Jornalista no @outraspalavras e @revistaforum. Ex-editor-executivo do @brasildefato. Ex-âncora na @rabrasilatual e @redebrasilatual. Corredor amador, santista
Esses sete minutos aqui foram todos na Copa de 1970. Antes, ele já tinha conquistado duas outras Copas e feito mais de mil gols.
Repito: nem em dez mil anos haverá outro igual.
A análise completa do pesquisador queniano e o contraste do Brasil comandado por um europeu e de uma seleção africana que vive uma “descolonização técnica”: https://t.co/pVjWwSQg3S
De um lado, o Brasil. Cinco títulos mundiais, a maior tradição da história. Do outro, Marrocos, a seleção que, em 2022, eliminou Espanha e Portugal e chegou às semifinais. Os dois times hoje são vizinhos no ranking da Fifa: Brasil em 6º, Marrocos em 7º (segue)
“Será uma partida de xadrez entre paciência e velocidade explosiva", prevê o pesquisador. Marrocos vai tentar comprimir o espaço, forçar erros e lançar transições rápidas pelas laterais. Brasil vai precisar do jogo individual para encontrar brechas
Foi mesmo. Encontrei a seleção do Equador em uma churrascaria de Porto Alegre, a torcida da Coreia do Sul no aeroporto e os argentinos acampados nas ruas da capital gaúcha
"É inacreditável que isso esteja recebendo tão pouca atenção. O Prêmio Europeu de Imprensa deste ano foi concedido a uma reportagem investigativa do jornal holandês De Volkskrant. Intitulada "O que as feridas revelam", a matéria documenta os casos de 114 crianças em Gaza, menores de 15 anos, atingidas por um único tiro na cabeça ou no peito. Quase todas morreram ou ficaram gravemente incapacitadas. Os jornalistas optaram por documentar apenas os casos de meninos e meninas menores de 15 anos (muitas vezes bem mais jovens: com 3, 4 ou 7 anos), pois são crianças que podem ser imediatamente identificadas como tal. "Um único tiro nessas partes do corpo é uma clara indicação de que essas crianças foram alvos deliberados", escrevem os jornalistas.
Artigo no link abaixo...
Professor queniano analisa a evolução histórica e os fatores decisivos que podem levar uma nação africana a levantar a taça da Copa do Mundo https://t.co/U9FHBhn4Yt
Tostão esclarecendo o que é verdade e o que é liberdade criativa na série sobre o Tri, em especial, sobre Pelé:
"A pressão feita por Pelé e outros jogadores para Zagallo me escalar não foi explícita como mostra a série “Brasil 70 — A Saga do Tri”, exibido pela Netflix. Se houve pressão, foi silenciosa, pelo olhar, nas entrelinhas e nas conversas ao pé do ouvido. Gerson, que jogava no Botafogo sob o comando de Zagallo, conversava muito com o técnico. Eu não fui até Zagallo para dizer que eu tinha de ser o titular, como mostra a série."
"Diferentemente do que é mostrado, Pelé era um atleta consciente, equilibrado, bem-humorado e muito forte emocionalmente. Por isso e pelas condições físicas e técnicas era o Pelé, o maior da história."
"A série é bem feita, prazerosa de se ver, emocionante, possui ótimos atores, com ótima reprodução dos principais lances e gols, mas há muitas cenas inventadas e sensacionalistas para dramatizar uma grande conquista esportiva."
O momento da decisão de Trump "parece um presente político a um aliado ideológico."
Pesquisador Brian J. Phillips, da Universidade de Essex, explica o método por trás da classificação do PCC e do CV como organizações terroristas. Entrevista exclusiva: https://t.co/1yI2e5Kpgc
A classificação do PCC e CV como terroristas pelos EUA não é uma vitória contra o crime. É uma jogada política que pode isolar investigadores brasileiros, criar barreiras com o FBI e a DEA e abrir caminho para sanções com cunho eleitoral https://t.co/m2s9yBfsdT