Na próxima vez que você ouvir que Elon Musk está interferindo, pense nisto:
Musk é 150 vezes mais rico que George Soros.
No entanto, ele tem um impacto 1.000 vezes menor em nossa vida política do que a Open Society, que financia ONGs, mídia e partidos e impõe o globalismo em toda a Europa.
Se Elon Musk realmente quisesse influenciar nossa política, ele poderia fazê-lo com uma facilidade desconcertante. Os esquerdistas se jogariam aos seus pés se ele distribuísse subsídios como Soros faz.
Em vez disso, ele comprou o Twitter e explodiu as travas governamentais sobre a liberdade de expressão (cf. Twitter Files) para transformá-lo em um lugar de liberdade.
Em vez disso, ele compartilha em todos os lugares seus sucessos concretos e sua visão inspiradora para difundir não o medo, mas a esperança no futuro.
Soros quer fazer desaparecer as Nações e instaurar Estados totalitários para aterrorizar aqueles que querem defender sua sociedade em perigo.
Musk nos incentiva a ter bebês, construir foguetes, empurrar os limites do horizonte humano.
Escolha seu lado.
Na Espanha, a filha de 13 anos de uma mãe foi sequestrada e estuprada por um vizinho. O agressor foi condenado a 9 anos de prisão.
Após cumprir apenas 6 anos de pena, ele foi libertado condicionalmente e voltou à cidade.
Um dia, ele esbarrou na mãe da garota em um bar perto de uma parada de ônibus.
De forma zombeteira, ele perguntou a ela: “Como está sua filha?”. Furiosa, ela comprou gasolina, voltou ao bar, jogou-a sobre ele e ateou fogo.
O homem sofreu queimaduras graves e morreu alguns dias depois.
Embora estivesse tomada pelo pânico, ela não fugiu. Em vez disso, confessou às pessoas ao seu redor o que havia feito e esperou a polícia chegar.
Ela foi condenada a 5 anos e meio de prisão, mas, graças a uma campanha de perdão público e motivos de saúde, foi libertada antecipadamente após cumprir parte de sua pena.
EXCLUSIVO | "Governo manda delegados cedidos à Justiça voltarem à PF e pode afetar investigações do Master e INSS com Mendonça" > https://t.co/PiGvvXH8Pk
"Ministério da Justiça e PF foram procurados, mas não se manifestaram" (via @colunadoestadao@roseannkennedy@aguirretalento)
URGENTE: O GOVERNO LULA TREME! 🚨 A Jovem Pan acabou de confirmar o que todos já sabiam: o consórcio STF/PT está apavorado com a ideia de pedir a extradição de Eduardo Bolsonaro e tomar um "NÃO" histórico dos EUA. O tratado de 1965 não cobre CRIME POLÍTICO. A perseguição do Xandão não tem jurisdição fora do Brasil. Aqui eles são deuses; em Washington, são piada. 🇺🇸🤝🇧🇷
1. O Embaixador dos Estados Unidos em Israel, Mike Huckabee (@GovMikeHuckabee), citando o Secretário de Estado Marco Rubio (@SecRubio), deixou claro que o memorando de entendimento não vincula a questão do Hezbollah no Líbano às negociações. "Israel não precisa da autorização do Irã para se defender. O elo com o terror tem de acabar", escreveu ele.
2. O regime terrorista dos ayatollahs, entretanto, quer impor aos Estados Unidos essa vinculação, amarrando assim as mãos de Israel.
3. Numa estranha dobradinha, o @VP, JD Vance (quem sabe sob a inspiração de Tucker Carlson) ressaltou a boa vontade do regime iraniano, enquanto passou o dia de ontem a fustigar o governo e o próprio Estado de Israel.
4. As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram nesta sexta-feira que quatro militares foram mortos no sul do Líbano, em ataques do Hezbollah, entre eles o comandante do 52º Batalhão da 401ª Brigada, o tenente-coronel Dor Gedalia Ben Simhon, de 32 anos.
5. De acordo com o Jerusalem Post, em resposta "as Forças de Defesa de Israel (IDF) atacaram mais de 80 centros de comando, posições de lançamento e infraestruturas terroristas em áreas no sul do Líbano, dentro e fora da Zona de Segurança”.
6. Segundo fontes as negociações previstas entre os EUA e o Irã na Suíça foram adiadas. O Hezbollah ataca, Israel responde e o regime iraniano usa o pretexto para adiar as negociações, chantageando assim o governo americano a cercear o direito de defesa de Israel.
