@julydopop@euramonserra A questão é que a religião é sempre demonizada, mas vira e mexe as pessoas se apropriam de elementos/ritos e além do ponto de você 'incorporar' num show
🇧🇷🏳️⚧️ HISTÓRICO!
Pela primeira vez, uma pessoa trans passa a ocupar o cargo de promotora de justiça no nosso país.
Mestre em Direito e especialista em Direito Constitucional, Fabi Pilate, uma mulher trans, tomou posse ontem no Ministério Público do Estado do Amazonas.
Essa nomeação escancara o atraso do nosso país. Estamos em 2026 e só agora uma pessoa como nós está ocupando esse espaço fundamental para a nossa democracia e o funcionamento do nosso Estado.
E também demonstra que as margens, a exclusão e as esquinas não são escolhas, são imposições de um sistema transfóbico que nos nega a dignidade, o estudo e as oportunidades.
Por isso, a luta para que a nossa gente e todas as pessoas subalternizadas desse país possam estar em todos os lugares de poder precisa continuar.
Continuemos abrindo caminhos e sendo o terror da extrema-direita e dos odiosos que nos querem nos piores lugares possíveis.
Que Fabi seja a primeira de muitas e que venha o primeiro homem trans promotor de justiça!
NEGOCIE COM O PATRÃO? • Lethycia Rodrigues de Lima, de 35 anos, trabalhava na limpeza de kitnets de uma pousada em Palmitos, no Oeste de Santa Catarina. Segundo relatos divulgados por veículos de imprensa que acompanharam o caso, ela teria sido submetida a jornadas extremas, que chegavam a 22 horas de trabalho por dia. Após deixar o emprego sem carteira assinada, ela teria cobrado dos patrões o pagamento de direitos trabalhistas e da rescisão.
Em meio à disputa pelo acerto, o empresário Moacir João Ariotti teria ido até a residência da trabalhadora acompanhado da companheira, Aline Borin. Segundo a acusação, ele tentou atirar primeiro no marido de Lethycia, mas a arma falhou. Em seguida, teria disparado contra ela enquanto Aline a segurava pelos cabelos. Os filhos da vítima teriam presenciado a cena.
Após mais de 19 horas de julgamento, o Tribunal do Júri condenou Moacir a 16 anos e 4 meses de prisão e Aline a 14 anos, em regime fechado. Os dois tiveram negado o direito de recorrer em liberdade e também foram condenados ao pagamento de R$ 350 mil em indenização ao marido e aos herdeiros de Lethycia.
@JoaoAnselmo7777@lscec22 Todos os homens né, o que ela sofreu de machismo... em uma prova em grupo.esse coroa manda ela pegar a vassoura pra limpar, porque ele se achava o bonzão