100 years ago, New York City arrested Eve Adams for the "crime" of being gay.
A Polish-Jewish immigrant, LGBTQ pioneer, and owner of Eve's Hangout in Greenwich Village, she was entrapped by police, convicted, deported, and ultimately murdered at Auschwitz.
I've asked the City to formally acknowledge that Eve Adams was failed by New York and that her conviction was an injustice rooted in discrimination.
We can't change history, but we can tell the truth about it.
A de trás defendeu a atendente que tava sendo maltratada: "ELA TRABALHA COM A MÃO, NÃO COM A BOCA".
A grossa rebateu: "To comprando. Se vc não tem bala na agulha problema teu."
"AH, TEM BALA NA AGULHA E TÁ FAZENDO O QUE NO GUANABARA,QUERIDA?"
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Trecho da entrevista para minha newsletter no Globo com Claudio Lottenberg, presidente da CONIB e comissário de combate ao antissemitismo do World Jewish Congress. Întegra em link no stories e no Globo
Pergunta - Pq algumas pessoas afirmam ser antissemitismo criticar Israel pela ocupação ilegal da Cisjordânia e as ações militares israelenses em Gaza? Para deixar claro, eu faço essas críticas, assim como critico os EUA por uma série de pontos de sua política externa, critico a Rússia, Irã, Azerbaijão, Arábia Saudita e outros países. Pq seria diferente com Israel? Muitos analistas veem o atual governo israelense como extremista, uma comissão de inquérito da ONU e entidades como Anistia Internacional, Human Rights Watch e Médicos Sem Fronteiras classificam como genocídio o que ocorreu em Gaza e o governador da Califórnia é favorito para ser candidato democrata em 2028 disse haver apartheid na Cisjordânia.
Resposta - Não é antissemitismo criticar Israel. Criticar governos, contestar ocupações, condenar ações militares e cobrar proporcionalidade ou respeito ao direito internacional faz parte do debate democrático. O próprio relatório deixa isso claro ao adotar a referência da IHRA, segundo a qual críticas a Israel semelhantes às dirigidas a qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. O problema começa quando a crítica deixa de ser dirigida a políticas ou governos e passa a negar aos judeus, e só aos judeus, o direito à autodeterminação; quando transforma todo judeu em representante ou cúmplice do Estado de Israel; quando usa “sionista” como disfarce para “judeu”; ou quando mobiliza velhos estereótipos antissemitas, como conspiração, mal absoluto, sede de dominação ou analogias nazistas. O relatório mostra justamente que uma parte importante do antissemitismo contemporâneo opera por essa via: não como crítica política legítima, mas como reembalagem de preconceitos históricos em linguagem geopolítica. Portanto, a linha divisória precisa ser tratada com seriedade. O debate sobre Gaza, Cisjordânia ou qualquer governo é legítimo. O que não é legítimo é usar esse debate para discriminar judeus, intimidar comunidades judaicas ou normalizar um discurso de hostilidade coletiva.
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falta um mês pra final do #BBB26! mas e se ela fosse HOJE, você queria a bruxona como vencedora da edição?
se sim, dá RT e comenta aqui embaixo com ANA PAULA CAMPEÃ + #TIMNoBBB26!
Rua Peixoto Gomide não homenageia o assassino da própria filha, mas outra pessoa com o mesmo nome.
Projeto da vereadora @silviaferraro_ não tem pesquisa aprofundada e pode cometer uma injustiça.
Saiba tudo neste vídeo:
Sou sionista. A terra é nossa pela promessa de D'us, pela conquista de nossos ancestrais, pelo sangue derramado em cada guerra que tentou nos apagar. Isso não está em debate. Nunca esteve.
É exatamente por isso que posso falar o que vou falar.
Toda vez que entrava na Cidade Velha de Jerusalém, parava no mesmo café no shuk árabe. O dono tinha um mapa genealógico da família pendurado na parede, enorme, ramificado, com nomes em árabe que eu não conseguia ler. Contava dos dez irmãos com o orgulho tranquilo de quem sabe de onde vem. Não falava de política. Não falava de ódio. Falava do turismo que havia sumido desde a guerra, com a tristeza contida de quem perdeu o sustento sem ter atirado em ninguém. Quando eu aparecia perto do Shabat, ele me deixava pagar na volta. Sem contrato, sem garantia. Só confiança.
Penso nele quando leio sobre colonos armados incendiando aldeias na Cisjordânia.
Já ouço o antissionista preparando sua resposta: não existem dois lados, Israel é um projeto colonial, qualquer crítica interna confirma a barbárie inerente do sionismo. Conheço o argumento. Decorei cada variação. E, com o respeito que essa tese merece, não me interessa. Quem acredita que Israel não tem direito de existir não tem moral para me ensinar nada sobre ética dentro das minhas fronteiras. Não escrevo para ele.
Escrevo para quem ama Israel o suficiente para não fechar os olhos.
Esse precisa entender que não existe simetria entre um Estado democrático que trava uma guerra de sobrevivência e uma liderança que institucionalizou o terror como política de Estado. Essa assimetria não é propaganda. É o ponto de partida de qualquer análise honesta.
Soberania e guerra contra o terror não é licença para barbárie.
A Torá conhece essa distinção há mais de três mil anos. O Ger Toshav, o estrangeiro que reside sob soberania judaica e aceita as leis básicas da convivência, tem direito à proteção, à vida, à dignidade. Não é uma concessão moderna. Não é diplomacia, não é pressão ocidental. É Halachá, lei judaica vinculante. A obrigação do judeu em relação a ele não nasce do que ele fez. Nasce do que o judaísmo é.
