Quando exerci o cargo de Advogado-Geral da União, entre 2000 e 2002, tive dentre as minhas prioridades fortalecer a estrutura institucional da AGU e consolidar a identidade da advocacia pública como função de Estado. Justamente por conhecer a relevância da instituição, vejo com profunda preocupação iniciativas legislativas recentes que, em nome de interesses corporativos, subordinam a função constitucional da AGU aos interesses privados de seus membros.
Proposições legislativas que buscam autorizar membros da AGU a exercer advocacia privada paralelamente ao cargo público constituem iniciativas desse tipo. Elas ensejam mudança relevante na atuação desse órgão, permitindo que interesses privados concorram com os deveres institucionais inerentes ao cargo — ou, pior, que se sobreponham a eles.
Nesse ponto, a AGU não deve reproduzir o modelo adotado por alguns Estados, que permitem a seus procuradores o exercício da advocacia privada. O movimento deveria ser exatamente o inverso. Talvez seja o caso de o Congresso aprovar uma emenda constitucional que vede, de forma clara e definitiva, o exercício da advocacia privada por membros de carreiras de Estado.
Essas iniciativas são expressão de um fenômeno mais amplo: a priorização de reivindicações corporativas em detrimento das atribuições e dos deveres do cargo. Esse movimento é especialmente grave quando envolve profissionais que já figuram entre os mais bem remunerados do serviço público, em descompasso evidente com a realidade da maioria dos brasileiros.
Por isso, é necessário examinar tais propostas com olhar crítico e senso de responsabilidade. Estou certo de que os parlamentares e os dirigentes da AGU agirão com prudência no exame dessas iniciativas.
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Não acredito que esse momento foi capturado pelas câmeras. Não podemos ficar em silêncio sobre isso.
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What has happened at the #2026WorldCup over the last 48 hours:
• Swiss footballer Embolo's visa was put under review and he was only able to join his team days later.
• Iraqi national team player Aymen Hussein was held for questioning for nearly 7 hours upon entering the United States.
• The Iranian national team spent days dealing with visa procedures at the U.S. Consulate in Türkiye. The U.S. only allowed them entry on match days. Fifteen members of the delegation were denied visas.
• Omar Abdulkadir Artan, named CAF's Best African Referee of 2025, was denied a visa. Despite travelling to the U.S. with a diplomatic passport, he was refused entry and sent back. FIFA announced that he will not be able to officiate at the tournament.
• The South African national team arrived in the United States much later than planned because part of the delegation was not granted visas.
• Members of the Senegal national team staff were forced to remove their shoes and subjected to lengthy searches, sparking accusations of racism.
• The Uzbekistan national team was searched with bomb-sniffing dogs and the footage went viral in international media.
• Some Scottish supporters, despite being eligible to enter the U.S. visa-free under the ESTA programme, had their travel authorisations revoked just days before departure.
• Many supporters who had already bought tickets and booked accommodation had their visa applications rejected, resulting in financial losses.
O nicho muito específico que é o bar de rock em cidade média cujo público consiste em casal de meia idade que quer ser swingueiro mas ngm tem coragem de puxar o assunto em casa