STF ADMITE MINHA INOCÊNCIA
Em notícia feita pelo próprio STF, publicada em 25/MAI/2026, a corte confessa que:
-Eu resido nos EUA. Logo, Moraes deveria expedir carta rogatória e não me julgar à revelia.
-Atuava no exterior contra a perseguição, não para absolver meu pai. Isso, dentre outros argumentos, desmonta a tese base da acusação que eu estaria buscando a absolvição de meu pai através de sanções americanas.
-E corretamente diz que eu trabalhava por sanções individuais, não por tarifas contra Brasil. Cai a já moribunda tese de atentado contra a soberania nacional.
Eu mesmo printei👇
https://t.co/OUVTzitWhn
André Mendonça determinou que a operação contra o Banco Master fosse realizada sob sigilo máximo. Nem o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, teria sido informado previamente sobre a ação. O detalhe que incendiou os bastidores: Andrei esteve com Lula poucas horas antes e, ainda assim, foi pego de surpresa.
Em uma Brasília acostumada a vazamentos seletivos e informações circulando antes mesmo das operações acontecerem, o sigilo imposto por Mendonça caiu como uma bomba. Resultado: correria nos bastidores e muita gente sem entender o que estava acontecendo.
Mais um golaço de André Mendonça.
Operação da PF contra Jaques Wagner deixa PT em desespero
O Palácio do Planalto e a cúpula do PT em Brasília entraram em absoluto estado de desespero após a operação da Polícia Federal que mirou o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado.
O clima nos bastidores é de completo pânico após a revelação de que os agentes federais apreenderam quase R$ 600 mil em dinheiro vivo nos endereços do parlamentar na Bahia, além de mais US$ 49 mil em espécie e relógios de luxo em um hotel na capital federal. A operação, autorizada pelo ministro do STF André Mendonça na nona fase da Operação Compliance Zero, caiu como uma bomba atômica no colo do governo.
O desespero generalizado entre os petistas se dá pelo fato de que o principal articulador político de Lula no Congresso foi pego no centro de uma investigação devastadora sobre corrupção, lavagem de dinheiro e crimes financeiros ligados ao extinto Banco Master. O temor é que isso não pare por aí...
OS CAÇADORES DA FOTO PERDIDA
Cena 1: lulada silva consegue ser convidado -junto com Índia, Quênia, Egito e outros- pelo brother macron - para o G7, na França, do qual o Brasil não é membro,
Cena 2: Imaginando grandes possibilidades eleitoreiras junto aos jumentos de sua seita, luladasilva vai correndo para o evento, um dia antes, para ficar de tocaia e ter uma oportunidade de tirar uma cobiçada foto com o laranjão que ofendeu sem parar durante anos, Trump.
Cena 3: luladasilva 'esquece' o discurso de soberania e tenta se enfiar entre os convidados sorrateiramente e se aproximar de Trump.
Cena 4: Donald Trump indica o caminho com a mão direita para a primeira ministra do japão, passa por luladasilva e o ignora solenemente.
Cena 5: Funcionários da equipe percebem a manobra do intruso e retiram luladasilva de perto de Trump, onde deveriam estar apenas os membros do G7.
Cena 6: Desacorçoado, luladasilva é levado para o fim da fila, hesita, tenta voltar, e finalmente se coloca em seu devido lugar.
Corta.
Cena 7, final: luladasilva gesticula e sapateia debaixo de seu chapéu de mafioso sul americano -é o único de chapéu e fazendo micagem- sem conseguir o tesouro precioso: a foto com Donald Trump.
Considerações finais: o financiamento para essa pantomina eleitoreira fracassada não foi privado, foi pago pelos pagadores de impostos brasileiros mesmo.
E significa o fim da imagem brasileira como a conhecíamos no exterior.
Um julgamento na Segunda Turma do STF terminou em bate-boca entre os ministros Gilmar Mendes e André Mendonça. Gilmar criticou as prisões da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no Banco Master, comparando os métodos ao "autoritarismo da Lava Jato". Relator do caso, Mendonça rebateu veementemente a acusação, afirmando que o processo apura "a maior fraude financeira da história do país" e que atua com rigor legal. Por maioria, a Turma manteve as prisões dos investigados.
🔗 Leia a matéria completa em: https://t.co/5eLOkw2Kb0
📺 Confira na JP News
#JovemPanNews #STF #CasoMaster #Vorcaro #LavaJato
Donald Trump calou o mundo mais uma vez - e o fez completando 80 anos.