O homem do café não era meu inimigo. Há dezenas de milhares como ele na Cisjordânia, sem afiliação com o Hamas, sem envolvimento com o terror, tentando apenas viver. Tratá-los como inimigos coletivos não é coragem. É a negação de uma distinção que a própria Torá nos obriga a fazer.
Precisamos ser honestos sobre quem está queimando essas aldeias. Há dois tipos de presença judaica além da linha verde. Há o pioneiro, aquele que construiu sua vida em Judeia e Samaria movido por um sionismo pulsante, que planta, que trabalha, que defende sua família com a mesma legitimidade com que o kibbutznik defendeu o Negev em 1948. E há o fanático, aquele que mistura Torá com supremacismo, que vê na posse da terra uma licença para a crueldade, que age fora de qualquer lei e de qualquer ética judaica. O primeiro merece defesa incondicional. O segundo envergonha tudo que o primeiro construiu.
O sistema judicial israelense, a contragosto de muitos dentro do próprio governo, tem prendido alguns desses colonos. Não o suficiente. Longe do suficiente. Mas o faz, e isso importa, porque significa que Israel ainda reconhece a distinção que o fanático tenta apagar. Colono terrorista é terrorista. Prender judeu que queima aldeia árabe não é traição ao sionismo. É sionismo.
Os profetas não foram suaves com essa distinção. Amos não poupou Israel quando o fraco era oprimido dentro das próprias fronteiras. Isaías não ficou em silêncio porque o inimigo de fora era real. A existência de um inimigo externo nunca foi, na tradição judaica, justificativa para a injustiça interna.
Não entregaremos terra a troco de promessas vazias. Não negociaremos com quem quer nos destruir. Não repetiremos Oslo. Mas dentro da nossa soberania existe uma ordem que temos a obrigação de manter. Não por pressão internacional. Não por aprovação do mundo. Pelo homem do café, pelo mapa genealógico na parede, pelo crédito que ele me abriu sem pedir nada em troca.
Tzedek tzedek tirdof — justiça, justiça perseguirás. A repetição não é estética. É um mandamento. E mandamento não tem cláusula de suspensão por contexto geopolítico.
Não porque eles merecem. Porque nós precisamos.
The concept of Gay people in 2026 wanted Madonna dead, while Madonna was defending the same people during the time when they were literally dying. Just remember, she fought for your rights before you were even born.
Conseguimos testemunhas que informaram onde os culpados foram, mas a polícia nao recuperou nenhuma imagem, nem mesmo as do metrô
Precisamos que as empresas guardem essas imagens com URGÊNCIA, Porque elas são apagadas em 30 dias que vai completar entre hoje e amanhã nos ajudem
Essa foto é do palácio presidencial do México.
Na porta, em letras grandes: “puta judia”.
O mais intrigante é que a Claudia é exatamente aquela judia de esquerda, secular, progressista, que nunca se afirmou como “sionista” — não porque não seja, até porque deve entender bem o conceito, mas pelo medo da própria bolha.
“Puta judia”.
Não é “crítica a Israel”. Não é análise de política pública.
É a puta judia.
É o velho antissemitismo, sem máscara, usando o corpo de uma mulher judia como lixeira de ódio.
O mais irônico é que o México nem tinha, historicamente, esse antissemitismo conspiratório de “judeus dominam o mundo”. Isso é importado. Vem embalado em inglês, por podcast americano, por subcultura “rebelde” de internet, por gente como Nick Fuentes e seus “groypers”.
Jovens mexicanos, com problemas reais – cartel, desigualdade, corrupção – encontrando na figura do judeu um inimigo imaginário pronto, com manual, memes e estética.
Vou pegar emprestado um conceito que vi o German usar:
essa frase na parede não fala de judeus reais. Ela fala do judeu imaginário – esse ser que ao mesmo tempo é minoria e “dono do mundo”, fraco e todo-poderoso, culpado por tudo que dói.
E aqui no Brasil a lógica é a mesma, só muda a legenda.
Lá escrevem “puta judia”, aqui gritam “sionista genocida”.
Lá dizem que os judeus dominam o México; aqui dizem que dominam a mídia, o banco, a direita, a esquerda – depende de quem está xingando.
Claro: a forma “aceitável” de odiar judeus hoje se chama antissionismo. Mas, se a história nos ensina algo, é que cedo ou tarde o discurso “sofisticado” vira de novo xingamento puro. Hoje é “sionista”. Amanhã voltam a falar das “putas judias”.
As redes sociais deveriam derrubar muros, mas estão construindo túneis de ódio.
O jovem latino que nunca conheceu um judeu na vida se sente parte de uma rebelião global quando repete essas frases. É um ódio low-cost: não resolve nada, mas dá sensação de pertencimento.
Como judeu brasileiro, descendente de halabim, sionista, eu olho pra essa porta pichada e não vejo só o México. Vejo um aviso para toda a América Latina:
se a gente não contar nossa própria história, alguém vai escrever “judeu” na parede e decidir por nós o que isso significa.
Por isso eu não vou pedir desculpa por existir, nem por Israel existir.
A resposta a essa pichação não é se encolher.
É mais identidade, mais união, mais narrativa, mais aliados.
Se querem transformar o judeu em bode expiatório de um continente ferido, nossa tarefa – como povo judeu – é lembrar, com firmeza e sem vergonha: nós não somos o problema.
E talvez, justamente por tudo que passamos, possamos ser parte da solução.
Somos um povo resiliente e eterno.
Mas precisamos estar juntos.