Tia Milena revelou que não mantém mais uma amizade com Ana Paula:
“A nossa relação de amizade se encerrou de forma natural devido a agendas intensas e à falta de presença. Isso acabou criando um abismo que não é fácil de reverter. E não foi uma decisão que partiu de mim. Havia uma expectativa muito grande da minha parte. Quando eu saí da casa, esperava muitas coisas aqui fora. Mas está tudo certo, cada uma seguiu para o seu lado e foi isso que rolou. Eu quero deixar claro que não houve briga, não houve nada do tipo. As pessoas vão querer colocar muitas palavras na minha boca, mas não houve briga. Foi algo que foi acontecendo com o decorrer da vida. Nós duas viemos de realidades diferentes e ciclos de amizade diferentes. Ela está em um patamar de carreira e eu estou em outro, estou iniciando. Infelizmente são coisas que acontecem na vida e está tudo bem. Resta o carinho e o respeito.”
NOTA OFICIAL
Após o retorno da Copa do Mundo, o debate sobre arbitragem voltou a ocupar o centro do futebol brasileiro. E isso não acontece por acaso.
Nos últimos anos, consolidou-se entre torcedores, profissionais do futebol e parte significativa da opinião pública a percepção de que um determinado clube vem sendo reiteradamente beneficiado por decisões de arbitragem. Essa percepção não nasce apenas da rivalidade esportiva. Também encontra respaldo em números.
Levantamento do Espião Estatístico, do ge, mostra que, desde a implantação do ranking do VAR, em 2020, até o Campeonato Brasileiro de 2026, o Palmeiras acumula o maior número de decisões alteradas a seu favor (65), o menor número de decisões contrárias entre os principais clubes do país (47) e o maior saldo positivo do futebol brasileiro (+18). Também lidera o número total de intervenções do VAR.
Os números desta edição do Brasileirão seguem na mesma direção. O Palmeiras é a 5ª equipe que mais precisa cometer faltas para receber um cartão amarelo (6,72 faltas por advertência), enquanto seus adversários figuram entre os que mais recebem cartões amarelos e vermelhos ao enfrentá-lo.
Nenhum dado, isoladamente, comprova favorecimento. Mas estatísticas acumuladas ao longo de sete temporadas ajudam a explicar por que esse debate não acaba e segue sendo pauta de todos os envolvidos com o futebol.
Também merece reflexão o comportamento adotado dentro e fora de campo. Tornou-se frequente assistir a jogadores e comissões técnicas cercando árbitros, reclamando de forma ostensiva e se colocando na condição de vítimas mesmo após faltas evidentes ou até mesmo um simples lateral. Uma ação estudada e coordenada.
É importante reconhecer os investimentos realizados pela CBF e os avanços promovidos pela Comissão de Arbitragem, com treinamentos, divulgação dos áudios do VAR e implementação de novas tecnologias. No entanto, não são elas que executam as regras que, eventualmente, acabam decidindo jogos. Na partida entre Vitória e Palmeiras, por exemplo, as decisões foram tomadas por Alex Gomes Stefano, em campo, e Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira, no VAR.
São os árbitros que interpretam os lances, aplicam as regras e tomam decisões capazes de alterar tabelas, influenciar disputas por títulos, vagas e rebaixamentos. Por isso, também precisam ser responsabilizados quando cometem erros graves, quando são passivos em relação à pressão até mesmo em cobranças de lateral, e quando não coíbem o mau comportamento sistemático, como determinam as regras. A Copa do Mundo, recentemente, mostrou o caminho; árbitros e atletas que lá estiveram, muitos deles jogando no Brasil, lá, atuaram de acordo com a regra do “jogo limpo”, e deveriam fazer o mesmo aqui.
O futebol brasileiro precisa voltar a discutir mais o jogo do que a arbitragem. Isso só será possível quando os árbitros adotarem critérios claros e deixarem de premiar equipes que utilizem a pressão durante todo o jogo como estratégia. As regras devem ser cumpridas, por todos, inclusive pelos árbitros.
O futebol é paixão e um grande negócio. Por isso, precisa de confiabilidade por quem é incumbido de cumprir as regras do jogo.
“Obviamente vamos falar muito de arbitragem, mas o Palmeiras se recupera muito rapidamente, né? O Palmeiras sobrou no 1º turno do Brasileirão, perdeu apenas um jogo, aí depois ele já perde de cara (para o Atlético-MG), o Flamengo desperdiça a oportunidade de pontuar mais contra o São Paulo, mas o Flamengo dá uma animada, e imediatamente o Palmeiras já demonstra um tremendo poder de reação. Independentemente da arbitragem, o Palmeiras faz 3 pontos fora, contra um adversário que é sempre muito difícil no Barradão, uma goleada…”
🎙️ Luiz Carlos Jr, no Sportv.
📸 Cesar Greco/SEP | Reprodução/Sportv
@futtmais Os rivais estão BRIGANDO com lances normais de futebol pra justificar a liderança do Palmeiras, absolutamente nada kkkkk inclusive o Cacá põe a mão na cara, claramente pra arrumar algo
O Abel tinha que explicar por qual motivo o Evangelista tem entrada garantida em todo jogo, TODO JOGO, sendo que não apresenta nada, nenhum diferencial, enquanto o Larson nunca tem chances.
O Flaco cumpriu a missão de passar praticamente a Copa inteira sem ser destaque e voltar ao Palmeiras anônimo para, no ÚLTIMO segundo da transmissão, ele virar o símbolo global do respeito, educação e espírito esportivo.
Independente de toda a rivalidade com a Argentina, é a última copa do Messi, e ele quer muito ganhar, então por isso eu vou torcer pra ele tomar no cu, pq uma coisa n tem nada a ver com a outra