver bem os momentos de alegria, sempre me sinto entristecida por dentro.
Uma das coisas mais chatas que existem é pedir um Uber pra alguém.
Você tem que ficar monitorando.
Você tem que avisar.
Você tem que digitar o endereço.
Você fica ansioso com medo de dar errado.
Chato! Chato! Chato!
eu odeio ser sem sal. não sei cantar, desenhar, pintar, tocar instrumento, dançar e pra piorar também não sei nenhum esporte. até meu humor é sem graça, pqp
eu procrastinando: nao sirvo pra faculdade pqp sou burro inútil odeio escrever
eu depois de entrar num fluxo e conseguir escrever algumas linhas: vou fazer mestrado!
A fala de Poliana Rocha, esposa do cantor Leonardo, sobre ter “adotado” um adolescente para brincar com seu filho Zé Felipe e depois “devolvê-lo”, é um retrato cruel de como o privilégio pode transformar vidas humanas em objetos descartáveis.
Segundo ela mesma contou em entrevista, tudo começou em uma viagem a Ilhéus, na Bahia, quando conheceu um menino de 15 anos que vendia chinelos na praia.
Movida, segundo suas palavras, pela compaixão, decidiu levá-lo para Goiânia, sem explicar se houve qualquer autorização formal da família, um detalhe gravíssimo, que coloca em xeque a legalidade e a ética da situação.
O adolescente viveu cerca de um mês e meio na casa da família.
Nesse período, Poliana relata que cuidou dele como se fosse “seu filho”; levou-o ao médico, ao salão de beleza, comprou roupas novas.
Ele convivia com Zé Felipe, que tinha por volta de 10 anos, como se fosse um “irmão temporário”.
Mas, na versão de Poliana, quando o jovem passou a ficar “deitado o dia inteiro” e não queria mais brincar, ela simplesmente decidiu que era hora de “devolvê-lo”.
Comprou passagens, arrumou suas coisas e o enviou de volta para a Bahia.
Acrescentou ainda que chegou a pagar pensão por cerca de um ano, sem nunca ter contato direto com a mãe do adolescente.
A forma como Poliana expõe essa história é chocante.
Não se “adota” alguém de forma improvisada, como quem recolhe um animal de estimação, para depois descartar quando o comportamento não agrada.
Aliás, não se faz isso nem com animal!
Estamos falando de um adolescente pobre, retirado de seu ambiente sem respaldo legal, usado como companhia e depois devolvido, como se fosse um objeto substituível.
Transformar essa narrativa em anedota de programa de TV apenas reforça a banalização da desigualdade social; o jovem que vendia chinelos na praia foi tratado como experiência exótica para a elite, uma curiosidade a ser exibida, e não como sujeito de direitos.
No fundo, a história revela algo muito maior, o abismo entre privilégios e a dignidade humana.
Porque, ao contrário do que Poliana sugere, crianças e adolescentes não são brinquedos de luxo para preencher o tédio.
São pessoas. E merecem respeito, não descaso.