Por quase meio século, o Irã humilhou os Estados Unidos, incendiou o Oriente Médio e exportou terror. Até poucos meses atrás, dava-se como certo que ninguém impediria os aiatolás de obter armas nucleares e mísseis capazes de atingir qualquer ponto do planeta. Obama selou um acordo desastroso que apenas ajudou o Irã a ganhar tempo — e ainda financiou o programa nuclear deles com dinheiro vivo, paletes de cédulas voados para Teerã. Enquanto o regime expandia suas centrífugas e bancava o terrorismo, bastava um protesto para que ameaçasse fechar o Estreito de Ormuz e estrangular o mundo.
Trump fez de novo o que todos os "especialistas" juraram ser impossível.
Aguentou a imprensa, a pressão diplomática de imbecis como Lula e a parte da opinião pública que protestava - sem recuar um centímetro. Destruiu a capacidade militar iraniana e impôs este acordo histórico. Hoje ele autorizou a reabertura do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio naval.
O mundo de amanhã é mais seguro do que o de ontem, graças ao presidente dos Estados Unidos.
Obrigado pelo presente, presidente Trump. E parabéns.
Uma resposta a Ricardo Lacerda, fundador e CEO da BR Partners
Este texto não tem o objetivo de ofender, desqualificar ou criar polêmica. Seu propósito é apenas apresentar uma visão diferente da exposta por Ricardo Lacerda, CEO da BR Partners, em recente manifestação pública.
Começo por um ponto fundamental: opiniões divergentes são legítimas e saudáveis. Uma sociedade livre se fortalece quando pessoas com visões distintas podem debater ideias de forma respeitosa. O livre debate é um dos pilares da democracia e das instituições. É justamente nesse espírito que apresento minhas discordâncias.
A primeira delas diz respeito à afirmação de que Lula não representa qualquer risco às instituições democráticas.
Cada cidadão pode chegar à sua própria conclusão, mas considero legítimo questionar essa afirmação à luz de fatos conhecidos. Lula indicou para o Supremo Tribunal Federal seu ex-advogado pessoal, Cristiano Zanin, e posteriormente indicou Flávio Dino, ex-ministro de seu governo e um de seus principais aliados políticos. Independentemente da qualidade técnica de ambos, é razoável perguntar se a crescente proximidade entre Executivo e Judiciário não merece reflexão por parte daqueles preocupados com a independência entre os Poderes.
Da mesma forma, Lula foi a principal liderança política de um partido envolvido no escândalo do Mensalão, esquema que resultou em condenações por corrupção e que tinha como objetivo influenciar votações no Congresso Nacional. Ainda que cada pessoa tenha sua interpretação sobre esses acontecimentos, parece difícil sustentar que não exista qualquer preocupação institucional a ser debatida.
Minha segunda divergência refere-se ao argumento de que Flávio Bolsonaro representaria um risco às instituições por defender a anistia a Jair Bolsonaro e aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro.
Esse raciocínio merece atenção. A defesa de uma anistia ou de um indulto não é uma posição exclusiva de Flávio Bolsonaro. Governadores como Romeu Zema e Ronaldo Caiado já declararam publicamente que apoiam medidas semelhantes. Portanto, se a defesa da anistia for considerada, por si só, uma ameaça institucional, então a mesma crítica precisaria ser estendida a praticamente todo o campo político da direita brasileira.
Mais importante ainda: esses candidatos não escondem sua posição. Pelo contrário, apresentam-na de forma explícita ao eleitorado. Caso um deles venha a ser eleito defendendo essa pauta, isso significará que uma parcela majoritária dos eleitores concordou com uma proposta apresentada de forma transparente durante a campanha.
Além disso, a anistia é um instrumento previsto no ordenamento jurídico brasileiro e já foi utilizada em diversos momentos da história nacional. Pode-se concordar ou discordar de sua aplicação em cada caso concreto, mas sua mera defesa não configura, por si só, uma ameaça à democracia ou às instituições.
Em uma democracia, o debate deve ocorrer justamente sobre quais políticas públicas são desejáveis e quais não são. Transformar determinadas posições políticas em evidência automática de ameaça institucional corre o risco de empobrecer o debate público e dificultar a convivência entre visões divergentes.
O Brasil precisa de instituições fortes, independentes e respeitadas. Mas também precisa de um ambiente em que diferentes projetos políticos possam disputar o apoio da população sem que seus defensores sejam automaticamente tratados como adversários da democracia.
Essa distinção é essencial para a preservação do pluralismo político, que é um dos fundamentos da própria democracia que todos desejamos proteger.
🚨 URGENTE: O CNJ do Benedito já quer esvaziar os presídios. Os juízes acabaram de receber orientação para diminuírem as penas dos condenados e iniciarem a política de desencarceramento.